O ESP8266+Arduino Mega como WebServer

Depois de testar o modulo com vários comandos AT (vale a pena dar uma sapeada no arquivo anexo, bem legal!), parti para fazer o modulo funcionar como Web Server. Partido que tinha aprendido, principalmante com um tutorial do blog FILIPEFLOP:

http://blog.filipeflop.com/wireless/esp8266-arduino-tutorial.html

O Circuito:

 

Webservercircuit

 

O código:

/*************************************************************************

* Web Server with ESP8266

* Based on: FILIPEFLOP http://blog.filipeflop.com/wireless/esp8266-arduino-tutorial.html

* Adapted by Marcelo Jose Rovai

**************************************************************************/

#define esp8266 Serial2

#define CH_PD 4

#define speed8266 115200 // This is the speed that worked with my ESP8266

#define DEBUG true

void setup()

{

  esp8266.begin (speed8266);

  Serial.begin(9600);

  reset8266(); // Pin CH_PD needs a reset before start communication

  sendData(“AT+RST\r\n”, 2000, DEBUG); // reset

  sendData(“AT+CWJAP=\”ROVAI TIMECAP\”,\”mjr747@1\”\r\n”, 2000, DEBUG); //Connect network

  delay(3000);

  sendData(“AT+CWMODE=1\r\n”, 1000, DEBUG);

  sendData(“AT+CIFSR\r\n”, 1000, DEBUG); // Show IP Adress

  sendData(“AT+CIPMUX=1\r\n”, 1000, DEBUG); // Multiple conexions

  sendData(“AT+CIPSERVER=1,80\r\n”, 1000, DEBUG); // start comm port 80

}

void loop()

{

  if (esp8266.available()) // check if 8266 is sending data

  {

    if (esp8266.find(“+IPD,”))

    {

      delay(300);

      int connectionId = esp8266.read() – 48;

      String webpage = “<head><meta http-equiv=””refresh”” content=””3″”>”;

      webpage += “</head><h1><u>MJRoBot ==> WebServer (ESP8266) </u></h1><h2>Arduino Pin: “;

      webpage += “D8 status ==> “;

      int a = digitalRead(8);

      webpage += a;

      webpage += “<h2>Arduino Pin: D9 status ==> “;

      int b = digitalRead(9);

      webpage += b;

      webpage += “<h2>Arduino Pin: A0 data ===> “;

      int c = analogRead(0);

      webpage += c;

      webpage += “</h2>”;

      String cipSend = “AT+CIPSEND=”;

      cipSend += connectionId;

      cipSend += “,”;

      cipSend += webpage.length();

      cipSend += “\r\n”;

      sendData(cipSend, 1000, DEBUG);

      sendData(webpage, 1000, DEBUG);

      String closeCommand = “AT+CIPCLOSE=”;

      closeCommand += connectionId; // append connection id

      closeCommand += “\r\n”;

      sendData(closeCommand, 3000, DEBUG);

    }

  }

}

/*************************************************/

 // Send AT commands to module

String sendData(String command, const int timeout, boolean debug)

{

  String response = “”;

  esp8266.print(command);

  long int time = millis();

  while ( (time + timeout) > millis())

  {

    while (esp8266.available())

    {

      // The esp has data so display its output to the serial window

      char c = esp8266.read(); // read the next character.

      response += c;

    }

  }

  if (debug)

  {

    Serial.print(response);

  }

  return response;

}

/*************************************************/

// Reset funtion to accept communication

void reset8266 ()

{

  pinMode(CH_PD, OUTPUT);

  digitalWrite(CH_PD, LOW);

  delay(300);

  digitalWrite(CH_PD, HIGH);

}

A web Page:

Note que o endereço da pagina é o segundo IP que aparece no Serial monitor com o comando AT+CIFSR na fase de Set-up (veja a copia do Serial monitor abaixo): 

+CIFSR:STAIP,”10.0.1.2″

Webserverpage

A saída no Serial Monitor:

1. A conexão com o modulo esp8266

 

SerialConxion

2. A comunicação:

SerialOngoingcomm

Eu fiz um pequeno vídeo para dar uma visão do WebServer funcionando:

ESP8266 como webserver

Documento legal com dicas de comandos AT para configurar o esp8266:

ESP8266_WiFi_Module_Quick_Start_Guide_v_1.0.4.pdf

Fonte:  http://labdegaragem.com/profiles/blogs/o-esp8266-como-webserver-usando-o-mega?xg_source=msg_mes_network

Como Configurar Xbee Explorer

Quem se interessa por redes wireless em automação já deve ter ouvido falar de um módulo muito popular chamado Xbee, uma placa que se comunica via radiofrequência utilizando o padrão Zigbeede comunicação de rede sem fio e permite a interligação de vários módulos.

Com o Xbee você pode construir uma rede wireless extremamente robusta, confiável e de certa forma econômica, pois o módulo Xbee possuem um modo “sleep” que economiza energia quando não estão executando nenhuma ação. Isso permite que os módulos funcionem por muito tempo apenas utilizando baterias.

O Xbee é muito usado em ambientes industriais, onde o fator velocidade não é um ponto crítico, como por exemplo um equipamento que precise enviar dados da produção para um computador central. Isso não impede que o Xbee seja usado com sucesso em aplicações de automação residencial, como alarmes, iluminação, coleta de dados e outras aplicações.

A programação do Xbee exige atenção e por esse motivo vamos dividir esse assunto em 2 tutoriais. Hoje vamos falar do Xbee Explorer USB, que é a placa utilizada para programar o Módulo Xbee :

XBee_USB_Explorer_Adapter22

Com o Xbee Explorer USB, você consegue não só programar e configurar o seu Xbee, como também atualizar o seu dispositivo e realizar uma série de outras tarefas.

INSTALAÇÃO XBEE EXPLORER USB:

Antes de efetuarmos as ligações do Xbee, vamos instalar o software de programação, que iremos utilizar em conjunto com o Xbee Explorer. Esse software é o XCTU, disponível nesse link.

Ao acessar o link, você será direcionado à página do software XCTU. Clique em Diagnostics, Utilities and MIBS :

Tela-1-Link-XCTU

Na próxima tela que abrir, clique em XCTU Next Gen Installer, Windows x32/x64 ou na versão de acordo com o seu sistema operacional:

Tela-2-Link-XCTU-Opcoes-de-download

Baixe o arquivo, que tem o tamanho aproximado de 130 Mb e execute o instalador. Na tela de boas vindas, simplesmente clique em NEXT :

Tela-4-XCTU-Install-Tela-Inicial

Leia atentamente o contrato de licença e clique novamente em NEXT :

Tela-5-XCTU-Install-Tela-Licenca

A tela seguinte apresenta um aviso de que o usuário do Windows Vista e 7 deve ter direitos de administrador para evitar problemas na cópia de arquivos. Clique em NEXT :

Tela-6-XCTU-Install-Tela-Path-info

Escolha a pasta de destino de instalação do software e clique em NEXT :

Tela-7-XCTU-Install-Tela-Path

Revise a escolhas e clique em Install para que tenha início o processo de cópia dos arquivos :

Tela-8-XCTU-Install-Confirmacao

Aguarde o final da instalação :

Tela-8-XCTU-Install-Confirmacao Tela-9-XCTU-Install

CONFIGURANDO O MÓDULO XBEE:

O próximo passo é encaixar o Módulo Xbee no Xbee Explorer USB e ligar ao computador usando o cabo usb que acompanha o produto. O módulo que estamos utilizando é o Módulo Xbee Serie 2:

XBee_USB_Explorer_Adapter22

Ao conectar o Xbee Explorer USB ao computador, terá início o processo de instalação dos drivers. No Windows 7 / 64 bits, os drivers foram instalados automaticamente pelo Windows Update, e o dispositivo foi detectado na porta serial Com20 :

Tela-3-Instalacao-drivers

Vamos agora executar o XCTU e procurar pelo módulo Xbee conectado ao USB Explorer. Na tela inicial do programa, clique em Discover Devices :

Tela-10-XCTU-Tela-inicial

Selecione a porta serial detectada na instalação do Xbee Explorer USB. No nosso caso, COM20. Depois, clique em next :

Tela-11-XCTU-Dispositivo-Scan

 

Deixe os parâmetros da porta nos valores padrão e clique em Finish para iniciar a varredura :

Tela-12-XCTU-Dispositivo-parametros

 

Na próxima tela, clique em Add Selected Devices para adicionar os dispositivos detectados

Tela-13-XCTU-Dispositivo-detectado

 

De volta à tela inicial do XCTU, clique no dispositivo, agora listado no lado esquerdo :

Tela-14-XCTU-Lista-Dispositivo

No lado direito da tela serão carregados os parâmetros previamente gravados no módulo Xbee, como nome do módulo, versão de firmware, configuração de portas, entre outros :

Tela-15-XCTU-Dispositivo-parametros-carregados

Isso encerra a parte básica de instalação e configuração do Xbee Explorer USB. Em um próximo artigo iremos mostrar como configurar dois módulos Xbee Serie 2 e enviar informações para o Arduino usando o Arduino Xbee Shield.

Arduino_Xbee_Shield12

http://blog.filipeflop.com/wireless/como-configurar-xbee-explorer-usb.html

A aristocracia operária

” A aristocracia operária significa o surgimento de um setor da classe operária que passa a ser mais maleável as pressões do capital e que mais facilmente é  cooptado por ele. Todavia, este surgimento não decorre de uma alteração das relações de produção e, portanto, não significa o surgimento de uma nova classe, nem implica na que a determinação essencial da classe operária tenha sido alterada.

Pyramid_of_Capitalist_System

A aristocracia operária é  parte da classe operária, e não uma nova classe. A crítica de Mandel (1964) a Baratt Brown, neste particular, é  precisa: a aristocracia operária faz parte do movimento operário, e nele se distingue politicamente do restante da classe. As implicações ontológicas e políticas aqui são vastas…Um corpo desorganizado não tem porta-voz autorizado nem um programa definido; suas reclamações e exigências são frequentemente vagas e impalpaveis: é  mais possível que seja arrastada por um impulso irracional; que se mova no momento errado e na direção errada.”
(Jones, 1971:317, nota 8)

Publicado do WordPress para Android

Integração fiscal com equipamentos Bematech

Windows – SAT BEMATECH
http://bematechpartners.com.br/wp01/?page_id=308

Plataforma Fiscal Bematech
http://www.bematechpartners.com.br/wp01/upload-files/downloads/oneapi/DOCUMENTACAO_GERAL/help/APIOne.html#_o_que_é_a_a_apione

Integrando a Plataforma Fiscal através da APIOne.
http://www.bematechpartners.com.br/wp01/upload-files/downloads/oneapi/DOCUMENTACAO_GERAL/help/APIOne.html#_instalação_da_plataforma_fiscal_fiscal_manager

CENTRAL DE DOWNLOADS
http://bematechpartners.com.br/wp01/

REVISTA FATOR BRASIL – SEMANA DO BRASIL

 

Semana do Brasil’

A Semana do Brasil vai acontecer a primeira de 06 a 15 de setembro de 2019. Um movimento que une o poder público e a iniciativa privada para movimentar nossa economia, para gerar oportunidades únicas para quem produz e para quem consome e, principalmente, para valorizar o orgulho de sermos brasileiros.

Empresas e empreendedores de todos os tamanhos e setores podem participar. Afinal, oportunidades se apresentam de várias formas diferentes e a ‘Semana do Brasil’ pertence a todos os brasileiros.

Porque a partir de agora, setembro não será mais apenas sinônimo de ‘Dia da Independência’: setembro será o momento da Semana do Brasil.

Clique em Quero Participar e cadastre a sua empresa para ter acesso ao Selo e ao Manual de Identidade Visual,

no site: http://www.brasil.gov.br/semanadobrasil

 

FONTE:  http://www.revistafatorbrasil.com.br

Electron JS

 

 

Crie um aplicativo de desktop usando a tecnologia da Web (Javascript, HTML, CSS, Nodejs e mais), escrevendo o código javascript do zero usando o Electron.js como estrutura.

 

 

http://www.faztweb.com/curso/electron-primera-aplicaci%C3%B3n

https://github.com/FaztWeb/electron-products-test/blob/master/src/views/index.html

https://github.com/electron/electron-api-demos

 

http://photonkit.com/

 

 

 

 

Calculadoras de valor do transformador de corrente (CT) OpenEnergyMonitor

Essas calculadoras são projetadas para ajudá-lo a determinar os valores dos componentes necessários para o (s) transformador (es) de corrente usado (s) no projeto Open Energy Monitor . Vá dar uma olhada!

Por favor, note que estas calculadoras não levam em consideração a permeabilidade do núcleo e o valor do core AL. Use por sua conta e risco.

Atualização de novembro de 2017: Fórmulas fixas exibidas abaixo de cada calculadora para reduzir pela metade a voltagem do sistema como foi originalmente planejado.


Tensão do sistema: Volts
Para monitores de energia baseados em arduinos de 5V (principalmente os mais antigos), digite 5 acima


Resistor de carga

Calcula o valor do resistor de sobrecarga a ser usado em uma corrente Max RMS do transformador de 
corrente:Amps
Relação atual da volta do sensor:: 1
valor do resistor calculado:Ohms
Fórmula:
burden_resistor = (system_voltage / 2.0) / ((I_RMS * 1.414) / ct_turns)


Corrente máxima

Calcula a corrente máxima que você pode razoavelmente esperar medir usando um transformador de corrente 
Valor do resistor de carga:Ohms
Relação atual da volta do sensor:: 1
corrente máxima calculada de RMS:Amps
Fórmula:
I_RMS = (((system_voltage / 2.0) / burden_resistor) * Turns) * 0.707


O sensor atual gira

Calcula uma estimativa do número de voltas que um transformador de corrente precisaria. 
Valor do resistor de carga:Ohms
Max RMS atual:Amps
O sensor atual gira:
Fórmula:
turns = (I_RMS * 1.414) / ((system_voltage / 2.0) / burden_resistor)

Cálculo Online de Cores de Resistores

Calculadora de código Da Cor Do Resistor

Entre com as cores das faixas do resistor e obtenha seu valor em Ohm�s ( Ω )

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco
Dourado
Prateado

Dourado
Prateado
Nenhum


Valor Da Resist�ncia:

 

Valores padrão de resistores (comercial):

Tabela de resistores comerciais usado na eletrônica:

1 marrom preto dourado
1,2 marrom vermelho dourado
1,5 marrom verde dourado
1,8 marrom cinza dourado
2,2 vermelho vermelho Dourado
2,7 Vermelho Violeta dourado
3,3 laranja laranja dourado
3,9 laranja branco dourado
4,7 amarelo violeta dourado
5,6 verde azul dourado
6,8 azul cinza dourado
8,2 cinza vermelho dourado
9,1 branco marrom dourado
10 marrom preto preto
12 marrom vermelho preto
15 marrom verde preto
18 marrom cinza preto
22 vermelho vermelho preto
27 vermelho violeta preto
33 laranja laranja preto
39 laranja branco preto
47 amarelo violeta preto
56 verde azul preto
68 azul cinza preto
82 cinza vermelho preto
91 branco marrom preto
100 marrom preto marrom
120 Marrom Vermelho Marrom
150 Marrom Verde Marrom
180 Marrom Cinza Marrom
220 Vermelho Vermelho Marrom
270 Vermelho Violeta Marrom
330 Laranja Laranja Marrom
390 Laranja Branco marrom
470 Amarelo Violeta Marrom
560 Verde Azul Marrom
680 Azul Cinza Marrom
820 Cinza Vermelho Marrom
910 Branco Marrom Marrom
1000 ou 1K Marrom Preto Vermelho
1200 ou 1K2 Marrom Vermelho Vermelho
1500 ou 1K5 Marrom Verde Vermelho
1800 ou 1K8 Marrom Cinza Vermelho
2200 ou 2K2 Vermelho Vermelho Vermelho
2700 ou 2K7 Vermelho Violeta Vermelho
3300 ou 3K3 Laranja Laranja Vermelho
3900 ou 3K9 Laranja Branco Vermelho
4700 ou 4K7 Amarelo Violeta Vermelho
5600 ou 5K6 Verde Azul Vermelho
6800 ou 6K8 Azul Cinza Vermelho
8200 ou 8K2 Cinza Vermelho Vermelho
9100 ou 9K1 Branco Marrom Vermelho
10000 ou 10K Marrom Preto laranja
12000 ou 12K Marrom Vermelho Laranja
15000 ou 15K Marrom Verde Laranja
18000 ou 18K Marrom Cinza Laranja
22000 ou 22K Vermelho Vermelho Laranja
27000 ou 27K Vermelho Violeta Laranja
33000 ou 33K Laranja Laranja Laranja
39000 ou 39K Laranja branco Laranja
47000 ou 47K Amarelo Violeta Laranja
56000 ou 56K Verde Azul Laranja
68000 ou 68K Azul Cinza Laranja
82000 ou 82K Cinza Vermelho Laranja
91000 ou 91K Branco Marrom Laranja
100000 ou 100K Marrom Preto Amarelo
120000 ou 120K Marrom Vermelho Amarelo
150000 ou 150K Marrom Verde Amarelo
180000 ou 180K Marrom Cinza Amarelo
220000 ou 220K Vermelho Vermelho Amarelo
270000 ou 270K Vermelho Violeta Amarelo
330000 ou 330K Laranja Laranja Amarelo
390000 ou 390K Laranja Branco Amarelo
470000 ou 470K Amarelo Violeta Amarelo
560000 ou 560K Verde Azul Amarelo
680000 ou 680k Azul Cinza Amarelo
820000 ou 820K Cinza Vermelho Amarelo
910000 ou 910K Branco Marrom Amarelo
1000000 ou 1M Marrom Preto Verde
1200000 ou 1M2 Marrom Vermelho Verde
1500000 ou 1M5 Marrom Verde Verde
1800000 ou 1M8 Marrom Cinza Verde
2200000 ou 2M2 Vermelho Vermelho Verde
2700000 ou 2M7 Vermelho Violeta Verde
3300000 ou 3M3 Laranja Laranja Verde
3900000 ou 3M9 Laranja Branco Verde
4700000 ou 4M7 Amarelo Violeta Verde
5600000 ou 5M6 Verde Azul Verde
6800000 ou 6M8 Azul Cinza Verde
8200000 ou 8M2 Cinza Vermelho Verde
9100000 ou 9M1 Branco Marrom Verde
10000000 ou 10M Marrom Preto Azul
12000000 ou 12M Marrom Vermelho Azul
15000000 ou 15M Marrom Verde Azul
18000000 ou 18M Marrom Cinza Azul
22000000 ou 22M Vermelho Vermelho Azul
Calculadora online de c�digo de Cores de Resistor

Resistores em série


Um circuito de associação em série de resistores, é um circuito em que os resistores (resistências) estão dispostos em uma cadeia, de modo que a corrente tem apenas um caminho a seguir. A corrente é a mesma através de cada resistência. A resistência total do circuito é encontrado simplesmente somando os valores de resistência dos resistores:
Resistores em série: R = R 1 + R 2 + R 3 + …
Resistores em s�rie

Um circuito em s�rie � mostrado acima. A corrente passa atrav�s de cada resistor, por sua vez. Se os valores das tr�s resistências s�o os seguintes:
Com uma bateria de 10 V, por V = IR a corrente total no circuito � a seguinte:
I = V / I = 10/20 = 0,5 A. A corrente atrav�s de cada resist�ncia seria 0,5 A.

 

Resistores em paralelo

 

Em uma associa��o em paralelo de resistores � um circuito em que as resistências s�o dispostos lado a lado. Nesse caso a tens�o em todos os resistores � igual, mas a soma das correntes que atravessam os resistores � igual � resist�ncia do resistor. Ent�o a resistência equivalente de uma associação em paralelo � sempre menor que o resistor de menor resistência da associa��o.

A resistência total de um conjunto de resistores em paralelo � encontrado somando-se os rec�procos dos valores das resistências e, em seguida, tomar o recíproco do total:

resistência equivalente de resistores em paralelo: 1 / R = 1 / R 1 + 1 / R 2 + 1 / R 3 + …

Resistores em paralelo
Um circuito paralelo � mostrado acima. Neste caso, a corrente fornecida pela bateria divide-se, e a quantidade que passa por cada resistor depende da resist�ncia. Se os valores das três resistências s�o os seguintes:
Com uma bateria de 10 V, por V = IR a corrente total no circuito � a seguinte: I = V / I = 10/2 = 5 A.

As correntes individuais tamb�m pode ser encontrado usando I = V / R. A tens�o em cada resist�ncia � de 10 V, de modo que:
I 1 = 10/8 = 1,25 A
I 2 = 10/8 = 1,25 A
I 3 = 10/4 = 2,5 A

Como instalar um servidor web no Raspberry Pi (Apache + PHP + MySQL)

Por que um Raspberry Pi como um servidor web?

Mas por que usar uma raspberry como um servidor web , em vez de usar provedores de serviços especializados em hospedagem na web?

Primeiro, do ponto de vista econômico, você deve saber que os serviços de hospedagem não são gratuitos e que você tem que pagar todos os meses / ano. Ao contrário do framboesa que só precisa de uma conexão . 
Além disso, escolhendo Raspberry, você tem a possibilidade de modificar seus serviços como você deseja (exemplos: o tamanho do disco, a hospedagem do banco de dados, etc.), que geralmente não é o caso de hosts especializados , que geralmente vendem compartilhada hospedagem com baixa capacidade de configuração . 
No entanto, para suportar mais usuários, você deve usar um Raspberry Pi 3 (o Pi 3 pode ser encontrado aqui ), o Raspberry Pi com 1 GB de RAM, em vez do Raspberry tipo B + (512 MB de RAM)

A questão que surge agora é, como fazer um servidor web no Raspeberry Pi ? Instalação do servidor Apache com Raspbian

O que é o Apache?

Primeiro, vamos instalar o Apache, que é o servidor web como tal . 
Quando falamos de um servidor web, geralmente pensamos na máquina, mas esse termo também se refere ao software que permite que a máquina analise solicitações de usuários (em formato http) e retorne o arquivo correspondente à solicitação (Ou um erro se o arquivo não for encontrado ou a consulta for formulada incorretamente). 
Como parte do Apache, é um software sobre o qual falamos .

No momento, o Apache é o servidor web mais utilizado , com cerca de 60% de participação de mercado. O Apache tem sua própria licença, usada por muitos outros projetos. Além disso, o uso maciço do Apache (que se tornou o padrão para servidores da Web), juntamente com sua alta popularidade, levou a uma tremenda abundância de documentação, cursos e outros livros relacionados ao seu uso, e sua segurança, como esta. livro .

Seja para o Raspberry Pi e o Raspbian, ou para uma máquina mais genérica, o Apache é, portanto, uma opção segura , e as habilidades que você poderá adquirir no assunto sempre serão úteis.

Instalação do Apache

Antes de instalar o servidor, verifique se temos uma máquina atualizada. Para fazer isso , devemos ter direitos de administrador , seja por causa do comando sudo.

sudo apt update

sudo apt upgrade

sudo apt update

Quando o Raspberry Pi estiver atualizado, instalaremos o servidor Apache.

sudo apt instalar apache2


A propósito, aproveitamos para dar direitos ao arquivo do apache
para que você possa gerenciar facilmente seus sites. 
Para fazer isso, execute os seguintes comandos:

sudo chown -R pi: www-data / var / www / html / 
chmod sudo-R 770 / var / www / html /

Verifique se o Apache está funcionando

Quando a instalação estiver concluída, podemos testar se o Apache está funcionando corretamente , indo para o endereço do Raspberry. 
Para fazer isso, é necessário tentar acessar o Raspberry a partir da porta 80 (essa porta não será aberta de fora, ela terá que fazer desde o próprio Raspberry). Não se preocupe, é muito fácil. Simplesmente abra o navegador da Web Raspberry e vá para “http://127.0.0.1”. Você deve então receber uma página com uma mensagem como “Funciona! “E muitos outros textos. 
Se você ainda não tem uma GUI no seu Raspbian ou usa o SSH para se conectar ao seu Raspberry, você pode usar o seguinte comando:

wget -O check_apache.html http://127.0.0.1

Este comando salvará o código HTML da página no arquivo “check_apache.html”no diretório atual. 
Então você só tem que ler o arquivo com o comando

cat ./check_apache.html

Se você vir marcado em um local no código “Funciona! É que o Apache está funcionando.

O Apache usa o diretório “/ var / www / html” como a raiz do seu site. Isso significa que quando você chama seu Raspberry na porta 80 (http), o Apache procura o arquivo em “/ var / www / html”. 
Por exemplo, se você chamar o endereço “http://127.0.0.1/example”, o Apache procurará o arquivo “exemplo” no diretório “/ var / www / html”. 
Para adicionar novos arquivos, sites, etc., você precisará adicioná-los a este diretório.

Agora você pode usar seu Raspberry para criar um site em HTML, CSS e JavaScriptinternamente. 
No entanto, você pode querer permitir rapidamente interações entre o site e o usuário . Por exemplo, para permitir que o usuário se registre, etc. Para isso, você precisará do PHP.

Instalação do PHP no seu Raspberry Pi

O que é PHP?

Primeiro de tudo, você deve saber que o PHP é uma linguagem interpretada . E como no caso dos servidores, a sigla PHP pode ter vários significados . De fato, quando falamos sobre PHP, podemos falar sobre o idioma ou o interpretador . 
Aqui, quando falamos sobre a instalação do PHP, isso significa que vamos instalar o interpretador , a fim de usar a linguagem.

O PHP (o idioma desta vez) é usado principalmente para tornar um site dinâmico, isto é, o usuário envia informações para o servidor que retorna os resultados modificados de acordo com essas informações . Por outro lado, um site estático não se adapta às informações fornecidas por um usuário . É salvo como um arquivo de uma vez por todas e sempre entregará o mesmo conteúdo.

O PHP é gratuito e mantido pela PHP Foundation, assim como pelo Zend Enterprise, e várias outras empresas (deve-se notar que Zend também é o autor do famoso framework Zend PHP, amplamente utilizado e reconhecido no mundo dos negócios). .

É uma das linguagens de programação mais utilizadas e é até a mais utilizada para programação web, com cerca de 79% de market share.

Mais uma vez, todas as habilidades que você pode adquirir, no idioma, ou na instalação e configuração do interpretador, sempre serão úteis. Então, só podemos aconselhá-lo a aprender o PHP, que é realmente uma linguagem maravilhosa e muitas vezes subestimada.

Como instalar o PHP

Voltaremos a usar o administrador para instalar o PHP com a linha de comando.

sudo apt instalar php php-mbstring

Saber se o PHP está funcionando

Para saber se o PHP está funcionando corretamente, não é muito complicado, e o método é bastante semelhante ao usado para o Apache .

Você primeiro excluirá o arquivo “index.html” no diretório “/ var / www / html”.

sudo rm /var/www/html/index.html

Em seguida, crie um arquivo “index.php” neste diretório, com esta linha de comando

echo "<? php phpinfo ();?>"> /var/www/html/index.php

A partir daí, a operação é a mesma da verificação do Apache . Você tenta acessar sua página, e você deve ter um resultado próximo a esta imagem (se você não tiver uma interface, use o mesmo método de antes, e procure as palavras “Versão do PHP”).

Capturando um phpinfo de um servidor em Raspbian.

Tabela gerada pelo comando phpinfo em uma framboesa.

Um banco de dados MySQL para o seu servidor

Um DBMS, o  que é isso? Por que o MySQL?

Agora que configuramos o PHP, você provavelmente desejará armazenar informações para uso em seus sites. Para este propósito, os bancos de dados são usados ​​com mais freqüência. 
Vamos, portanto, configurar um DBMS (Database Management System), ou seja, o MySQL.

O MySQL é um DBMS gratuito , poderoso e usado maciçamente (cerca de 56% de participação no mercado de DBMSs gratuitos). Aqui, novamente, o MySQL é tão essencial para o desenvolvimento, seja qual for a linguagem, que você deve aprender e dominar completamente, com este livro, por exemplo .

Como instalar o MySQL

Para fazer isso, vamos instalar o mysql-server e o php-mysql (que servirão como um link entre o php e o mysql)

sudo apt instale o mysql-server php-mysql

Verifique se o MySQL está funcionando corretamente

Para verificar o funcionamento do MySQL, desta vez vamos usar apenas a linha de comando . Para fazer isso, simplesmente nos conectaremos pelo comando:

sudo mysql --user = root

Não excluiremos o usuário root padrão do mysql e criaremos um novo usuário root do mysql, porque o padrão só pode ser usado com a conta root do Linux, e portanto não disponível para os scripts do servidor web e php.

Para fazer isso, uma vez que você se conectar ao MySQL, simplesmente execute esses comandos (substitua passwordpela senha que você quer):

DROP USER 'root' @ 'localhost'; 
CREATE USER 'root' @ 'localhost' IDENTIFICADO POR 'senha'; 
GRANT ALL PRIVILEGES ON *. * TO 'root' @ 'localhost'

Então você agora tem um servidor web, conectado ao PHP e MySQL . Isso é tudo que é preciso.

(Nas suas conexões de nexts, você poderá se conectar ao mysql sem usar o sudo, com o comando mysql --user=root --password=yourmysqlpassword).

Adicionar PHPMyAdmin

A instalação do PHPMyAdmin é absolutamente desnecessária. Nesta instalação, não vamos nos preocupar com nenhuma configuração de segurança especial!

A instalação do PHPMyAdmin é muito rápida e fácil, nós simplesmente temos que usar o gerenciador de pacotes com este comando:

sudo apt instala phpmyadmin

O programa de instalação do PHPMyAdmin fará algumas perguntas. Sobre o dbconfig-commoncomponente, opte por não usá-lo (como já configuramos nosso banco de dados). Sobre o servidor para configurar o PHPMyAdmin para, escolha Apache. E a senha do root é aquela que você definiu para o MySQL.

Você também deve ativar a extensão mysqli usando o comando acima:

sudo phpenmod mysqli 
sudo /etc/init.d/apache2 reiniciar

Verifique se o PHPMyAdmin está funcionando corretamente

Para verificar se o PHPMyAdmin funciona, você simplesmente tentará acessá-lo, usando o endereço do seu Raspberry seguido de / phpmyadmin. Por exemplo, localmente será http://127.0.0.1/phpmyadmin

Se você ainda receber um erro, pode ser porque o PHPMyAdmin foi movido para outro diretório. Neste caso, tente o comando

sudo ln -s / usr / share / phpmyadmin / var / www / html / phpmyadmin

Agora, podemos acessar o PHPMyAdmin do navegador do Raspberry Pi, com o URL: http://127.0.0.1/phpmyadmin

Tornar um servidor acessível a partir da web

Seu servidor da web está pronto. No entanto, você provavelmente não pode acessá-lo da internet . De fato, seria necessário que o seu modem redirecionasse os pedidos para o seu Raspberry, as boas portas. 
Para colocar esses redirecionamentos no lugar, e até mesmo obter um URL, você deve olhar para DynDNS e encaminhamento de porta!

Fonte

https://howtoraspberrypi.com/how-to-install-web-server-raspberry-pi-lamp/

https://stackoverflow.com/questions/39281594/error-1698-28000-access-denied-for-user-rootlocalhost

API de sensor genérico – W3C

Cada vez mais, os dados dos sensores são usados ​​no desenvolvimento de aplicativos para permitir novos casos de uso, como geolocalização, contagem de etapas ou rastreamento de cabeças. Isso é especialmente verdadeiro em dispositivos móveis nos quais novos sensores são adicionados regularmente.

A exposição de dados de sensores à Web até agora tem sido lenta e ad-hoc. Poucos sensores já estão expostos à web. Quando eles são, muitas vezes é de maneiras que limitam seus possíveis casos de uso (por exemplo, expondo abstrações que são muito alto nível e que não funcionam bem o suficiente). As APIs também variam muito de um sensor para o outro, o que aumenta a carga cognitiva dos desenvolvedores de aplicativos da Web e diminui o desenvolvimento.

O objetivo da Generic Sensor API é promover consistência entre APIs de sensores, habilitar casos de uso avançados graças a APIs de baixo nível e aumentar o ritmo no qual novos sensores podem ser expostos à Web, simplificando a especificação e os processos de implementação.

Uma lista abrangente de sensores sólidos que são baseados na API do Sensor genérico, casos de uso aplicáveis ​​e exemplos de código pode ser encontrada nos documentos do [GENERIC-SENSOR-USECASES] e [MOTION-SENSORS] .

https://w3c.github.io/sensors/#high-level

Biblioteca Modernizr

O que é a Modernizr

Modernizr é uma pequena biblioteca Javascript que detecta a disponibilidade das novas características do HTML5 e CSS3 nos browsers. Muitas destas características já estão implementadas nos browsers, mas é muito chato você decorar quais novidades os browsers já estão suportando. O que a Modernizr faz é simples: ela te diz quais features um determinado browser suporta e insere classes no HTML para que você possa utilizar para fazer uma versão alternativa de visual ou solução.

Entenda que a Modernizr não é um sniffing de browser. Ela é diferente. A Modernizr faz o trabalho de detectar das seguintes formas:

  • Ela testa 40 features de CSS3 e HTML5 em alguns milisegundos.
  • Depois ela cria objetos javascript que contém os resultados destes testes.
  • Aí são adicionadas classes no elemento HTML descrevendo exatamente quais propriedades e novidades são ou não nativamente suportadas.
  • Depois disso você consegue ter os resultados descritos nos navegadores dinamicamente e então pode tomar decisões criando alternativas para aquelas propriedades não suportadas pelos browsers antigos.

 

 

 

 

 

Fontes:

 

https://tableless.com.br/utilizando-a-biblioteca-modernizr/

https://github.com/Modernizr/Modernizr

 

INFORMAÇÕES SOBRE REGISTRO DE PATENTES

Guia básico de Patentes

Se você inventou uma nova tecnologia, seja para produto ou processo, pode buscar o direito a uma patente. A patente também vale para melhorias no uso ou fabricação de objetos de uso prático, como utensílios e ferramentas. Ela pode ser uma Patente de Invenção (PI) ou Patente de Modelo de Utilidade (MU).

Para entender os conceitos básicos, leia o  Manual de depósito de patentes (em revisão).

Classificação de patentes

 

 

Downloads de formulários para pedidos protocolados

Revista da Propriedade Industrial – Resolução nº 22/2013 de 18 de março de 2013

pePI – Pesquisa em Propriedade Industrial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tiol

Em química orgânica, um tiol, plural tióis, é um composto organossulfurado que contém um grupo -SH, designado por grupo tiol, grupo mercaptano ou grupo sulfidrilo ou sufidrila,[1] ligado a um átomo de carbono (–C–SH ou R–SH, onde R representa um alcano, alceno, ou outro grupo de átomos contendo carbono). Tióis são os análogos do enxofre de álcoois (ou seja, o enxofre toma o lugar do oxigênio no grupo hidroxila de um álcool), e a palavra é uma amálgama de “tio” + “álcool,” com a primeira palavra derivando do grego θεῖον (“thion”) = “enxofre”.)

O nome de um tiol é precedido do nome do hidrocarboneto: ex. etanotiol (C2H5SH).

Muitos tióis tem como característica fortes odores que lembram o odor de alho. Por exemplo, o próprio cheiro característico do alho é produzido por etanotiol. Tióis são usados ​​como odorantes para auxiliar na detecção de derivados gasosos de hidrocarbonetos, como gás natural (que na forma pura é inodoro), assim como ao gás liquefeito de petróleo (pois o propano e butano que predominantemente o compõe também são inodoros), vulgarmente, “gás de cozinha”, e o “cheiro de gás natural”, assim como o popular “cheiro de gás” é devido ao cheiro do tiol usado como o odorante, proporcionando o odor desagradável característico quando há vazamentos.

Ao contrário dos álcoois eles são ácidos, reagindo com bases e alguns metais, formando compostos semelhantes a sais, os chamados tiolatos, que são definidos como os derivados de um tiol em que um átomo de metal substitui o hidrogênio ligado ao enxôfre, similares aos alcóxidos: RSH → RSM+.

Tióis são frequentemente referidos como mercaptanos.[2][3] O termo mercaptano é derivado do latim mercurium captans (capturando mercúrio)[4] porque o grupo tiolato liga-se muito fortemente com os compostos de mercúrio.

Estrutura e ligação

Tióis e álcoois têm estrutura molecular semelhante. A principal diferença é o tamanho do calcogeneto, com o comprimento da ligação C-S sendo cerca de 180 picômetros. Os ângulos de C-S-H aproximam-se de 90 °. Nos líquidos ou sólidos fundidos, a ligação de hidrogênio entre grupos individuais tiol é fraca, sendo a principal força coesiva as interações de van der Waals entre os centros de enxofre divalentes altamente polarizáveis. Devido à menor diferença de eletronegatividade entre o enxofre e o hidrogênio em relação ao oxigênio e o hidrogênio, um vínculo S-H é menos polar do que o grupo hidroxilo. Tióis tem um menor momento de dipolo em relação ao álcool correspondente.

Nomenclatura

Existem várias formas usadas nos nomes dos alquil-tióis:

  • O método preferido (usado pela IUPAC) é adicionar o sufixo -tiol ao nome do alcano. Este nome é praticamente idêntico à nomenclatura dos álcoois.[5][6][7][8][9] Exemplo: CH3SH é o metanotiol.
  • Um método mais antigo parte do álcool e substitui álcool por mercaptano. Exemplo: CH3SH seria mercaptano metílico ou metilmercaptano, assim como CH3OH é o álcool metílico.
  • Podem-se usar os prefixos mercapto ou sulfanil. Exemplos: ácido mercaptosuccínico (ácido tiomálico) e ácido 2-amino-3-metil-3-sulfanil-butanoico (Penicilamina).

Propriedades físicas

Odor

Muitos tióis tem odores fortes lembrando aquele do alho. Os odores de tióis são frequentemente fortes e repulsivos, particularmente para aqueles de baixo peso molecular. Os borrifos (‘’sprays’’) de cangambás consistem principalmente de compostos tióis de baixo peso molecular.[10][11] Estes compostos são detectáveis pelo olfato humano em concentrações de apenas 10 partes por bilhão.[12] O suor humano contém (R)/(S)-3-metil-3-sulfanil-hexan-1-ol (MSH), detectável a 2 partes por bilhão e tendo um odor frutal, similar a cebolo. Mulheres liberam significativamente mais MSH que homens[13] (Metiltio)metanotiol (MeSCH2SH; MTMT) é um tiol volátil fortemente odorífico, também detectável em níveis de partes por bilhão, encontrado na urina de camundongos machos. Lawrence C. Katz e colaboradores mostraram que MTMT funciona como um semioquímico, ativando certos neurônios sensitivos do olfato dos camundongos, atraindo suas fêmeas.[14] Cobre tem sido mostrado como requerido por um receptor olfativo específico dos camundongos, MOR244-3, o qual é altamente responsivo a MTMT assim como vários outros tióis e compostos relacionados.[15]

Tióis são também responsáveis por uma classe de falhas de vinho causadas por uma reação não intencional entre enxofre e o fermento, causando o odor “como de gambá” em cerveja que tenha sido exposta à luz ultravioleta.

Não são todos os tióis que tem odores desagradáveis. Por exemplo, furano-2-ilmetanotiolcontribui para o aroma de café torrado enquanto o mercaptano da toronja, um tiol monoterpenoide, é responsável pelo pelo característico aroma da toronja. O efeito deste último composto está presente apenas em baixas concentrações. O mercaptano puro tem um odor desagradável. Cloretos de tionilo ​​também tem um odor característico e podem ser facilmente reconhecidos quando os temos para identificar qual o grupo funcional está sendo utilizado na reação.

Distribuidores de gás natural e gás liquefeito de petróleo iniciaram adicionando tióis, originalmente etanotiol, aos seus produtos, os quais são naturalmente inodoros, após o grave incidente da explosão na New London School em New London, Texas, em 1937. A maioria dos gases odorantes utilizados atualmente contém misturas de mercaptanos e sulfetos, com o t-butil mercaptano como o principal constituinte de odor. Em situações onde tióis são usados na indústria, logística e comercialização de grande escala, tais como tanques de gás liquefeito de petróleo e sistemas de manipulação em grande escala produtos, um catalisador oxidante é usado para destruir o odor. Um catalisador de oxidação baseado em cobre neutraliza os tióis voláteis e transforma-os em produtos inertes.

Pontos de ebulição e solubilidade

Tióis mostram pequena associação por ligação de hidrogênio, com ambas moléculas de água e entre si. Assim, possuem pontos de ebulição mais baixos e são menos solúveis em água e outros solventes polares que álcoois de peso molecular similar. Tióis e tioéteres tem solubilidades características e pontos de ebulição similares.

Caracterização

Tióis voláteis são facilmente e quase infalivelmente detectados pelo seu odor característico. Analisadores específicos para enxofre para cromatógrafos a gás são úteis. Indicadores espectroscópicos são o sinal D2O-permutável SH no 1espectro RMN (33S é RMN ativo mas os sinais de enxofre bivalente são muito amplos e de pouco utilidade[16]). A banda νSHaparece próximo de 2400 cm−1 no espectro I.V..[2] Em testes colorimétricos, tióis reagem com nitroprussiato.

Produção

Na indústria, metanotiol é sintetizado, principalmente, pela reação de sulfeto de hidrogêniocom metanol:

:CH3OH + H2S → CH3SH + H2O

Tais reações são conduzidas na presença de catalisadores ácidos. A outra rota principal para tióis envolve a adição de sulfeto de hidrogênio a alquenos. Tais reações são usualmente conduzidas na presença de um catalisador ácido ou luz ultravioleta. O deslocamento de haletos, usando haletos orgânicos e sulfeto de hidrogênio adequados também tem sido utilizada.[17]

Métodos laboratoriais

Muitos métodos são úteis para a síntese de tióis na escala laboratorial. A reação direta de um haloalcano com hidrossulfeto de sódio é geralmente ineficiente em virtude da formação competitiva de tioéteres:

CH3CH2Br + NaSH → CH3CH2SH + NaBr
CH3CH2Br + CH3CH2SH → (CH3CH2)2S + HBr

Em vez disso, os halogenetos de alquila são convertidos para tióis através de uma S-alquilação de tioureia. Neste multipasso, em processo por batelada, num só recipiente, ocorre através da intermediação do sal isotiourônio, que é hidrolisado num passo separado:[18]

CH3CH2Br + SC(NH2)2 → [CH3CH2SC(NH2)2]Br
[CH3CH2SC(NH2)2]Br + NaOH → CH3CH2SH + OC(NH2)2 + NaBr

A rota por tioureia funciona bem com halogenetos primários, especialmente os ativados. Tióis secundários e terciários são preparados menos facilmente. Tióis secundários podem ser preparados a partir de cetonas por meio dos correspondentes ditiocetais.[19]

Compostos organolítios e reagentes de Grignard reagem com enxofre resultando em tiolatos, os quais são facilmente hidrolisados:[20]

RLi + S → RSLi
RSLi + HCl → RSH + LiCl

Fenóis podem ser convertidos aos tiofenóis via o rearranjo de seus dialquilltiocarbamatos de O-arila.[21]

Muitos tióis são preparados pela dealquilação redutiva de tioéteres, especialmente derivados benzila e tioacetais.[22]

Reações

Similarmente à química de álcoois, tióis formam tioéterestioacetais e tioésteres, os quais são análogos à éteresacetais e ésteres. Tióis e álcoois são também muito diferentes em sua reatividade, com tióis sendo facilmente oxidados e tiolatos sendo nucleófilos altamente potentes.

Alquilação S

Tióis, ou mais particularmente suas bases conjugadas, são facilmente alquiladas resultando seus tioéteres:

RSH + R’Br + base → RSR’ + [Hbase]Br

Acidez

Relativamente aos álcoois, tióis são bastante ácidos. Butanotiol tem um pKa de 10.5 vs 15 para o butanolTiofenol tem um pKa de 6 vs 10 para o fenol. Disto resulta que tiolatos podem ser obtidos de tióis por tratamento com hidróxidos alcalinos.

Síntese de tiofenolato a partir do tiofenol.

Redox

Tióis, especialmente na presença de base, são facilmente oxidados por reagentes tais como o iodo ou o bromoresultando em um dissulfeto orgânico (R–S–S–R).

2 R–SH + Br2 → R–S–S–R + 2 HBr

Oxidação por reagentes mais enérgicos tais como o hipoclorito de sódio ou peróxido de hidrogênio resultam em ácidos sulfônicos (RSO3H).

R–SH + 3H2O2 → RSO3H + 3H2O

Oxidação por oxigênio na presença de catálise heterogênea[23]:

2R–SH + 1/2O2 → RS–SR + H2O

Tióis participam em intercâmbio tiol-dissulfeto:

RS–SR + 2 R’SH → 2 RSH + R’S–SR’

A reação é especialmente importante na natureza.

Complexação de íon metálico

Tiolatos, as bases conjugadas derivadas dos tióis, formam complexos fortes com muitos íons metálicos, especialmente aqueles classificados como “macios” (soft, dentro da teoria HSAB). O termo mercaptano é derivado do latim mercurium captans (capturando mercúrio)[4] porque o grupo tiolato liga-se fortemente com compostos de mercúrio. A estabilidade de tiolatos metálicos faz paralelo com a dos correspondentes sulfetos minerais.

Radicais tiil

Para a química do radical SH, veja Sulfanilo

Radicais livres derivados dos mercaptanos, chamados tiil ou radical tiol ou ainda radical mercapto, são comumente citados para explicar reações em química orgânica e bioquímica. Eles tem a fórmula RS onde R é um substituinte orgânico tal como alquilo ou arilo.[3] Eles surgem ou podem ser produzidos por uma variedade de rotas, mas o principal método é a abstração do átomo de hidrogênio dos tióis. Outro método envolve homólise de dissulfetos orgânicos.[24] Em biologia radicais tiil são responsáveis pela formação dos ácidos deoxirribonuclêicos, construindo blocos para o DNA. Esta conversão é catalisada por ribonucleotídeo redutase (ver figura).[25] Intermediários tiil também são produzidos pela oxidação de glutationa, um antioxidante em biologia. Radicias tiil são também intermediários no processo de vulcanização. Por exemplo, a vulcanização do poliisopreno resulta quando radicais mercapto acoplam formando dissulfeto e reticulações de polissulfeto.

O ciclo catalítico para a ribonucleotídeo redutase, demonstrando o papel de radiciais tiil na produção da maquinaria genética da vida.

Importância biológica

Cisteína e cistina

Como um grupo funcional do aminoácido cisteína, o grupo tiol desempenha um papel muito importante da biologia. Quando os grupos tiol de dois resíduos cisteína (como em monômeris ou unidades constituintes) são trazidos perto um do outro no decurso de dobragem de proteína, uma reação de oxidação pode gerar uma unidade cistina com uma ligação dissulfeto (-SS-). Pontes de dissulfeto podem contribuir para uma estrutura terciáriade proteína se as cisteínas são parte da mesma cadeia de peptídeo, ou contribuir para a estrutura quaternária de unidade multi-proteínas, formando ligações covalentes bastante fortes entre diferentes cadeias peptídicas. A manifestação física visível e trivial do equilíbrio cisteína-cistina é fornecido pelas tecnologias de alisamento de cabelo.

Grupos sulfidrila no sítio ativo de uma enzima podem formar ligações covalentes com o substrato da enzima, bem como contribuir para a atividade catalítica. Sítios ativos de resíduos de cisteína são a unidade funcional em cisteína proteases. Resíduos de cisteína podem também reagir com os íons de metais pesados (Zn2+Cd2+Pb2+Hg2+Ag+) por causa da alta afinidade entre o sulfeto “mole” e o metal “mole” (ver ácidos e bases “duros” e “macios”). Isto pode deformar e inativar a proteína, e é o mecanismo da intoxicação por metai pesados.

Cofatores

Muitos cofatores (moléculas auxiliares não baseadas em proteínas) apresentam em suas estruturas grupos tióis. O anabolismo e catabolismo de ácidos graxos e hidrocarbonetos de cadeia longa são conduzidos por uma estrutura que ancora a cadeia crescente através de um tioéster derivado do tiol, a coenzima A. A biossíntese do metano, o principal hidrocarboneto sobre a Terra, surge a partir da reação mediada pela coenzima M, ácido 2-mercaptoetil-sulfônico. Tiolatos, as bases conjugadas derivados dos tióis, formam fortes complexos com muitos íons metálicos, especialmente aqueles classificados como “moles”. A estabilidade de tiolatos metálicos rivaliza com aquela dos sulfetos minerais correspondentes.

Exemplos de tióis

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiol 

https://www.infoescola.com/quimica-organica/tiol/

Furano-2-ilmetanotiol

Furano-2-ilmetanotiol é um composto orgânico contendo uma estrutura furano substituída com um grupo sulfanilmetil. É um líquido límpido incolor quando puro, mas torna-se de cor amarela após repouso prolongado. Possui um forte cheiro de café torrado e um sabor amargo. Na verdade, é um componente essencial do aroma de café torrado.

 

Fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Furano-2-ilmetanotiol

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiol

SENSOR ULTRASÔNICO JSN-SR04T

O JSN-SR04T é um sensor de distância ultra-sônico à prova d’água, fácil de usar, com uma faixa de 25 a 450 cm. Se você está planejando construir um sistema de medição do nível de água ou se você precisa fazer outras medições de distância fora, então este é o sensor que você precisa!

Eu incluí um diagrama de fiação e códigos de exemplo para que você possa começar a experimentar seu sensor.

 

O que este artigo cobre

Informações sobre o sensor

O sensor vem com um cabo de 2,5 m de comprimento que se conecta a uma placa de fuga que controla o sensor e faz todo o processamento do sinal. Note que apenas o sensor e o cabo em si são à prova d’água, se você colocar água na placa de fuga, coisas ruins acontecerão.

Um sensor de distância ultra-sônico funciona enviando ondas de ultra-som. Essas ondas de ultra-som são refletidas de volta por um objeto e o sensor ultrassônico as detecta. Ao cronometrar quanto tempo passou entre enviar e receber as ondas sonoras, você pode calcular a distância entre o sensor e um objeto.

Distância (cm) = Velocidade do som (cm / µs) × Tempo (µs) / 2

Onde Tempo  é o tempo entre enviar e receber as ondas sonoras em microssegundos.

Então, quais são as diferenças entre este sensor e o HC-SR04? A principal diferença, além de ser à prova d’água, é que este sensor usa apenas um transdutor ultrassônico. Este transdutor serve tanto como transmissor quanto receptor das ondas de ultra-som.

Para mais informações sobre como os sensores ultrassônicos funcionam, você pode conferir o artigo no HC-SR04 abaixo. Neste artigo, o princípio de funcionamento é explicado com muito mais detalhes.

JSN-SR04T Especificações

Tensão operacional 5V
Corrente de operação 30mA
Corrente quiescente 5mA
Freqüência 40 kHz
Faixa de medição 25 a 450 cm
Resolução 2 mm
Ângulo de medição 45 a 75 graus
Dimensões do sensor Cabo de 23,5 x 20 mm, 2,5 m de comprimento
Dimensões do PCB 41 x 28,5 mm
Orifício de montagem 18 mm

Para mais informações, você pode conferir a folha de dados aqui.

Componentes

* Nota: os links acima são afiliados, o que significa – sem nenhum custo adicional para você – se você comprar algo usando eles, você está ajudando a apoiar o meu trabalho neste site. Meus humildes agradecimentos (eu realmente agradeço)! 

Ao comprar o sensor, você pode encontrar a versão atualizada,  JSN-SR04T-2.0 . Essa versão mais recente funciona exatamente da mesma forma, mas alguns usuários encontraram problemas ao usar os sensores em uma voltagem mais baixa. Esta versão mais recente está classificada para 3 a 5 V.

Usar um pulso de gatilho mais longo de pelo menos 20 µs em vez de 10 µs parece ajudar se você estiver tendo leituras defeituosas.

Fiação – Conectando o JSN-SR04T ao Arduino UNO

O diagrama de fiação / esquema abaixo mostra como conectar o sensor JSN-SR04T ao Arduino. A placa de desagregação da JSN-SR04T possui a mesma pinagem que a HC-SR04, portanto, pode ser usada como substituta imediata. O cabo do sensor em si pode ser conectado ao conector na parte de trás da placa de fuga.

JSN-SR04T com diagrama de fiação do Arduino

Os exemplos de código abaixo usam os pinos digitais 2 e 3 para o gatilho e o pino de eco, mas é claro que você pode mudar isso para qualquer pino digital desejado.

Conexões JSN-SR04T

JSN-SR04T Arduino
5V 5V
Trig Pino 2
Eco Pino 3
GND GND

Exemplo de código para o JSN-SR04T com Arduino

Agora que você conectou o sensor, é hora de conectar o Arduino ao computador e fazer o upload de algum código. O sensor pode ser usado sem uma biblioteca do Arduino. Mais tarde, mostrarei um exemplo com a biblioteca NewPing, que torna o código muito mais curto.

Você pode fazer o upload do seguinte código de exemplo para o seu Arduino usando o  Arduino IDE . Em seguida, vou explicar como o código funciona. (Este código também funciona para o JSN-SR04T-2.0).

/* JSN-SR04T Ultrasonic Distance Sensor with Arduino Example Code. More info: https://www.makerguides.com */

//Define Trig and Echo pin
#define trigPin 2
#define echoPin 3

//Define variables
long duration;
int distance;

void setup()
{
//Define inputs and outputs
pinMode(trigPin, OUTPUT);
pinMode(echoPin, INPUT);

//Begin Serial communication
Serial.begin(9600); // Starts the serial communication at a baudrate of 9600
}

void loop()
{
//Clear the trigPin by setting it LOW
digitalWrite(trigPin, LOW);
delayMicroseconds(5);

//Trigger the sensor by setting the trigPin high for 10 microseconds
digitalWrite(trigPin, HIGH);
delayMicroseconds(10);
digitalWrite(trigPin, LOW);

//Read the echoPin. pulseIn() returns the duration (length of the pulse) in microseconds.
duration = pulseIn(echoPin, HIGH);
// Calculate the distance
distance= duration*0.034/2;

//Print the distance on the Serial Monitor (Ctrl+Shift+M)
Serial.print("Distance = ");
Serial.print(distance);
Serial.println(" cm");
delay(100);
}

Se houver a necessidade de leitura de mais sensores, isso pode ser feito facilmente com a biblioteca NewPing. Basta criar duas ou mais instâncias da classe NewPing e adicionar um gatilho e um eco adicionais:

#define trigPin 2 
#define echoPin 3 
#define trigPin2 4 
#define echoPin2 5

Sonar NewPing (trigPin, echoPin, MAX_DISTANCE); 
Sonar 2 de NewPing (trigPin2, echoPin2, MAX_DISTANCE);

Agora, se você quiser ler o primeiro sensor, você pode usar o sonar.ping_cm () e o segundo sensor sonar2.ping_cm ().

 

DOWNLOAD DA BIBLIOTECA NEW PING

 

FONTE: https://www.makerguides.com/jsn-sr04t-arduino-tutorial/

 

Aula 416.3 – Hidrogênio como Combustível

Uma alternativa para os motores a combustão são as Celas de Combustíveis e a mais promissora é a de Hidrogênio Gasoso com Oxigênio Gasoso. São obtidos por Eletrólise e há pelo mundo projetos ambiciosos de obtenção de Hidrogênio e Oxigênio, inclusive para isolar os isótopos do radioativos do Hidrogênio. Verifique a lista das 1.200 vídeo aulas em ordem crescente Alceudispor aqui: http://quimicatotti.com.br

Sensor Transdutor de Pressão

TESTADO EM ARDUINO UNO R3

//Eu sou capaz de obter leituras precisas (+- 1-2 PSI) deste sensor com o seguinte código Arduino.

//Placa: Arduino UNO R3  IDE: Arduino IDE Version 1.8.5 ;  S O: Windows 10

//Conectando o sensor PSI no Arduino: Vermelho: +5V  Preto: GND (Ground)  Amarelo: Conecta-se ao pino analogico 0 (A0)

void setup()

{

 Serial.begin(9600);

}

void loop()

{

float sensorVoltage = analogRead(0);

//Lê os dados que chegam do sensor PSI em

//Arduino pin# A0.

int psi = ((sensorVoltage – 102 ) * 175 / ( 921 – 102 ));

//Matematica para converter dados analogicos em PSI.

Serial.print(“PSI “); //Imprime “PSI” no monitor serial.

Serial.println(psi); //Imprime “PSI” no monitor serial.

the serial monitor. delay (5000);//Pausas de 5 segundos entre as leituras.

}

 

Fonte: https://www.ebay.com/itm/G1-4-inch-5V-0-1-2-MPa-Pressure-Transducer-Sensor-Oil-Fuel-Diesel-Gas-Water-GL/112592366514?epid=16008939195&hash=item1a37072bb2:g:9vUAAOSwe2FZ2FZI&shqty=1&isGTR=1#shId

Modelagem por homologia de receptores canabinóides CB1 e CB2 e estudos de docking

AUTORES: da Silva, J.A. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) ; Silva, T.M.B. () ; Balliano, T.L. ()

RESUMO:Avaliou se os dados obtidos com os disponíveis na literatura, de moléculas como potenciais inibidores para receptores canabinóides CB1 e CB2, onde foi feito um estudo de modelagem molecular com CB1 e CB2, cuja estrutura tridimensional não disponível em banco de dados, foi obtida por modelagem por homologia; seguido de uma simulação de docking para o qual usamos moléculas de estrutura do sistema monoterpeno

PALAVRAS CHAVES: Modelagem por homologia; receptores canabinóides; docking

INTRODUÇÃO:No planejamento de um fármaco tem como base a informação estrutural do bioreceptor que permite a descoberta e síntese de compostos com complementaridade estérica, hidrofóbica e eletrostática ao seu sítio de ligação. Em todo este processo usamos a modelagem molecular como ferramenta. Como para os receptores canabinóides CB1 e CB2, o alvo protéico macromolecular ainda não foi determinado experimentalmente, construímos os modelos em um procedimento comparativo conhecido como modelagem molecular por homologia estrutural (SANTOS-FILHO; DEALENCASTRO,2003). Os canabinóides são uma classe de compostos que exerçam efeitos farmacológicos diretos sobre um determinado número de órgãos e normalmente relacionados ao sistema nervoso central.

MATERIAL E MÉTODOS:Para a obtenção dos modelos das proteínas CB1 e CB2 foi usado arquivos FASTA obtidos do banco de dados NCBI, então foi usado o software Modeller (SALI; BLUNDELL, 1993). Em seguida foi feito a simulação de docking como programa Autodock 4.2 (que usa algoritmo de busca, o algoritmo genético Lamarkiano), com um conjunto de moléculas das quais os melhores scores foi obtido com o ligante 1: 1- Hidroxi-6,6-dimetil-3-pentil-6H-benzo[c]cromeno-9-ácido carboxílico e ligante 2: 6,6,9-Trimetil-3-pentil-6H –benzo[c]cromeno-1,8-diol. O ancoramento foi verificado no sítio de ligação previsto por LIGSITE (HENDLICH; RIPPMANN, 1997). Desta forma obtemos dados de energia de ligação estimada, coeficiente de inibição e modo de ligação que puderam ser avaliados e comparados dados de referência (HOWLETt 2002).

RESULTADOS E DISCUSSÃO:Obtemos modelos C1 e CB2 com o programa Modeller e verificado a qualidade do modelo com o programa PROCHECK, que mostra que apenas poucos resíduos (1,8 % CB1 e 0,6 % CB2) estão em regiões desfavoráveis para o gráfico Ramachandran. Com a simulação de docking obtemos para CB1 Ligante 1, energia de ligação E= -9.09 kcal/mol e coeficiente de inibição Ki = 217.43 nM (nanomolar), interagindo com os resíduos Ser88 (ligação de hidrogênio de 1,82 A),Gly99, Trp241, Phe191; o Ligante 2 com a proteína CB2, E= -9.79 kcal/mol e Ki = 66.40 nM (nanomolar) interagindo com os resíduos tyr347, Leu76, Glu327 (1,97 A) e Lys219 (1,99 A); nos dois caso podemos verificar a possibilidade de interação com os resíduos do sítio de ligação conforme previsto pelo programa LIGSITE (Leis, Schneider ; Zacharias, 2010), os quais podem ser visto nas figuras 1 e 2 em anexo. Forma prevista do modo de ligação do Ligante 1, no sítio de ligação da proteína CB1.

Figura 2

Forma prevista do modo de ligação do Ligante 2, no sítio de ligação da proteína CB2.

CONCLUSÕES:Segundo os dados da literatura (HOWLWETT 2002), (MONTERO, et al, 2010) os Ligante 1 e 2 tem as melhores potencialidades dentro do conjunto de moléculas testadas, com relação aos valores de coeficiente de inibição estimados e com as características relacionadas a seletividade em relação aos receptores,característica desejável (DA SILVA; SILVA, 2006) visto que os ligantes 1 e 2 deve ter afinidade por um receptor canabinóide e pouca pelo outro. Assim o Ligante 1 teve E= -8.16 kcal/mol e Ki = 1.05 uM (micromolar); já para o Ligante 2 com CB, tivemos E= -8.18 kcal/mol e Ki = 1.01 uM (micromolar).

AGRADECIMENTOS:

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA:DA SILVA, .V. ; SILVA H.T.P Revista eletrônica de farmácia Vol. IV (1), 15-26, 2007
SANTOS-FILHO, O. A. DEALENCASTRO, R. B Quim. Nova, Vol. 26, No. 2, 253-259, 2003
SIMON LEIS, SEBASTIAN SCHENIDER AND MARTIN ZACHARIAS In Silico Prediction of Binding Sites on Proteins;. Current Medicinal Chemistry, 2010, 17, 1550-1562
MONTEIRO, C; CAMPILLO,N. E.; GOYA. European Journal of Medicinal Chemistry 40 (2005) 75–83
SALI, A.; BLUNDELL, T. L. Comparative protein modeling by satisfaction of spatial restraints. Journal of Molecular Biology. v. 234, p. 779-815, 1993.
HOWLETT et al (2002) Pharmacol.Rev. 54 161.

 

 

Fonte: http://www.abq.org.br/entequi/2012/trabalhos/50/50-2-9867.html

SOFTWARE MODELLER – MODELAGEM POR HOMOLOGIA

 

Sobre MODELLER


O software é usado para homologia ou modelagem comparativa de estruturas tridimensionais de proteínas (1,2). O usuário fornece um alinhamento de uma seqüência a ser modelada com estruturas relacionadas conhecidas e MODELLER calcula automaticamente um modelo contendo todos os átomos não-hidrogênio. MODELLER implementa modelagem comparativa de estrutura protéica por meio da satisfação de restrições espaciais (3,4) e pode realizar muitas tarefas adicionais, incluindo modelagem de novo de loops em estruturas de proteínas, otimização de vários modelos de estrutura proteica em relação a uma função objetiva definida flexivelmente Alinhamento múltiplo de sequências de proteínas e / ou estruturas, agrupamento, pesquisa de bases de dados de sequências, comparação de estruturas de proteínas, etc. MODELLER está disponível para download na maioria dos sistemas Unix / Linux, Windows e Mac.

Várias interfaces gráficas para MODELLER estão comercialmente disponíveis . Há também muitos outros recursos e pessoas usando o Modeller em interfaces gráficas ou da web ou outras estruturas.

  1. B. Webb, A. Sali. Modelagem Comparativa de Estrutura Protéica Usando o Modeller. Current Protocols in Bioinformatics 54, John Wiley & Sons, Inc., 5.6.1-5.6.37, 2016.
  2. MA Marti-Renom, A. Stuart, A. Fiser, R. Sánchez, F. Melo, A. Sali. Modelagem comparativa da estrutura protéica de genes e genomas. Annu Rev. Biophys. Biomol Struct. 29, 291-325, 2000.
  3. A. Sali e TL Blundell. modelagem de proteína comparativa pela satisfação de restrições espaciais. J. Mol. Biol. 234, 779-815, 1993.
  4. A. Fiser, RK Do e A. Sali. Modelagem de alças em estruturas de proteínas, Protein Science 9. 1753-1773, 2000.

A versão atual do Modeller é 9.21 , lançada em 11 de dezembro de 2018. Atualmente, o Modeller é mantido por Ben Webb .

 

 

 

 

 

Fonte: https://salilab.org/modeller/

Linguagem ladder

A linguagem Ladder foi originalmente desenvolvida para construir e melhor documentar circuitos a relés, utilizados em processos de produção [1]. Todos os dispositivos dos circuitos elétricos como botões, válvulas e solenoides podem ser representados em símbolos nos Diagramas Ladder, incluindo suas conexões.

Atualmente, a linguagem ladderdiagrama ladder ou diagrama de escada é um auxílio gráfico para programação de Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), no qual as funções lógicas são representadas através de contatos e bobinas, de modo análogo a um esquema elétrico com os contatos dos transdutores e atuadores. A linguagem ladder está entre as cinco linguagens de programação de CLPs definidas pela IEC 61131-3 : FBD (Function Block DiagramDiagrama de Blocos), LD (Ladder diagram, Diagrama Ladder), ST (Structured text, Texto Estruturado), IL (Instruction listLista de Instruções) e SFC (Sequential function chartDiagrama de Funções Sequenciais[2] [3].

O nome (ladder, escada em inglês) provém do fato que a disposição dos contatos e bobinas é realizada, de maneira geral, na vertical, que lembra o formato de uma escada. A cada lógica de controle se dá o nome de rung (degrau), composta por linhas e colunas [4].

A verificação do código pode variar entre as marcas de CLPs, mas é comum que a atualização seja feita da esquerda para a direita e de cima para baixo.

Visão Geral

A linguagem Ladder é uma linguagem de baixo nível utilizada para programar CLPs, capaz de realizar o controle de sistemas críticos e/ou industriais, substituindo os antigos circuitos controladores a relés que eram caros e de difícil manutenção, além de menos seguros. A principal vantagem de representar as lógicas de controle por meio de diagramas Ladder é que permite à engenheiros e técnicos de campo desenvolver “códigos” sem conhecimento prévio de outras lógicas de programação como o FORTRAN ou o C, devido à familiaridade com a lógica a relés. [5]

Um dos principais problemas apresentados pela linguagem é a incompatibilidade entre CLPs, mesmo entre modelos diferentes da mesma família. Embora a IEC 61131-3 tenha diminuído as diferenças mais marcantes entre os diferente CLPs, transferir um código de um controlador para o outro ainda pode ser um trabalho custoso.

Devido ao fato de todos os processos do diagrama serem realizados pelo processador (CPU) do CLP de forma sequencial, é preciso de um uma estrutura de loop que executa um certa quantidade de vezes por segundo, fazendo com que os resultados na saída sejam quase imediatos. Para isso, o CLP utiliza um Ciclo de Varredura que consiste nos seguintes passos:

  • Leitura das entradas e atualização da memória, que podem ser tantos as entradas externas como sensores e chaves, como entradas internas como valores de bobinas e temporizadores.
  • Execução do programa, onde todos os passos da programação são realizados, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Nenhum valor obtido nesse processo é utilizado nos cálculos, portanto se alguma bobina obter um novo valor e houver alguma chave associada a ela, esse valor não é alterado até a próxima execução do ciclo de varredura.
  • Escrita da memória e atualização das saídas, onde os novos valores obtidos no passo de Execução do programa são atualizados na memória e as saídas externas são alteradas.

Os componentes da linguagem

Existem 3 tipos de elementos na linguagem Ladder:

  • as entradas (ou contatos), que podem ler o valor de uma variável booleana;
  • as saídas (ou bobinas) que podem escrever o valor de uma variável booleana;
  • os blocos funcionais que permitem realizar funções avançadas.

Os elementos estão associados à variáveis internas que podem tanto ser virtuais como entradas e saídas físicas de um CLP.

As entradas (ou contatos)

Existem dois tipos de contatos:

  • O contato normalmente aberto (NA) (em inglês, NO normally open):
   X
--| |--  a instrução de LÓGICA DIRETA tem na programação o mesmo nível lógico vinculado ao endereçamento.

Tal contato está fechado quando a variável booleana associada (no nosso caso X) é verdadeira, caso contrário, ele está aberto.

  • O contato normalmente fechado (NF) (em inglês, NC normally closed):
   X
--|/|-- a instrução de LÓGICA INVERSA tem na programação o nível lógico inverso vinculado ao endereçamento.

Tal contato está aberto quando a variável booleana associada é verdadeira, caso contrário, ele está fechado.

As saídas (ou bobinas)

As saídas sempre são bobinas, relés contatores ou “de estado sólido” (óptico, PWM, DC, etc…). Tal saída está ativa quando a variável booleana associada é verdadeira, caso contrário, ela está inativa.

Assim como as entradas, há dois tipos de saídas (bobinas) principais:

  • A bobina normalmente aberta, energizada quando a variável booleana associada é verdadeira.
   X
--( )--  a instrução de SAÍDA LÓGICA tem na programação o resultado em nível lógico que à antecedi.

Tal contato está fechado quando a variável booleana associada (no nosso caso X) é verdadeira, caso contrário, ele está aberto.

  • A bobina normalmente fechada, energizada quando a variável booleana associada é falsa.
   X
--(/)-- a instrução de SAÍDA LÓGICA INVERTIDA tem na programação o resultado em nível lógico inverso que à antecedi.

Alguns tipos de bobinas especiais são chamadas Blocos Funcionais, por possuírem implementações mais complexas, como as bobinas de SET e RESET, que funcionam de forma semelhante a Latchs;

Os blocos funcionais

Os blocos funcionais permitem realizar operações mais complexas que a leitura ou escrita de variáveis. São exemplos de blocos funcionais os contadores, temporizadores, bobinas de set ou reset, etc. Utilizando Diagramas de Blocos, pode-se inclusive criar blocos personalizados (funções encapsuladas) definidas pelo usuário para facilitar a organização. Algumas IDEs fornecem outras opções de blocos funcionais como comparadores (maior que, menor que e igual a), operadores matemáticos (adição, subtração, multiplicação e divisão) e portas lógicas. Ainda há a opção de obter bibliotecas com blocos já prontos para uso. [6]

Temporizadores

Temporizadores são dispositivos utilizados para medir o tempo e atuar ao final do ciclo. Comumente os temporizadores são representados por dois símbolos, um indica um retardo na ativação e outro um retardo na desativação.

Na linguagem Ladder os temporizadores levam alguns argumentos para seu funcionamento, são eles:

  • Entrada para ativação;
  • Tempo a ser atingido (delay do sinal).

Para os temporizadores com delay na subida (TON), no momento que houver uma entrada verdadeira, o tempo programado começará a correr. Após o tempo determinado ser atingido, a saída do temporizador será verdadeira e permanecerá nesse estado enquanto a entrada for verdadeira. Quando o valor da entrada for falso o temporizador volta para o estado falso, sendo que caso outra entrada verdadeira seja aplica o processo ocorrerá novamente. Caso o sinal se torne falso antes de o temporizador atingir o valor máximo, sua contagem é resetada e a saída permanece falsa.

Para os temporizadores com delay na descida (TOF), no momento que aplicar-se uma entrada verdadeira, a saída do temporizador também será verdadeira. Quando o valor da entrada for de verdadeiro para falso, o temporizador contará o tempo programado e então sua saída se tornará falso quando o tempo pré-definido for atingido.

Os temporizadores tem uma grande importância na automatização de processos, devido ao fato de dar ao utilizador o controle do tempo de processos. Os temporizadores podem ser tanto digitais, sendo executados pelo processador, ou físicos, possuindo ligação com o CLP.

Contadores

Os contadores são usados para incrementar ou decrementar um valor até alcançar o número pré-determinado de um processo. As mudanças de estado de um sinal externo são acumuladas, não importando o tempo, apenas a transição. São normalmente conectados a sensores digitais e deste modo é possível controlar o número de pulsos no contador, e quando o valor desejado é alcançado a bobina ligada à saída é acionada. Contadores são retentivos e no caso de queda de energia o valor acumulado não será perdido.

Existem três tipos de contadores, os de contagem crescente (CTU), decrescente (CTD) e o crescente e decrescente (CTUD). Para usar um contador inicialmente é necessário definir uma tag do tipo COUNTER.

Os contadores crescentes (CTU, do inglês Count Up ou CTN,C,CTR) são representados pelo seguinte esquemático:

                CTU
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CU      Q  ┃┈┈
           ┈┃RESET      ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

Para o seu funcionamento, o sinal da entrada (associada com a variável CU, do tipo BOOL) deve variar de 0 a 1 fazendo com que o contador adicione um ao seu acumulador (CV, do tipo INT) até alcançar o seu valor limite (PV, do tipo INT) para tornar o valor da sua saída (Q, do tipo BOOL) verdadeira. Caso ocorrer o acionamento da variável do tipo BOOL- RESET, o valor do CV será resetado.

Exemplo de aplicação: contar o número de cerâmicas produzidas em uma olaria, ao atingir o valor limite a linha de produção é interrompida para a retirada do lote. Após é reiniciada a contagem.

Os contadores decrescentes (CTD, do inglês Count Down) são representados pelo seguinte esquemático:

                CTD
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CD      Q  ┃┈┈
           ┈┃LOAD       ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

O funcionamento do CTD é o contrário do CTU, o sinal da entrada (associada com a variável CD, do tipo BOOL) deve variar de 1 a 0 fazendo com que o contador decremente um ao seu acumulador (CV, do tipo INT) até alcançar o seu valor mínimo (PV, do tipo INT) para tornar o valor da sua saída (Q) verdadeira. Caso ocorrer o acionamento da variável –do tipo BOOL- LOAD, o valor do CV será resetado.

Exemplo de aplicação: um dispositivo de uma fábrica de doces capaz de trocar as embalagens de pacotes de balas é acionado quando o pacote que está sendo enchido, o qual comporta trinta unidades, estiver cheio.

Os contadores crescentes e decrescentes (CTUD, do inglês Count Up Down) são representados pelo esquemático:

                CTUD
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CU      QU ┃┈┈
           ┈┃CD      QD ┃┈┈    
           ┈┃RESET      ┃
           ┈┃LOAD       ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

O funcionamento do CTUD é a junção de ambos os contadores (CTU E CTD), no qual as variáveis do tipo BOOL QU e QD representam as saídas do contador crescente e do decrescente.

Exemplo de aplicação: cortar pedaços de madeira com determinados comprimentos.

Contadores em cascata: dependendo a aplicação se faz necessário contar eventos que excedem o máximo permitido pelo contador, sendo assim, é possível interconectar dois ou mais contadores usando em forma de cascata. A técnica consiste em acionar uma instrução de um contador a partir da saída de outro com instrução semelhante.

Exemplo de aplicação: monitoramento de hora usando três contadores, para representar horas, minutos e segundos. [7]

Bobinas SET/RESET

Representadas pela bobina padrão com uma letra S (Set) ou R (Reset), esse tipo de bobina armazena um estado (verdadeiro, se a bobina for SET e falso se a bobina for RESET) em uma variável booleana toda vez que uma borda de subida é identificada. O estado então será mantido mesmo com a desenergização da bobina, até que uma outra chamada futura altere seu valor. Esse tipo de bobina facilita a implementação de sistemas com memória.

Exemplos de Programação Ladder

A linguagem Ladder pode ser entendida como uma série de conexões de contatos e bobinas. O lado esquerdo do diagrama é energizado. Se um caminho puder ser traçado da esquerda para a direita e que conecte alguma bobina, então o valor dessa bobina será verdadeiro. Os contatos representam algum valor de entrada, enquanto o valor da “bobina” poderá ser revertido em uma saída física no CLP ou um bit que será usado em alguma outra parte do programa, utilizando-se o nome da bobina como contato.

 ------| |--------------------( )
      Chave                  Bobina

No diagrama acima, ao acionar a Chave, uma conexão é estabelecida entre o lado energizado e a Bobina, que portanto apresentará estado lógico verdadeiro. A maioria dos aparelhos apresentam algum tipo de lógica como esse para ligar e desligar. Note que é necessário que o botão/chave se mantenha pressionado para a bobina manter o estado lógico verdadeiro.

Portas Lógicas

Ver artigo principal: Porta Lógica

Os contatos e relés simples podem ser utilizados para construir portas lógicas, que servem para facilitar a resolução problemas devido ao fato de ser possível o uso de ferramentas para Álgebra Booleana como o Mapa de Karnaugh e Máquinas de Estados.

Porta Lógica AND

A porta lógica AND pode ser representada por dois contatos em série, já que os dois precisam estar ativos para a bobina ser ativada.

 ------| |--------------| |----------------( )
     Chave 1          Chave 2            Bobina

Porta lógica OR

A porta lógica OR pode ser representada por dois contatos em paralelo, já apenas um estando ativo permite a energização de toda a linha.

 --+-------| |-------+--------------------( )
   |     Chave 1     |                   Bobina
   |                 |
   +-------| |-------+
         Chave 2

Porta Inversora NOT

A porta inversora NOT pode ser representada por um contato ou uma bobina invertida (não ambos).

 ------|/|--------------------( )
      Chave                  Bobina

Porta XOR

Com o auxílio de outras portas lógicas, pode-se criar modelos mais complexos, como a porta XOR (OU exclusivo).

 ------|/|--------------| |--------+-------( )
     Chave 1          Chave 2      |     Bobina
                                   |
                                   |
 ------| |--------------|/|--------+
     Chave 1          Chave 2      

Contato de Selo (Trinco)

O contato de selo (ou trinco), também conhecido como Latch, está geralmente associado à botões de INICIAR e PARAR e possui a característica de se manter ativo mesmo quando a chave de início não está mais pressionada, sendo parado somente quando o botão PARAR (ou alguma outra interrupção) for pressionado.

Ao ativar a chave INICIAR, a Bobina é energizada, que por sua vez fecha a chave Bobina, que representa o estado da Bobina. Desse ponto em diante, o circuito só pode ser parado fechando a chave PARAR, que abre o circuito desenergizando a Bobina e voltando o estado lógico da chave Bobina para falso.

 ------| |---------+----|/|-------------( )
     INICIAR       |   PARAR          Bobina
                   |              
                   |              
 ------| |---------+
      Bobina              

Por medidas de segurança, é comum adicionar um contato de Parada de Emergência (P/E) que poderá ser ativada em alguma outra parte do programa.

 ------| |---------+----|/|------|/|-----( )
     INICIAR       |   PARAR     P/E    Bobina
                   |              
                   |              
 ------| |---------+
      Bobina              

Referências

  1.  All About Circuits. «”Ladder” Diagrams». Consultado em 17 de nov. de 2015
  2.  Rockwell Automation. «What is IEC 1131?». Consultado em 17 de nov. de 2015. Arquivado do original em 20 de novembro de 2015
  3.  Frank D. Petruzella (2014). Controladores Lógicos Programáveis. [S.l.]: AMGH. ISBN: 978850552829
  4.  Marcelo Georgini (2007). Descrição e Implementação de Sistemas Sequenciais com CLP. [S.l.]: Érica. ISBN: 9788571947245
  5.  W. Bolton (2006). Programmable Logic Controllers. [S.l.: s.n.] ISBN: 9780750681124
  6.  «Ladder Elements»http://www.unitronics.com. Consultado em 18 de novembro de 2015. Arquivado do original em 4 de março de 2016
  7.  INDUSTRIAL SYSTEMS. XGK/XGB Instructions and Programming. Disponível em: <http://htmmuh.com/Uploads/Dosyalar/506d4f4d-e026-4eba-aec6-b034d9280125.pdf#page=74>. Acesso em: 19 nov. 2016. PAREDE, Ismael Moura; GOMES, Luiz Eduardo Lemes. Contadores. Eletrônica: automação industrial. São Paulo: Fundação Padre Anchieta: 2011, p. 94-100. PETRUZELLA, Frank D. Programação de contadores. Controladores lógicos programáveis. 4. ed. Porto Alegre: AMGH: 2014, p. 347-351. SILVEIRA, Cristiano Bertulucci. A Função dos Contadores na Lógica LADDER. Disponível em: <https://www.citisystems.com.br/contadores-logica-ladder-clp/>. Acesso em: 19 nov. 2016.

Ligações externas

 

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_ladder

Molibdênio

molibdênio (português brasileiro) ou molibdénio (português europeu) é um elemento químico de símbolo Mo e número atômico 42. O nome é derivado do neo-latim Molybdaenum, do grego antigo Μόλυβδος molybdos que significa chumbo, uma vez que seus minérios eram confundidos com os de chumbo.[1] Minerais de molibdênio são conhecidos ao longo da história, mas o elemento só foi descoberto (no sentido de diferenciação como uma nova entidade a partir dos sais minerais de outros metais) em 1778 por Carl Wilhelm Scheele. O metal foi isolado pela primeira vez em 1781 por Peter Jacob Hjelm.

O molibdênio não é encontrado naturalmente como um metal livre na Terra, mas em vários estados de oxidação em minerais. O elemento livre, que é um metal de cor prateada, tem o sexto maior ponto de fusão de todos os elementos conhecidos. Forma prontamente ligas estáveis e duras com o carbono, e por esta razão a maior parte da produção mundial do elemento (aproximadamente 80%) é na fabricação do aço, incluindo ligas resistentes e superligas.

A maioria dos compostos tem baixa solubilidade em água, porém o íon molibdato MoO2−
4
 e é formado quando minerais contendo molibdênio entram em contato com o oxigênio e água. Industrialmente, compostos químicos de molibdênio (aproximadamente 14% da produção mundial), são usados em aplicações em alta temperatura e pressão, como pigmentos e catalisadores.

Enzimas contendo molibdênio são de longe a forma mais comum de catálise utilizada por algumas bactérias para quebrar a ligação química do nitrogênio molecular atmosférico, permitindo a fixação do nitrogênio. Pelo menos 50 enzimas com molibdênio são conhecidas em bactérias e animais, embora apenas algumas bactérias e cianobactérias estão envolvidas na fixação do nitrogênio. Estas nitrogenases contém molibdênio em uma forma diferente de outras enzimas, as quais contém molibdênio completamente oxidado incorporado em um cofator de molibdênio. Devido as diversas funções que várias enzimas com cofator de molibdênio, o elemento é requerido na dieta diária para todos os organismos eucariotas superiores, todavia não é requerido por todas as bactérias.

Propriedades físicas

O molibdênio é um metal de transição de coloração branco prateado e com uma dureza de 5,5 na escala de Mohs; além disso, tem um ponto de fusão de 2163ºC, o sexto maior entre os elementos naturais. Tem um dos menores coeficientes de expansão térmica entre os metais utilizados comercialmente,[2] e sua resistência à tração em fios aumenta três vezes, de aproximadamente 10 para 30 GPa, quando o diâmetro é reduzido para ~50–100 nm para 10 nm.[3]

Compostos e química

Oxidação
Estado
Example[4]
−2 Na2[Mo2(CO)10]
0 Mo(CO)6
+1 Na[C6H6Mo]
+2 MoCl2
+3 Na3[Mo(CN)]6
+4 MoS2
+5 MoCl5
+6 MoF6

Estrutura de Keggin do ânion fosfomolibdato (P[Mo12O40]3−), um exemplo de polioxometalato

O molibdênio é um metal de transição com uma eletronegatividade de 2,16 na escala de Pauling e tem uma massa atômica padrão de 95,95 g/mol.[5][6] Não reage de modo visível com o oxigênio ou água a temperatura ambiente, e grande parte da oxidação ocorre em temperaturas superiores a 600 °C, resultando no trióxido de molibdênio:

2 Mo + 3 O2 → 2 MoO3

O trióxido é volátil e sublima em altas temperaturas. Isto previne a formação de uma camada protetora de óxido, que poderia impedir a oxidação do metal.[7] O molibdênio possui vários estados de oxidação, sendo o mais estável o +4 e +6 (em negrito na tabela). A química e os compostos demonstram mais similaridade com o tungstênio do que com o cromo. Um exemplo é a instabilidade dos compostos de molibdênio (III) e tungstênio (III) comparados a estabilidade dos compostos de cromo (III). O maior estado de oxidação é comum no óxido de molibdênio (VI), ao passo que o composto sulfurado normal é o dissulfeto de molibdênio MoS2.[8]

O óxido de molibdênio (VI) é solúvel em bases fortes alcalinas aquosas, formando molibdatos (MoO42−), que são oxidantes mais fracos que os cromatos mas demonstram uma tendência similar a formar oxiânions complexos pela condensação em valores de pH baixos, tais como [Mo7O24]6− and [Mo8O26]4−. Polimolibdatos podem incorporar outros íons em suas estruturas, formando polioxometalatos.[9] O heteropolimolibdato que contém fósforo, P[Mo12O40]3− é utilizado na espectroscopia do ultravioleta visível para a detecção do fósforo.[10] A faixa ampla de estados de oxidação do molibdênio é evidente na variedade de cloretos que forma:[8]

A estrutura do MoCl2 é composta de aglomerados de Mo6Cl84+ com quatro íons cloreto para compensar a carga.[8]

Assim como o cromo e outros metais de transição, o molibdênio pode formar ligações quádruplas, tais como no Mo2(CH3COO)4. Este composto pode ser transformado no Mo2Cl84−, que também tem uma ligação quádrupla.[8]

O estado de oxidação 0 é possível com o monóxido de carbono como ligante, tal como no molibdênio hexacarbonil, Mo(CO)6.[8]

História

Carl Wilhelm Scheele enunciou que a molibdenita continha um novo elemento químico.[11]

Molibdenita – o principal minério do qual o molibdênio é extraído – era antigamente conhecida como Molibdena, que era confundida às vezes utilizada como grafite. A Molibdenita pode ser utilizada para escurecer a superfície ou como um sólido lubrificante, assim como o grafite.[12] Mesmo quando a Molibdenita era distinguível do grafite, era ainda confundida com o minério de chumbo galena; o nome do elemento veio do grego antigo Μόλυβδος molybdos, que significa chumbo.[2] Tem sido proposto que a palavra grega em si é uma palavra emprestada das línguas da região da Anatólia, atual Turquia.[13]

Apesar de uma liga de aço com molibdênio em uma espada japonesa do século XIV ter sido relatada, a técnica não foi amplamente empregada e posteriormente foi perdida.[14][15] Em 1754 no Ocidente, Bengt Andersson Qvist examinou a Molibdenita e constatou que ela não continha chumbo, e portanto não era o mesmo que a galena.[16]

Em 1778 o químico sueco Carl Wilhelm Scheele enunciou firmemente que a molibdenita não era de fato nem galena ou grafite.[11][17] Ao invéis disso, Scheele foi adiante e corretamente propôs que a Molibdenita era um minério de um novo elemento distinto, nomeado molybdenum para o mineral que o contém, e a partir do qual poderia ser isolado. Peter Jacob Hjelm isolou com sucesso o elemento a partir de uma redução com carbono e óleo de linhaça em 1781.[2][18]

Por aproximadamente um século após seu isolamento, o molibdênio não teve uso industrial em função de sua escassez relativa, dificuldade de extração do metal puro e a falta de maturidade das técnicas metalúrgicas apropriadas.[19][20][21] As primeiras ligas de aço com molibdênio demonstraram ser promissoras pelo aumento da dureza, mas esforços para manufaturá-las em larga escala foram travadas pelos resultados inconsistentes e a tendência de fragilidade e recristalização. Em 1906, William D. Coolidge solicitou uma patente para uma forma de molibdênio dúctil, para o seus uso em fornos de alta temperatura e como um suporte para o filamento de tungstênio em lâmpadas de bulbo; a oxidação e degradação requeriu que o molibdênio fosse fisicamente selado ou contido em um gás inerte.[22] Em 1913, Frank E. Elmore desenvolveu um processo de flotação para recuperar a molibdenita de minérios, método que permanece como o processo principal de isolamento do mineral.[23]

Durante a primeira Guerra Mundial, a demanda pelo elemento aumentou severamente; era usado tanto na blindagem de veículos quanto como um substituto para o tungstênio no aço rápido. Alguns tanques britânicos eram protegidos por 75 mm de blindagem de aço Hadfield porém isto se mostrou ineficiente. As blindagens foram substituídas com ligas de aço com molibdênio com 25 mm de espessura para aumento de velocidade dos veículos, maior facilidade de manobra e melhor proteção.[2] Os alemães também utilizaram molibdênio em ligas para a artilharia pesada. Isto foi porque o aço tradicional se fundia com o calor produzido para o lançamento de um projétil de uma tonelada.[24] Após a guerra, a demanda diminuiu até que avanços na metalurgia permitissem o desenvolvimento de aplicações de tempos de paz. Na Segunda Guerra, o molibdênio ganhou novamente importância estratégica como um substituto para o Tungstênio em ligas metálicas.[25]

Ocorrência e produção

Cristais lustrosos, prateados, planos e hexagonais em camadas quase paralelas dispostas em formato parecido com o de uma flor em um pedaço cristalino de quartzo.

Molibdenita no quartzo

O molibdênio é o 54º elemento mais abundante na crosta terrestre, e o 25º mais abundante nos oceanos, com uma concentração média de 10 partes por bilhão; e é o 42º elemento mais abundante no Universo.[2][26] A missão russa Luna 24 descobrindo um grão de molibdênio (1 × 0.6 µm) em um fragmento de piroxeno retirado da Mare Crisum na Lua.[27] A raridade relativa do molibdênio na crosta terrestre é compensada pela sua concentração em uma variedade de minérios insolúveis em água, Às vezes combinado com o enxofre, do mesmo modo que o cobre, que também é encontrado. Ainda que o elemento seja encontrado em minerais como a wulfenita (PbMoO4) e a Powellita(CaMoO4), a principal fonte comercial é a molibdenita (MoS2). O molibdênio é extraído com minério principal, e também é recuperado como um subproduto durante a extração do cobre e tungstênio.[1]

Historicamente a mina de Knaben, aberta em 1885 no sul da Noruega, foi a primeira dedicada a extração do molibdênio. Ficou fechada de 1973 a 2007, mas foi reaberta.[28] A produção mundial de molibdênio foi de 250 mil toneladas em 2011, sendo os maiores produtores a China (94.000 t), Estados Unidos (64.000 t), Chile (38.000 t), Peru (18.000 t) e México (12.000 t). As reservas mundiais estão estimadas em 10 milhões de toneladas, e em maior parte estão na China (4.3 Mt), Estados Unidos (2.7 Mt) e Chile (1.2 Mt). Por continente, 93% da produção é dividia em partes quase equivalentes entre América do Norte, América do Sul e China. A Europa e o resto da Ásia (principalmente Armênia, Rússia, Irã e Mongólia) produzem o remanescente.[29]

Tendência de produção mundial

No processamento da molibdenita, ela primeiramente é aquecida até 700°C e o sulfeto é oxidado para o óxido de molibdênio (IV) pelo ar:[8]

2 MoS2 + 7 O2 → 2 MoO3 + 4 SO2

O minério oxidado é ou aquecido para 1100°C para sublimação, ou lixiviado com Amônia, que reage com o óxido para formar molibdatos solúveis em água:

MoO3 + 2 NH4OH → (NH4)2(MoO4) + H2O

O cobre, uma impureza da molibdenita, é menos solúvel em amônia. Para a remoção completa da solução, é precipitado com sulfeto de hidrogênio.[8]

O molibdênio puro é produzido pela redução do óxido com hidrogênio, enquanto o molibdênio para a produção do aço é reduzido pela reação aluminotérmica com adição do ferro para produzir o ferromolibdênio, que comumente tem 60% de molibdênio.[8][30]

O molibdênio tem um valor aproximado de $30 mil por tonelada (preço de Agosto de 2009). Manteve um valor próximo de $10 mil por tonelada de 1977 até 2003, e alcançou, devido a um pico de demanda, um preço de $103 mil por tonelada em junho de 2005.[31] Em 2008, a London Metal Exchange anunciou que o elemento seria tratado como um commodity no câmbio.[32]

Aplicações

Ligas

Aproximadamente 86% da produção de molibdênio é utilizada em aplicações metalúrgicas tais como ligas, com o resto sendo usado como compostos em aplicações químicas, com 35% destinado a indústria de aços estruturais, 25% de aço inoxidável, 9% em aços rápidos e ferramentas, 6% em ferro fundido, 6% na forma do metal e 5% em superligas.[33]

A capacidade do molibdênio de resistir a temperaturas extremas sem expandir significativamente ou amolecer o torna útil em aplicações que envolvem calor intenso, incluindo fabricação de blindagens, partes de aeronaves, contatos elétricos, motores industriais e filamentos.[2][34][35]

A maioria das ligas de aço de alta resistência (por exemplo aços 41xx) contém de 0,25% a 8% de molibdênio.[1] Apesar das pequenas proporções, mais de 43 mil toneladas são usadas como um agente ligante a cada ano em aços inoxidáveis, ferramentas em aço, ferro fundido e superligas para alta temperatura.[26]

O molibdênio também é usado em ligas de aço devido a sua alta resistência à corrosão[36] e soldabilidade.[26][29]

Por causa de sua baixa densidade e preço mais estável, o molibdênio é algumas vezes utilizado no lugar do tungstênio.[26] Um exemplo é a série M de aços rápidos tais como M2, M4 e M42 em substituição a série T de aços rápidos, que contém tungstênio. O molibdênio pode ser implementando como um agente ligante e como uma cobertura de resistência a chama para outros metais. Embora o ponto de fusão seja 2623 ºC, o elemento rapidamente se oxida a temperatura superiores a 760 ºC tornando mais adequado para uso em ambiente com vácuo.[34]

TZM (Mo (~99%), Ti (~0.5%), Zr (~0.08%) e algum C) é uma superliga resistente a corrosão que resiste a sais de fluoretos fundidos a temperaturas superiores a 1300 ºC. Tem aproximadamente duas vezes a resistência do molibdênio puro, e é mais dútil e soldável, ademais em testes resistiu a corrosão de um sal eutético padrão e vapores de sais usados em reatores de sais fundidos por 1100 horas com pouca corrosão de difícil medição.[37][38]

Outras ligas baseadas em molibdênio e que não contém ferro têm aplicações limitadas. Por exemplo, por causa da resistência a corrosão contra o zinco fundido, ambos molibdênio puro e liga molibdênio/tungstênio (70%/30%) são usadas em tubulações, agitadores e bombas que estão em contato com o zinco fundido.[39]

Outras aplicações com o elemento puro

O pó do molibdênio é utilizado como um fertilizante para algumas plantas, tais como a couve-flor.[26] Na forma elemental também é utilizado em analisadores de NO, NO2, NOx para controle da poluição em plantas elétricas. A 350 ºC o elemento age como um catalisador para NO2/NOx para formar somente moléculas NO para leituras no infravermelho.[40]Anodos de molibdênio substituem o tungstênio em certas fontes de raio-X em baixa voltagem, para usos especializados como em mamografias.[41] O isótopo radioativo Molibdênio-99 é utilizado para gerar o Tecnécio-99m, que é utilizado para a imagiografia médica. O isótopo é armazenado e manuseado na forma de molibdatos.[42][43]

Compostos

dissulfeto de molibdênio (MoS2) é usado como um lubrificante sólido e agente anti-desgastante em altas pressões e temperaturas. Ele forma um filme resistente na superfície metálica e é um aditivo comum para graxas (em alta temperatura e pressão) – no caso de uma falha catastrófica da graxa, uma camada fina de molibdênio previne o contato das partes lubrificadas.[44] Também possui propriedades semicondutoras como vantagens distintas sobre o tradicional silicone ou aplicações eletrônicas com o grafeno.[45] MoS2também é usado como um cataliSador no hidrocraqueamento de frações do petróleo que contém nitrogênio, enxofre e oxigênio.[46]

Outros compostos, incluem:

  • Trióxido de molibdênio (MoO3): usado como um adesivo entre metais e esmaltes. O Molibdato de Chumbo co-precipitado com cromato de chumbo e sulfato de chumbo é um pigmento laranja brilhante usado em cerâmicas e plásticos.[48] Os catalisadores de óxidos mistos à base de molibdénio são utilizados para reacções de oxidação selectivas. As aplicações típicas são a oxidação de propano, propileno ou acroleína em ácido acrílico.[49][50][51][52]

Papel biológico

Bioquímica

Nitrogenases. O papel mais importante do Molibdênio em seres vivos é como um heteroátomo em sítios atívos de certas enzimas.[53] Na fixação do nitrogênio em certas bactérias,[54][55] a enzima nitrogenase, que é envolvida na etapa final da redução do nitrogênio molecular, normalmente contém o molibdênio no sítio ativo embora a substituição deste por ferro e vanádio também seja conhecida.[56]

A reação que a enzima nitrogenase realiza é:

{\displaystyle \mathrm {N_{2}+8\ H^{+}+8\ e^{-}+16\ ATP+16\ H_{2}O\longrightarrow 2\ NH_{3}+H_{2}+16\ ADP+16\ P_{i}} }

Com prótons e elétrons da cadeia de transporte de eléltros, o nitrogênio é reduzido a amônia e gás hidrogênio livre. Este é um processo que requer energia, exigindo a hidrólise do ATP no ADP mais um fosfato livre (Pi).

Em 2008, foi evidenciado que a escassez de molibdênio nos oceanos primitivos foi um fator limitante por aproximadamente dois bilhões de anos até a posterior evolução da vida eucariota (que incluem todas as plantas e animais) pois estas não conseguem fixar o nitrogênio, e portanto devem adquirir a maior parte do nitrogênio oxidado adequado para a criação de compostos orgânicos nitrogenados, ou os próprios organismos (como proteínas) a partir de bactérias procariotas.[57][58][59] A escassez de molibdênio resultoru em uma falta relativa de oxigênio nos oceanos primitivos. A maior parte dos compostos de molibdênio tem baixa solubilidade em água, mais o íon molibdato MoO42− é solúvel e é formado quando minerais contendo molibdênio entram em contato com o oxigênio e água. Uma vez que o oxigênio feito pela vida primitiva foi produzido na água do mar, ajudou a dissolver o molibdênio em molibdatos solúveis a partir dos minerais no fundo do oceano, tornando possível pela primeira vez a fixação do nitrogênio por bactérias, e permitindo a elas prover mais compostos de nitrogênio fixado utilizáveis por formas superiores de vida. Em 2013, foi sugerida a possibilidade que o boro e o molibdênio catalisaram a produção do RNA em Marte com a vida sendo transferida para a terra por um meteorito por volta de três bilhões de anos atrás.[60]

Apesar do oxigênio tivesse promovido a fixação do nitrogênio ao tornar o molibdênio solúvel em água, também envenena diretamente as enzimas de nitrogenase. Assim na história antiga da Terra, após o oxigênio ter alcançado largas quantidades na água e no ar, organismos que continuaram a fixar o nitrogênio em condições aeróbicas precisaram isolar e proteger suas enzimas fixadoras de nitrogênios em heterocistos, ou estruturas protetoras similares do oxigênio disponível. Esta isolação estrutural nas reações de fixação do nitrogênio em organismos aeróbicos continua até a atualidade.

Estrutura da molécula molibdopterina com um único átomo de molibdênio ligado a um grupo tiolato

cofator de molibdênio (imagem) é composto de uma molécula orgânica complexa chamada molibdopterina, que se liga a um átomo de molibdênio (VI) oxidado através do átomo de enxofre adjacente (ou ocasionalmente o selênio). Exceto pelas nitrogenases primitivas, todas as enzimas de molibdênio conhecidas usam este cofator.

Enzimas com cofator de molibdênio. Embora o molibdênio forme compostos com várias moléculas orgânicas, incluindo carboidratos e aminoácidos, ele é transportado através do corpo humano como um molibdato MoO42−.[61] Até 2002, pelo menos 50 enzimas contendo molibdênio eram conhecidas, a maior parte em bactérias, e seu número aumenta a cada ano;[62][63] tais enzimas incluem a aldeído oxidasesulfito oxidase e a xantina oxidase.[2] Em alguns animais, e em humanos, a oxidação da xantina em ácido úrico, um processo do catabolismo da purina, é catalisada pela xantina oxidase. A atividade da xantina oxidase é diretamente proporcional a quantidade de molibdênio no organismo. Entretanto, uma concentração muito alta do elemento pode reverter a tendência e agir como um inibidor tanto no catabolismo da purina quanto em outros processos. A concentração de molibdênio também afeta síntese proteica, o metabolismo e o crescimento.[61]

Em animais e plantas um composto tricíclico chamado molibdopterina (que, apesar do nome, não contém o molibdênio) reage com o molibdato para formar um cofator contendo molibdênio denominado cofator de molibdênio. Protegidas da nitrogenases da filogenética primitiva, que incluem a fixação do nitrogênio em algumas bactérias e cianobactérias, todas as enzimas contendo molibdênio identificadas até a atualidade na natureza utilizam o cofator de molibdênio, no qual o elemento está no estado oxidativo VI, o mesmo que o do molibdato.[64] Enzimas de molibdênio em plantas e animais podem catalisar a oxidação e algumas vezes a redução de certas moléculas pequenas, como parte da regulação do ciclo do nitrogêniociclo do enxofre e ciclo do carbono.[65]

Ingestão diária e deficiência

O molibdênio é um elemento químico essencial para a vida dos animais.[66] Quatro enzimas com dependência de molibdênio em mamíferos são conhecidas, todas baseadas na pterina no cofator de molibdênio do sítio ativo: sulfito oxidasexantina oxidase e aldeído oxidase.[67] Pessoas com deficiência em molibdênio tem um funcionamento deficiente da sulfito oxidase e são propensas a reações tóxicas de sulfitos nos alimentos.[68][69] O corpo humano contém aproximadamente 0,07 mg de molibdênio por quilograma do peso corporal.[70] Ocorrem em concentrações superiores no fígado e rins, e em concentrações menores nas vértebras.[26] O elemento também está presente dentro do esmalte dentárioe pode ajudar a prever sua queda.[71]

A ingestão diária de molibdênio varia de 0,12 a 0,24 mg, dependendo do teor de molibdênio no alimento.[72] Carnes de suínos, ovinos e bifes de fígado tem aproximadamente 1,5 partes por milhão de molibdênio. Outras fontes relevantes incluem feijões verdes, ovos, sementes de girassol, farinha de trigo, lentilhas, pepinos e cereais em grãos.[2] A toxicidade aguda não foi observada em humanos e depende fortemente do estado químico do elemento. Estudos com ratos demonstram uma dose letal mediana (LD50) menor que 180 mg/kg para alguns compostos.[73] Embora dados sobre a toxicidade em humanos não estejam disponíveis, estudos com animais têm demonstrado que a ingestão crônica de mais de 10 mg/dia pode causar diarreia, retardo no crescimento, infertilidade, baixo peso de recém-nascidos e gota; também pode afetar os pulmões, rins e o fígado.[72][74] O tungstato de sódio é um inibidor competitivo do molibdênio e dietas com tungstênio reduzem a concentração do molibdênio em tecidos.[26]

A deficiência de molibdênio na dieta a partir baixa concentração no solo tem sido associada com um aumento da taxa de câncer de esôfago em parte do norte da china até o Irão.[75][76] Comparados com os Estados Unidos, onde existe um grande suprimento do elemento no solo, pessoas nestas áreas deficientes têm um risco 16 vezes maior de desenvolver câncer esofágico e carcinoma de células escamosas.[77][carece de fontes]

A deficiência no elemento também tem sido relatada como uma consequência da nutrição parenteral total (alimentação intravenosa completa) por longos períodos de tempo. Resulta em altos níveis sanguíneos de sulfitos e ácido úrico, quase do mesmo modo que a deficiência no cofator de molibdênio. Todavia, uma vez que presumivelmente a deficiência em molibdênio a partir deste mecanismo é observada primariamente em adultos, as consequências neurológicas não têm sido sinalizadas como para a deficiência de um fator congênito.[78]

Doenças relacionadas

Uma doença congênita da deficiência do cofator de molibdênio, observada em crianças, resulta na interferência da capacidade do organismo de usar o molibdênio em enzimas. Causa altos níveis de sulfitos e ácido úrico, e danos neurológicos.[79][80]

Antagonismo Cobre-Molibdênio

Altos níveis de molibdênio podem interferir na captação do Cobre, provocando a deficiência de cobre. O molibdênio previne proteínas de se ligar ao cobre, e também aumentam a quantidade de cobre que é excretado na urina. Ruminantes que consumem grandes quantidades de molibdênio desenvolvem sintomas que incluem diarreia, crescimento atrofiado, anemia e perda do pigmento do cabelo. Estes sintomas podem ser aliviados pela administração de mais cobre no organismo, tanto na forma de injeção quanto por uma dieta regulada.[81] A condição, como uma efetiva deficiência de cobre, pode ser agravada por excesso de Enxofre.[26][82]

A redução ou deficiência de cobre também pode ser deliberadamente reduzida para propósitos terapêuticos pelo composto tetratiomolibdato de amónio, no qual o ânion vermelho brilhante de tetratiomolibdato é um agente quelante do cobre. O composto foi usado pela primeira vez com este propósito para no tratamento da toxicose de cobre em animais. Foi então introduzido como forma de tratamento para doença de Wilson, uma desordem metabólica do cobre que é hereditária em humanos; o composto age tanto pela competição na absorção do cobre no intestino e no aumento da excreção do elemento. Também foi descoberto que tem efeito inibidor na angiogênese, potencialmente pela inibição do íon cobre do processo de translocação da membrana envolvendo um caminho de secreção não-clássico.[83] Isto é um tratamento investigatório interessante para o câncer, degeneração macular relacionada a idade e outras doenças com característica deposição no sangue.[84][85]

Isótopos

O molibdênio tem 6 isótopos estáveis e cerca de duas dezenas de radioisótopos, a maior parte com tempos de vida média da ordem de segundos. O 99Mo se usa em geradores de 99Mo / 99mTc para a indústria de isótopos nucleares. Estima-se que este mercado de produtos de 99Tc mova aproximadamente 100 milhões de euros ao ano.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b c Lide, David R., ed. (1994). «Molybdenum». CRC Handbook of Chemistry and Physics4. [S.l.]: Chemical Rubber Publishing Company. p. 18. ISBN 0-8493-0474-1
  2. ↑ Ir para:a b c d e f g h Emsley, John (2001). Nature’s Building Blocks. Oxford: Oxford University Press. pp. 262–266. ISBN 0-19-850341-5
  3.  Shpak, Anatoly P.; Kotrechko, Sergiy O.; Mazilova, Tatjana I; Mikhailovskij, Igor M (2009). «Inherent tensile strength of molybdenum nanocrystals». Science and Technology of Advanced Materials10 (4): 045004. Bibcode:2009STAdM..10d5004Sdoi:10.1088/1468-6996/10/4/045004
  4.  Schmidt, Max (1968). «VI. Nebengruppe». Anorganische Chemie II. (em German). [S.l.]: Wissenschaftsverlag. pp. 119–127
  5.  M. E. Wieser; M. Berglund (2009). «Atomic weights of the elements 2007 (IUPAC Technical Report)» (PDF). Pure and Applied Chemistry81 (11): 2131–2156. doi:10.1351/PAC-REP-09-08-03
  6.  Meija, J.; et al. (2013). «Current Table of Standard Atomic Weights in Alphabetical Order: Standard Atomic weights of the elements». Consultado em 13 de março de 2015. Arquivado do original em 29 de abril de 2014
  7.  Davis, Joseph R. (1997). Heat-resistant materialsMolybdenum. [S.l.]: ASM International. p. 365. ISBN 0-87170-596-6
  8. ↑ Ir para:a b c d e f g h Holleman, Arnold F.; Wiberg, Egon; Wiberg, Nils (1985). Lehrbuch der Anorganischen Chemie 91–100 ed. [S.l.]: Walter de Gruyter. pp. 1096–1104. ISBN 3-11-007511-3
  9.  Pope, Michael T.; Müller, Achim (1997). «Polyoxometalate Chemistry: An Old Field with New Dimensions in Several Disciplines». Angewandte Chemie International Edition30: 34. doi:10.1002/anie.199100341
  10.  Nollet, Leo M. L., ed. (2000). Handbook of water analysis. New York, NY: Marcel Dekker. pp. 280–288. ISBN 978-0-8247-8433-1
  11. ↑ Ir para:a b Gagnon, Steve. «Molybdenum». Jefferson Science Associates, LLC. Consultado em 6 de maio de 2007
  12.  Lansdown, A. R. (1999). Molybdenum disulphide lubricationTribology and Interface Engineering35. [S.l.]: Elsevier. ISBN 978-0-444-50032-8
  13.  Melchert, Craig. «Greek mólybdos as a Loanword from Lydian» (PDF). University of North Carolina at Chapel Hill. Consultado em 23 de abril de 2011
  14.  International Molybdenum Association, “Molybdenum History” Arquivado em 22 de julho de 2013, no Wayback Machine.
  15.  Institute, American Iron and Steel (1948). Accidental use of molybdenum in old sword led to new alloy. [S.l.: s.n.]
  16.  Van der Krogt, Peter (10 de janeiro de 2006). «Molybdenum»Elementymology & Elements Multidict. Consultado em 20 de maio de 2007
  17.  Scheele, C. W. K. (1779). «Versuche mit Wasserbley;Molybdaena»Svenska vetensk. Academ. Handlingar40: 238
  18.  Hjelm, P. J. (1788). «Versuche mit Molybdäna, und Reduction der selben Erde»Svenska vetensk. Academ. Handlingar49: 268
  19.  Hoyt, Samuel Leslie (1921). Metallography, Volume 2. [S.l.]: McGraw-Hill
  20.  Krupp, Alfred; Wildberger, Andreas (1888). The metallic alloys: A practical guide for the manufacture of all kinds of alloys, amalgams, and solders, used by metal-workers … with an appendix on the coloring of alloys. [S.l.]: H.C. Baird & Co. p. 60
  21.  Gupta, C.K. (1992). Extractive Metallurgy of Molybdenum. [S.l.]: CRC Press. ISBN 978-0-8493-4758-0
  22.  Reich, Leonard S (22 de agosto de 2002). The Making of American Industrial Research: Science and Business at Ge and Bell, 1876–1926. [S.l.: s.n.] p. 117. ISBN 9780521522373
  23.  Vokes, Frank Marcus (1963). Molybdenum deposits of Canada. [S.l.: s.n.] p. 3
  24.  Sam Kean. The Disappearing Spoon. Page 88–89
  25.  Millholland, Ray (agosto de 1941). «Battle of the Billions: American industry mobilizes machines, materials, and men for a job as big as digging 40 Panama Canals in one year»Popular Science: 61
  26. ↑ Ir para:a b c d e f g h Considine, Glenn D., ed. (2005). «Molybdenum». Van Nostrand’s Encyclopedia of Chemistry. New York: Wiley-Interscience. pp. 1038–1040. ISBN 978-0-471-61525-5
  27.  Jambor, J.L.; et al. (2002). «New mineral names» (PDF). American Mineralogist87: 181
  28.  Langedal, M (1997). «Dispersion of tailings in the Knabena—Kvina drainage basin, Norway, 1: Evaluation of overbank sediments as sampling medium for regional geochemical mapping». Journal of Geochemical Exploration58 (2–3): 157. doi:10.1016/S0375-6742(96)00069-6
  29. ↑ Ir para:a b «Molybdenum Statistics and Information». U.S. Geological Survey. 10 de maio de 2007. Consultado em 10 de maio de 2007
  30.  Gupta, C. K. (1992). Extractive Metallurgy of Molybdenum. [S.l.]: CRC Press. pp. 1–2. ISBN 978-0-8493-4758-0
  31.  «Dynamic Prices and Charts for Molybdenum». InfoMine Inc. 2007. Consultado em 7 de maio de 2007
  32.  «LME to launch minor metals contracts in H2 2009». London Metal Exchange. 4 de setembro de 2008. Consultado em 28 de julho de 2009. Arquivado do original em 6 de maio de 2009
  33.  Pie chart of world Mo uses Arquivado em 10 de março de 2012, no Wayback Machine.. London Metal Exchange.
  34. ↑ Ir para:a b «Molybdenum». AZoM.com Pty. Limited. 2007. Consultado em 6 de maio de 2007
  35.  «Espacenet – Bibliographic data»worldwide.espacenet.com (em inglês). Consultado em 26 de março de 2017 horizontal tab character character in |titulo= at position 13 (ajuda)
  36.  Neto, Pereira; Olímpio, Joaquim; Silva, Raphael Oliveira da; Silva, Edilaine Honório da; Moreto, Jeferson Aparecido; Bandeira, Rafael Marinho; Manfrinato, Marcos Dorigão; Rossino, Luciana Sgarbi; Neto, Pereira (1 de dezembro de 2016). «Wear and Corrosion Study of Plasma Nitriding F53 Super duplex Stainless Steel»Materials Research19 (6): 1241–1252. ISSN 1516-1439doi:10.1590/1980-5373-mr-2015-0656
  37.  Smallwood, Robert E. (1984). «TZM Moly Alloy». ASTM special technical publication 849: Refractory metals and their industrial applications: a symposium. [S.l.]: ASTM International. p. 9. ISBN 9780803102033
  38.  «Compatibility of Molybdenum-Base Alloy TZM, with LiF-BeF2-ThF4-UF4». Oak Ridge National Laboratory Report. Dezembro de 1969. Consultado em 2 de setembro de 2010
  39.  Cubberly, W. H.; Bakerjian, Ramon (1989). Tool and manufacturing engineers handbook. [S.l.]: Society of Manufacturing Engineers. p. 421. ISBN 978-0-87263-351-3
  40.  Lal, S.; Patil, R. S. (2001). «Monitoring of atmospheric behaviour of NOx from vehicular traffic». Environmental Monitoring and Assessment68 (1): 37–50. PMID 11336410doi:10.1023/A:1010730821844
  41.  Lancaster, Jack L. «Ch. 4: Physical determinants of contrast». Physics of Medical X-Ray Imaging (PDF). [S.l.]: University of Texas Health Science Center. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Arquivado do original (PDF) em 10 de outubro de 2015
  42.  Theodore Gray. The Elements. pp. 105–107
  43.  Gottschalk, A (1969). «Technetium-99m in clinical nuclear medicine». Annual review of medicine20 (1): 131–40. PMID 4894500doi:10.1146/annurev.me.20.020169.001023
  44.  Winer, W. (1967). «Molybdenum disulfide as a lubricant: A review of the fundamental knowledge». Wear10 (6): 422. doi:10.1016/0043-1648(67)90187-1
  45.  «New transistors: An alternative to silicon and better than graphene»Physorg.com. 30 de janeiro de 2011. Consultado em 30 de janeiro de 2011
  46.  Topsøe, H.; Clausen, B. S.; Massoth, F. E. (1996). Hydrotreating Catalysis, Science and Technology. Berlin: Springer-Verlag
  47.  Moulson, A. J.; Herbert, J. M. (2003). Electroceramics: materials, properties, applications. [S.l.]: John Wiley and Sons. p. 141. ISBN 0-471-49748-7
  48.  International Molybdenum Association. imoa.info.
  49.  Kinetic studies of propane oxidation on Mo and V based mixed oxide catalysts (PDF). Tese de doutorado. [S.l.: s.n.] 2011
  50.  «Surface chemistry of phase-pure M1 MoVTeNb oxide during operation in selective oxidation of propane to acrylic acid» (PDF). Journal of Catalysis285: 48-60. 2012. doi:10.1016/j.jcat.2011.09.012. Arquivado do original (PDF) em 30 de outubro de 2016
  51.  «Multifunctionality of Crystalline MoV(TeNb) M1 Oxide Catalysts in Selective Oxidation of Propane and Benzyl Alcohol»ACS Catalysisdoi:10.1021/cs400010q
  52.  «The reaction network in propane oxidation over phase-pure MoVTeNb M1 oxide catalysts» (PDF). Journal of Catalysis311: 369-385. 2014. doi:10.1016/j.jcat.2013.12.008. Arquivado do original (PDF) em 15 de fevereiro de 2016
  53.  Mendel, Ralf R. (2013). «Chapter 15 Metabolism of Molybdenum». In: Banci, Lucia (Ed.). Metallomics and the Cell. Col: Metal Ions in Life Sciences. 12. [S.l.]: Springer. ISBN 978-94-007-5560-4ISSN 1559-0836doi:10.1007/978-94-007-5561-10_15 electronic-book ISBN 978-94-007-5561-1 electronic-issn 1868-0402
  54.  Silva, Alinne da; Franzini, Vinícius I.; Piccolla, Cristiano D.; Muraoka, Takashi; Silva, Alinne da; Franzini, Vinícius I.; Piccolla, Cristiano D.; Muraoka, Takashi (1 de fevereiro de 2017). «Molybdenum supply and biological fixation of nitrogen by two Brazilian common bean cultivars»Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental21 (2): 100–105. ISSN 1415-4366doi:10.1590/1807-1929/agriambi.v21n2p100-105
  55.  Vieira, Rogerio Faria; Lima, Renan Cardoso; Prado, Adalgisa Leles do; Júnior, Trazilbo José de Paula; Soares, Bruno de Almeida (2 de setembro de 2016). «Split application of molybdic fertilizer at the reproductive stage of common bean increases the molybdenum content in seed»Acta Scientiarum. Agronomy (em inglês). 38 (4): 529–533. ISSN 1807-8621doi:10.4025/actasciagron.v38i4.30536
  56.  Dos Santos, Patricia C.; Dean, Dennis R. (2008). «A newly discovered role for iron-sulfur clusters»PNAS105 (33): 11589–11590. Bibcode:2008PNAS..10511589DPMC 2575256Acessível livrementePMID 18697949doi:10.1073/pnas.0805713105
  57.  Scott, C.; Lyons, T. W.; Bekker, A.; Shen, Y.; Poulton, S. W.; Chu, X.; Anbar, A. D. (2008). «Tracing the stepwise oxygenation of the Proterozoic ocean». Nature452 (7186): 456–460. Bibcode:2008Natur.452..456SPMID 18368114doi:10.1038/nature06811
  58.  «International team of scientists discover clue to delay of life on Earth». Eurekalert.org. Consultado em 25 de outubro de 2008
  59.  «Scientists uncover the source of an almost 2 billion year delay in animal evolution». Eurekalert.org. Consultado em 25 de outubro de 2008
  60.  «Primordial broth of life was a dry Martian cup-a-soup»New Scientist. 29 de agosto de 2013. Consultado em 29 de agosto de 2013
  61. ↑ Ir para:a b Mitchell, Phillip C. H. (2003). «Overview of Environment Database». International Molybdenum Association. Consultado em 5 de maio de 2007. Arquivado do original em 18 de outubro de 2007
  62.  Enemark, John H.; Cooney, J. Jon A.; Wang, Jun-Jieh; Holm, R. H. (2004). «Synthetic Analogues and Reaction Systems Relevant to the Molybdenum and Tungsten Oxotransferases». Chem. Rev104 (2): 1175–1200. PMID 14871153doi:10.1021/cr020609d
  63.  Mendel, Ralf R.; Bittner, Florian (2006). «Cell biology of molybdenum». Biochimica et Biophysica Acta1763 (7): 621–635. PMID 16784786doi:10.1016/j.bbamcr.2006.03.013
  64.  Fischer, B; Enemark, JH; Basu, P (1998). «A chemical approach to systematically designate the pyranopterin centers of molybdenum and tungsten enzymes and synthetic models». Journal of Inorganic Biochemistry72 (1–2): 13–21. PMID 9861725doi:10.1016/S0162-0134(98)10054-5. Summarized in MetaCyc Compound: molybdopterin. Accessed Nov. 16, 2009.
  65.  Kisker, C.; Schindelin, H.; Baas, D.; Rétey, J.; Meckenstock, R.U; Kroneck, P.M.H (1999). «A structural comparison of molybdenum cofactor-containing enzymes». FEMS Microbiol. Rev22 (5): 503–521. PMID 9990727doi:10.1111/j.1574-6976.1998.tb00384.x
  66.  Schwarz, Guenter; Belaidi, Abdel A. (2013). «Chapter 13. Molybdenum in Human Health and Disease». In: Astrid Sigel; Helmut Sigel; Roland K. O. Sigel. Interrelations between Essential Metal Ions and Human Diseases. Col: Metal Ions in Life Sciences. 13. [S.l.]: Springer. pp. 415–450. doi:10.1007/978-94-007-7500-8_13
  67.  Mendel, Ralf R. (2009). «Cell biology of molybdenum». BioFactors35 (5): 429–34. PMID 19623604doi:10.1002/biof.55
  68.  Blaylock Wellness Report, February 2010, page 3.
  69.  Cohen, HJ; Drew, RT; Johnson, JL; Rajagopalan, KV (1973). «Molecular Basis of the Biological Function of Molybdenum. The Relationship between Sulfite Oxidase and the Acute Toxicity of Bisulfite and SO2»Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America70 (12 Pt 1–2): 3655–3659. Bibcode:1973PNAS…70.3655CPMC 427300Acessível livrementePMID 4519654doi:10.1073/pnas.70.12.3655
  70.  Holleman, Arnold F.; Wiberg, Egon (2001). Inorganic chemistry. [S.l.]: Academic Press. p. 1384. ISBN 0-12-352651-5
  71.  Curzon, M. E. J.; Kubota, J.; Bibby, B. G. (1971). «Environmental Effects of Molybdenum on Caries» (PDF). Journal of Dental Research50 (1): 74–77. doi:10.1177/00220345710500013401
  72. ↑ Ir para:a b Coughlan, M. P. (1983). «The role of molybdenum in human biology». Journal of Inherited Metabolic Disease6 (S1): 70–77. PMID 6312191doi:10.1007/BF01811327
  73.  «Risk Assessment Information System: Toxicity Summary for Molybdenum». Oak Ridge National Laboratory. Consultado em 23 de abril de 2008. Arquivado do original em 19 de setembro de 2007
  74.  Barceloux‌, Donald G.; Barceloux, Donald (1999). «Molybdenum». Clinical Toxicology37(2): 231–237. PMID 10382558doi:10.1081/CLT-100102422
  75.  Yang, Chung S. (1980). «Research on Esophageal Cancer in China: a Review» (PDF). Cancer Research40 (8 Pt 1): 2633–44. PMID 6992989
  76.  Nouri, Mohsen; Chalian, Hamid; Bahman, Atiyeh; Mollahajian, Hamid; et al. (2008). «Nail Molybdenum and Zinc Contents in Populations with Low and Moderate Incidence of Esophageal Cancer» (PDF). Archives of Iranian Medicine11: 392
  77.  Taylor, Philip R.; Li, Bing; Dawsey, Sanford M.; Li, Jun-Yao; Yang, Chung S.; Guo, Wande; Blot, William J. (1994). «Prevention of Esophageal Cancer: The Nutrition Intervention Trials in Linxian, China» (PDF). Cancer Research54 (7 Suppl): 2029s–2031s. PMID 8137333. Consultado em 6 de março de 2015. Arquivado do original (PDF) em 4 de junho de 2016
  78.  Abumrad, NN (1984). «Molybdenum—is it an essential trace metal?»Bulletin of the New York Academy of Medicine60 (2): 163–71. PMC 1911702Acessível livrementePMID 6426561
  79.  Smolinsky, B.; Eichler, S. A.; Buchmeier, S.; Meier, J. C.; Schwarz, G.; et al. (2008). «Splice-specific Functions of Gephyrin in Molybdenum Cofactor Biosynthesis»Journal of Biological Chemistry283 (25): 17370–9. PMID 18411266doi:10.1074/jbc.M800985200
  80.  Reiss, J. (2000). «Genetics of molybdenum cofactor deficiency». Human Genetics106(2): 157–63. PMID 10746556doi:10.1007/s004390051023
  81.  Suttle, N. F. (1974). «Recent studies of the copper-molybdenum antagonism». CABI Publishing. Proceedings of the Nutrition Society33 (3): 299–305. PMID 4617883doi:10.1079/PNS19740053
  82.  Hauer, Gerald Copper deficiency in cattle. Bison Producers of Alberta. Accessed Dec. 16, 2010.
  83.  Nickel, W (2003). «The Mystery of nonclassical protein secretion, a current view on cargo proteins and potential export routes». Eur. J. Biochem. 270 (10): 2109–2119. PMID 12752430doi:10.1046/j.1432-1033.2003.03577.x
  84.  Brewer GJ; Hedera, P; Kluin, KJ; Carlson, M; Askari, F; Dick, RB; Sitterly, J; Fink, JK; et al. (2003). «Treatment of Wilson disease with ammonium tetrathiomolybdate: III. Initial therapy in a total of 55 neurologically affected patients and follow-up with zinc therapy». Arch Neurol60 (3): 379–85. PMID 12633149doi:10.1001/archneur.60.3.379
  85.  Brewer, GJ; Dick, RD; Grover, DK; Leclaire, V; Tseng, M; Wicha, M; Pienta, K; Redman, BG; Jahan, T; Sondak, VK; Strawderman, M; LeCarpentier, G; Merajver, SD (2000). «Treatment of metastatic cancer with tetrathiomolybdate, an anticopper, antiangiogenic agent: Phase I study». Clinical cancer research : an official journal of the American Association for Cancer Research6 (1): 1–10. PMID 10656425

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Molibd%C3%AAnio

SEL-751A

SEL-751A
Relé de Proteção do Alimentador
O Relé de Proteção de Alimentadores SEL-751A é a solução certa para proteção de alimentadores industriais e de concessionárias de serviços públicos, com opções de E/S flexíveis, montagem fácil e configuração rápida.

O SEL-751A oferece proteção completa do alimentador com elementos de sobrecorrente, sobretensão, subcorrente e frequência. Atualize facilmente a proteção sem cortes ou perfurações de recortes existentes, com um fator de forma pequeno e vários adaptadores de montagem. Integre rapidamente a comunicações seriais ou em Ethernet com IEC 61850, comunicações Mirrored Bits e outros protocolos.

Aplicações
Proteção do alimentador –Proteja completamente a distribuição de circuitos radiais e em loop, incluindo sobrecorrente-tempo, sobrecorrente direcional, religação automática, sub/sobretensão, frequência e muito mais.

Atenuação do arco elétrico –Melhora a segurança pessoal com possibilidade de detecção de arco elétrico opcional. O SEL-751A oferece detecção de arco elétrico em sobrecorrente de alta e baixa velocidade. Essa combinação é a solução ideal para velocidade e segurança.

Automação e Controle –Use o SEL-751A em alimentadores e ofereça mais proteção, automação e controle, tudo em um único pacote. Equações de controle SELogic compatíveis com várias aplicações automatizadas sem a necessidade de controladores de automação adicionais. Os botões configuráveis do painel frontal podem substituir os controles de painéis convencionais e simplificar as aplicações e fiações em geral.

Análises de eventos –Realize análises pós-eventos de maneira mais eficaz com os registros detalhados de eventos disponíveis no SEL-751A. Combine informações oscilográficas e digitais para encontrar a causa raiz. Adicione uma fonte de tempo sincronizada por satélite, como os Relógios Sincronizados por Satélite SEL-2401 ou SEL-2407, para o alinhamento conveniente das informações de eventos fornecidas por vários dispositivos.

Consciência situacional –Aumente a consciência situacional e a utilização dos ativos com a medição dos sincrofasores IEEE C37.118. Combine as informações dos sincrofasores de todo o sistema para compreender as tendências do sistema, tomar decisões com base em medições de estado e não em estimativas, e para obter auxílio na análise de pós-eventos.

Confiável em ambientes adversos –Confie no SEL-751A para aplicações de proteção e controle, mesmo em ambientes adversos e perigosos. O SEL-751A foi projetado e testado para atender e superar os requisitos industriais e das concessionárias de serviços públicos. A faixa de temperatura de operação de -40 °C a +85 °C (-40 °F a +185 °F), bem como aprovação de Classe 1 e Zona 2 e o revestimento conformável opcional, significam que este relé proporciona vários anos de serviço confiável.

Personalize a operação dos botões e LEDs do painel frontal ou use a função de trip/religamento do disjuntor padrão.
Personalize as mensagens no visor LCD usando configurações de ponto de exibição orientada por evento.
Crie um sistema de controle integrado com uma variedade de opções de E/S e de comunicação.
Use os recursos programáveis de lógica de controle e integração com um link de comunicação para controle e proteção de subestações remotas.
Use relatórios abrangentes para compreender eventos, programar manutenção, detectar tendências indesejáveis, modificar cargas e atender aos requisitos de informação dos sistemas de supervisão.
Inclua entradas do resistor variável por temperatura (RTD) como parte da integração do sistema ou para proteção de polarização.
Corrija os perigos de arco elétrico com detecção de arco elétrico.
Analise o desempenho do sistema de proteção contra sobrecorrente usando o Gravador de Eventos Sequenciais (SER) integrado.
Use o software acSELerator QuickSet SEL-5030 ou o software Assistente de Relés SEL-5010 para gerenciar as configurações dos relés.
Instale proteção onde for necessário sem compartimentos ou sistemas de ventilação especiais. A certificação Classe 1, Divisão 2 permite o uso do SEL-751A em locais que podem ser adjacentes a gases, vapores ou líquidos perigosos.

https://docplayer.com.br/17498163-Memoria-de-calculo-para-os-ajustes-do-rele-de-protecao-de-alimentador-sel-751a.html

PH, CE, TDS, PPM E Seus Medidores

TDS e pH Tire algumas duvidas !

Nós todos sabemos que as plantas requerem nutrientes. Mas escolher a fórmula certa de nutrientes é apenas o primeiro passo. Manter a força adequada de nutrientes pode ter um impacto substancial no desempenho da planta, portanto qualquer produtor sério deve ter um medidor de TDS ou EC disponível. Mesmo depois de ajustar a força da solução nutritiva para satisfazer as necessidades da planta, os nutrientes ainda pode não estar disponível para a planta se o pH não está dentro do intervalo adequado. Assim, um medidor de pH é uma peça vital do equipamento que deve ser uma parte de todo arsenal produtores. Neste guia vamos dar uma olhada no TDS, pH, e os contadores que são usados ​​para medir a solução nutritiva.

O que é TDS / PPM / CE

Em primeiro lugar, TDS (ou Sólidos Totais Dissolvidos) é medida em unidades de PPM (ou partes por milhão). CE (ou condutividade elétrica) é medido em qualquer mS (microsiemens) ou MS (miliSiemens). Nos EUA, usa-se PPM e internacionalmente mS e MS são as medições preferenciais. Ambos TDS e metros CE força nutriente medida da mesma forma com a mesma precisão, mas as leituras são exibidas de forma diferente. Por exemplo: uma solução nutritiva que mede 1000ppm, num contador de TDS, será a mesma força que uma solução que lê 1430 mS ou 1,43 mS num contador de CE.

TDS e CE medem a força de uma solução nutritiva pela medição do fluxo de corrente eléctrica entre duas sondas metálicas. Quanto maior a concentração de sal na solução nutritiva melhor ele condutividade da electricidade,. É extremamente importante que as baterias estejam em condição boa e forter, e as sondas deve estar sempre limpas.. Sondas com bateria fraca e suja irão afetar na precisão da leitura e são as maiores causas de leituras imprecisas.

PPM Fatores de Conversão

Nem todos os TDS Dara, a mesma leitura PPM . A principal razão para isso é que os medidores diferentes usarão fatores de conversão diferentes. Estes fatores de conversão são baseados fora a leitura da CE. Por exemplo: Um medidor que utiliza um fator de conversão de 0,5 irá exibir uma leitura de 0,5 vezes maior do que a leitura da CE. Se a leitura da CE é de 1000 mS então a leitura ppm será de 500 ppm. É tão simples como multiplicando 1000 pelo fator de conversão de 0,5. Se o aparelho utiliza um fator de conversão de 0,7 (o fator de conversão mais comum usado) de 1000 mS seria 700 ppm (1000 x 0,7). Ao comprar um medidor de TDS é muito importante para descobrir qual é o fator de conversão correto. Poderia fazer uma diferença de mais de 200 ppm! Não e sóé importante saber o que o fator de conversão para o medidor é, também é importante saber o fator de conversão da solução de calibração. De um modo geral, as soluções de calibração são para medidores que utilizam um fator de conversão 0,7 e as soluções são para Hanna, com um fator de conversão 0,5.

Níveis de pH

Medidores de pH medem a concentração de H + (ácidos) e OH-(bases ou de alcalino). Um pH de 7 não tem livre H + ou OH-ions. Um pH inferior a 7 tem iõns H + e um pH superior a 7 tem OH-iõns. Um valor de pH inferior a 7 é considerado ácido; um valor de pH superior a 7 é considerada alcalina. Um valor de pH de 7 exatamente é considerado neutro. O pH correto de uma solução de nutrientes é vital para a absorção de nutrientes pelas raízes das plantas. A figura a seguir mostra a disponibilidade de minerais diferentes níveis de pH variados. Como se pode ver, a maioria dos elementos estão na sua maior disponibilidade a um pH de entre cerca de 5,5 e 6,0.

Diferenças no leituras entre dois medidores

Alguns produtores faz notar que suas leituras, às vezes, flutuam, especialmente quando se utiliza dois medidores diferentes na mesma solução nutritiva. Há um certo número de possíveis razões para isso. Os dois medidores pode usar tipos diferentes de baterias. Um conjunto de baterias pode ser mais velho que o outro (as baterias podem fornecer a mesma tensão, porém, a energia das baterias mais velhas é mais fraco). Mesmo corrosão em baterias e / ou contatos da bateria irá causar diferenças nas leituras. Sujidade invisível em sondas podem efetuar as leituras a partir de um metro para o outro. As sondas precisam ser limpos regularmente para manter a sujeira e os cristais de sal se acumule sobre as sondas. Um dos pontos mais importantes que um produtor precisa entender sobre o porquê de dois metros pode exibir uma leitura um pouco diferente do outro é que estes medidores são medidores de passatempo. Mesmo que estes metros pode custar até US $ 250 estes medidores são ainda metros passatempo e são baratos em relação aos medidores de bancada de laboratório. Metros laboratoriais e comerciais custam a partir de cerca de US $ 1000 e para cima e, na maioria dos casos, são um exagero para um típico jardim hidropônico. Se dois metros na mesma solução tem diferentes leituras de até 100 ppm não se preocupe, não é uma diferença tão grande. Para medidores de pH, se a diferença é de 0,3 ou menos o seu não tão significativo.

Fonte Bghydro

Cientistas criam implante que produz palavras a partir de ondas cerebrais

O sistema do trato vocal virtual conecta-se diretamente ao cérebro e sintetiza fala a partir de sinais cerebrais associados com os aspectos mecânicos da fala, como movimentos da mandíbula, laringe, lábios e língua. Eventualmente, o dispositivo poderia ser usado por pessoas que perderam a capacidade de falar. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira (25) na renomada científica revista Nature.