Calculadoras de valor do transformador de corrente (CT) OpenEnergyMonitor

Essas calculadoras são projetadas para ajudá-lo a determinar os valores dos componentes necessários para o (s) transformador (es) de corrente usado (s) no projeto Open Energy Monitor . Vá dar uma olhada!

Por favor, note que estas calculadoras não levam em consideração a permeabilidade do núcleo e o valor do core AL. Use por sua conta e risco.

Atualização de novembro de 2017: Fórmulas fixas exibidas abaixo de cada calculadora para reduzir pela metade a voltagem do sistema como foi originalmente planejado.


Tensão do sistema: Volts
Para monitores de energia baseados em arduinos de 5V (principalmente os mais antigos), digite 5 acima


Resistor de carga

Calcula o valor do resistor de sobrecarga a ser usado em uma corrente Max RMS do transformador de 
corrente:Amps
Relação atual da volta do sensor:: 1
valor do resistor calculado:Ohms
Fórmula:
burden_resistor = (system_voltage / 2.0) / ((I_RMS * 1.414) / ct_turns)


Corrente máxima

Calcula a corrente máxima que você pode razoavelmente esperar medir usando um transformador de corrente 
Valor do resistor de carga:Ohms
Relação atual da volta do sensor:: 1
corrente máxima calculada de RMS:Amps
Fórmula:
I_RMS = (((system_voltage / 2.0) / burden_resistor) * Turns) * 0.707


O sensor atual gira

Calcula uma estimativa do número de voltas que um transformador de corrente precisaria. 
Valor do resistor de carga:Ohms
Max RMS atual:Amps
O sensor atual gira:
Fórmula:
turns = (I_RMS * 1.414) / ((system_voltage / 2.0) / burden_resistor)

Cálculo Online de Cores de Resistores

Calculadora de código Da Cor Do Resistor

Entre com as cores das faixas do resistor e obtenha seu valor em Ohm�s ( Ω )

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco

Preto
Marron
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco
Dourado
Prateado

Dourado
Prateado
Nenhum


Valor Da Resist�ncia:

 

Valores padrão de resistores (comercial):

Tabela de resistores comerciais usado na eletrônica:

1 marrom preto dourado
1,2 marrom vermelho dourado
1,5 marrom verde dourado
1,8 marrom cinza dourado
2,2 vermelho vermelho Dourado
2,7 Vermelho Violeta dourado
3,3 laranja laranja dourado
3,9 laranja branco dourado
4,7 amarelo violeta dourado
5,6 verde azul dourado
6,8 azul cinza dourado
8,2 cinza vermelho dourado
9,1 branco marrom dourado
10 marrom preto preto
12 marrom vermelho preto
15 marrom verde preto
18 marrom cinza preto
22 vermelho vermelho preto
27 vermelho violeta preto
33 laranja laranja preto
39 laranja branco preto
47 amarelo violeta preto
56 verde azul preto
68 azul cinza preto
82 cinza vermelho preto
91 branco marrom preto
100 marrom preto marrom
120 Marrom Vermelho Marrom
150 Marrom Verde Marrom
180 Marrom Cinza Marrom
220 Vermelho Vermelho Marrom
270 Vermelho Violeta Marrom
330 Laranja Laranja Marrom
390 Laranja Branco marrom
470 Amarelo Violeta Marrom
560 Verde Azul Marrom
680 Azul Cinza Marrom
820 Cinza Vermelho Marrom
910 Branco Marrom Marrom
1000 ou 1K Marrom Preto Vermelho
1200 ou 1K2 Marrom Vermelho Vermelho
1500 ou 1K5 Marrom Verde Vermelho
1800 ou 1K8 Marrom Cinza Vermelho
2200 ou 2K2 Vermelho Vermelho Vermelho
2700 ou 2K7 Vermelho Violeta Vermelho
3300 ou 3K3 Laranja Laranja Vermelho
3900 ou 3K9 Laranja Branco Vermelho
4700 ou 4K7 Amarelo Violeta Vermelho
5600 ou 5K6 Verde Azul Vermelho
6800 ou 6K8 Azul Cinza Vermelho
8200 ou 8K2 Cinza Vermelho Vermelho
9100 ou 9K1 Branco Marrom Vermelho
10000 ou 10K Marrom Preto laranja
12000 ou 12K Marrom Vermelho Laranja
15000 ou 15K Marrom Verde Laranja
18000 ou 18K Marrom Cinza Laranja
22000 ou 22K Vermelho Vermelho Laranja
27000 ou 27K Vermelho Violeta Laranja
33000 ou 33K Laranja Laranja Laranja
39000 ou 39K Laranja branco Laranja
47000 ou 47K Amarelo Violeta Laranja
56000 ou 56K Verde Azul Laranja
68000 ou 68K Azul Cinza Laranja
82000 ou 82K Cinza Vermelho Laranja
91000 ou 91K Branco Marrom Laranja
100000 ou 100K Marrom Preto Amarelo
120000 ou 120K Marrom Vermelho Amarelo
150000 ou 150K Marrom Verde Amarelo
180000 ou 180K Marrom Cinza Amarelo
220000 ou 220K Vermelho Vermelho Amarelo
270000 ou 270K Vermelho Violeta Amarelo
330000 ou 330K Laranja Laranja Amarelo
390000 ou 390K Laranja Branco Amarelo
470000 ou 470K Amarelo Violeta Amarelo
560000 ou 560K Verde Azul Amarelo
680000 ou 680k Azul Cinza Amarelo
820000 ou 820K Cinza Vermelho Amarelo
910000 ou 910K Branco Marrom Amarelo
1000000 ou 1M Marrom Preto Verde
1200000 ou 1M2 Marrom Vermelho Verde
1500000 ou 1M5 Marrom Verde Verde
1800000 ou 1M8 Marrom Cinza Verde
2200000 ou 2M2 Vermelho Vermelho Verde
2700000 ou 2M7 Vermelho Violeta Verde
3300000 ou 3M3 Laranja Laranja Verde
3900000 ou 3M9 Laranja Branco Verde
4700000 ou 4M7 Amarelo Violeta Verde
5600000 ou 5M6 Verde Azul Verde
6800000 ou 6M8 Azul Cinza Verde
8200000 ou 8M2 Cinza Vermelho Verde
9100000 ou 9M1 Branco Marrom Verde
10000000 ou 10M Marrom Preto Azul
12000000 ou 12M Marrom Vermelho Azul
15000000 ou 15M Marrom Verde Azul
18000000 ou 18M Marrom Cinza Azul
22000000 ou 22M Vermelho Vermelho Azul
Calculadora online de c�digo de Cores de Resistor

Resistores em série


Um circuito de associação em série de resistores, é um circuito em que os resistores (resistências) estão dispostos em uma cadeia, de modo que a corrente tem apenas um caminho a seguir. A corrente é a mesma através de cada resistência. A resistência total do circuito é encontrado simplesmente somando os valores de resistência dos resistores:
Resistores em série: R = R 1 + R 2 + R 3 + …
Resistores em s�rie

Um circuito em s�rie � mostrado acima. A corrente passa atrav�s de cada resistor, por sua vez. Se os valores das tr�s resistências s�o os seguintes:
Com uma bateria de 10 V, por V = IR a corrente total no circuito � a seguinte:
I = V / I = 10/20 = 0,5 A. A corrente atrav�s de cada resist�ncia seria 0,5 A.

 

Resistores em paralelo

 

Em uma associa��o em paralelo de resistores � um circuito em que as resistências s�o dispostos lado a lado. Nesse caso a tens�o em todos os resistores � igual, mas a soma das correntes que atravessam os resistores � igual � resist�ncia do resistor. Ent�o a resistência equivalente de uma associação em paralelo � sempre menor que o resistor de menor resistência da associa��o.

A resistência total de um conjunto de resistores em paralelo � encontrado somando-se os rec�procos dos valores das resistências e, em seguida, tomar o recíproco do total:

resistência equivalente de resistores em paralelo: 1 / R = 1 / R 1 + 1 / R 2 + 1 / R 3 + …

Resistores em paralelo
Um circuito paralelo � mostrado acima. Neste caso, a corrente fornecida pela bateria divide-se, e a quantidade que passa por cada resistor depende da resist�ncia. Se os valores das três resistências s�o os seguintes:
Com uma bateria de 10 V, por V = IR a corrente total no circuito � a seguinte: I = V / I = 10/2 = 5 A.

As correntes individuais tamb�m pode ser encontrado usando I = V / R. A tens�o em cada resist�ncia � de 10 V, de modo que:
I 1 = 10/8 = 1,25 A
I 2 = 10/8 = 1,25 A
I 3 = 10/4 = 2,5 A

Linguagem ladder

A linguagem Ladder foi originalmente desenvolvida para construir e melhor documentar circuitos a relés, utilizados em processos de produção [1]. Todos os dispositivos dos circuitos elétricos como botões, válvulas e solenoides podem ser representados em símbolos nos Diagramas Ladder, incluindo suas conexões.

Atualmente, a linguagem ladderdiagrama ladder ou diagrama de escada é um auxílio gráfico para programação de Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), no qual as funções lógicas são representadas através de contatos e bobinas, de modo análogo a um esquema elétrico com os contatos dos transdutores e atuadores. A linguagem ladder está entre as cinco linguagens de programação de CLPs definidas pela IEC 61131-3 : FBD (Function Block DiagramDiagrama de Blocos), LD (Ladder diagram, Diagrama Ladder), ST (Structured text, Texto Estruturado), IL (Instruction listLista de Instruções) e SFC (Sequential function chartDiagrama de Funções Sequenciais[2] [3].

O nome (ladder, escada em inglês) provém do fato que a disposição dos contatos e bobinas é realizada, de maneira geral, na vertical, que lembra o formato de uma escada. A cada lógica de controle se dá o nome de rung (degrau), composta por linhas e colunas [4].

A verificação do código pode variar entre as marcas de CLPs, mas é comum que a atualização seja feita da esquerda para a direita e de cima para baixo.

Visão Geral

A linguagem Ladder é uma linguagem de baixo nível utilizada para programar CLPs, capaz de realizar o controle de sistemas críticos e/ou industriais, substituindo os antigos circuitos controladores a relés que eram caros e de difícil manutenção, além de menos seguros. A principal vantagem de representar as lógicas de controle por meio de diagramas Ladder é que permite à engenheiros e técnicos de campo desenvolver “códigos” sem conhecimento prévio de outras lógicas de programação como o FORTRAN ou o C, devido à familiaridade com a lógica a relés. [5]

Um dos principais problemas apresentados pela linguagem é a incompatibilidade entre CLPs, mesmo entre modelos diferentes da mesma família. Embora a IEC 61131-3 tenha diminuído as diferenças mais marcantes entre os diferente CLPs, transferir um código de um controlador para o outro ainda pode ser um trabalho custoso.

Devido ao fato de todos os processos do diagrama serem realizados pelo processador (CPU) do CLP de forma sequencial, é preciso de um uma estrutura de loop que executa um certa quantidade de vezes por segundo, fazendo com que os resultados na saída sejam quase imediatos. Para isso, o CLP utiliza um Ciclo de Varredura que consiste nos seguintes passos:

  • Leitura das entradas e atualização da memória, que podem ser tantos as entradas externas como sensores e chaves, como entradas internas como valores de bobinas e temporizadores.
  • Execução do programa, onde todos os passos da programação são realizados, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Nenhum valor obtido nesse processo é utilizado nos cálculos, portanto se alguma bobina obter um novo valor e houver alguma chave associada a ela, esse valor não é alterado até a próxima execução do ciclo de varredura.
  • Escrita da memória e atualização das saídas, onde os novos valores obtidos no passo de Execução do programa são atualizados na memória e as saídas externas são alteradas.

Os componentes da linguagem

Existem 3 tipos de elementos na linguagem Ladder:

  • as entradas (ou contatos), que podem ler o valor de uma variável booleana;
  • as saídas (ou bobinas) que podem escrever o valor de uma variável booleana;
  • os blocos funcionais que permitem realizar funções avançadas.

Os elementos estão associados à variáveis internas que podem tanto ser virtuais como entradas e saídas físicas de um CLP.

As entradas (ou contatos)

Existem dois tipos de contatos:

  • O contato normalmente aberto (NA) (em inglês, NO normally open):
   X
--| |--  a instrução de LÓGICA DIRETA tem na programação o mesmo nível lógico vinculado ao endereçamento.

Tal contato está fechado quando a variável booleana associada (no nosso caso X) é verdadeira, caso contrário, ele está aberto.

  • O contato normalmente fechado (NF) (em inglês, NC normally closed):
   X
--|/|-- a instrução de LÓGICA INVERSA tem na programação o nível lógico inverso vinculado ao endereçamento.

Tal contato está aberto quando a variável booleana associada é verdadeira, caso contrário, ele está fechado.

As saídas (ou bobinas)

As saídas sempre são bobinas, relés contatores ou “de estado sólido” (óptico, PWM, DC, etc…). Tal saída está ativa quando a variável booleana associada é verdadeira, caso contrário, ela está inativa.

Assim como as entradas, há dois tipos de saídas (bobinas) principais:

  • A bobina normalmente aberta, energizada quando a variável booleana associada é verdadeira.
   X
--( )--  a instrução de SAÍDA LÓGICA tem na programação o resultado em nível lógico que à antecedi.

Tal contato está fechado quando a variável booleana associada (no nosso caso X) é verdadeira, caso contrário, ele está aberto.

  • A bobina normalmente fechada, energizada quando a variável booleana associada é falsa.
   X
--(/)-- a instrução de SAÍDA LÓGICA INVERTIDA tem na programação o resultado em nível lógico inverso que à antecedi.

Alguns tipos de bobinas especiais são chamadas Blocos Funcionais, por possuírem implementações mais complexas, como as bobinas de SET e RESET, que funcionam de forma semelhante a Latchs;

Os blocos funcionais

Os blocos funcionais permitem realizar operações mais complexas que a leitura ou escrita de variáveis. São exemplos de blocos funcionais os contadores, temporizadores, bobinas de set ou reset, etc. Utilizando Diagramas de Blocos, pode-se inclusive criar blocos personalizados (funções encapsuladas) definidas pelo usuário para facilitar a organização. Algumas IDEs fornecem outras opções de blocos funcionais como comparadores (maior que, menor que e igual a), operadores matemáticos (adição, subtração, multiplicação e divisão) e portas lógicas. Ainda há a opção de obter bibliotecas com blocos já prontos para uso. [6]

Temporizadores

Temporizadores são dispositivos utilizados para medir o tempo e atuar ao final do ciclo. Comumente os temporizadores são representados por dois símbolos, um indica um retardo na ativação e outro um retardo na desativação.

Na linguagem Ladder os temporizadores levam alguns argumentos para seu funcionamento, são eles:

  • Entrada para ativação;
  • Tempo a ser atingido (delay do sinal).

Para os temporizadores com delay na subida (TON), no momento que houver uma entrada verdadeira, o tempo programado começará a correr. Após o tempo determinado ser atingido, a saída do temporizador será verdadeira e permanecerá nesse estado enquanto a entrada for verdadeira. Quando o valor da entrada for falso o temporizador volta para o estado falso, sendo que caso outra entrada verdadeira seja aplica o processo ocorrerá novamente. Caso o sinal se torne falso antes de o temporizador atingir o valor máximo, sua contagem é resetada e a saída permanece falsa.

Para os temporizadores com delay na descida (TOF), no momento que aplicar-se uma entrada verdadeira, a saída do temporizador também será verdadeira. Quando o valor da entrada for de verdadeiro para falso, o temporizador contará o tempo programado e então sua saída se tornará falso quando o tempo pré-definido for atingido.

Os temporizadores tem uma grande importância na automatização de processos, devido ao fato de dar ao utilizador o controle do tempo de processos. Os temporizadores podem ser tanto digitais, sendo executados pelo processador, ou físicos, possuindo ligação com o CLP.

Contadores

Os contadores são usados para incrementar ou decrementar um valor até alcançar o número pré-determinado de um processo. As mudanças de estado de um sinal externo são acumuladas, não importando o tempo, apenas a transição. São normalmente conectados a sensores digitais e deste modo é possível controlar o número de pulsos no contador, e quando o valor desejado é alcançado a bobina ligada à saída é acionada. Contadores são retentivos e no caso de queda de energia o valor acumulado não será perdido.

Existem três tipos de contadores, os de contagem crescente (CTU), decrescente (CTD) e o crescente e decrescente (CTUD). Para usar um contador inicialmente é necessário definir uma tag do tipo COUNTER.

Os contadores crescentes (CTU, do inglês Count Up ou CTN,C,CTR) são representados pelo seguinte esquemático:

                CTU
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CU      Q  ┃┈┈
           ┈┃RESET      ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

Para o seu funcionamento, o sinal da entrada (associada com a variável CU, do tipo BOOL) deve variar de 0 a 1 fazendo com que o contador adicione um ao seu acumulador (CV, do tipo INT) até alcançar o seu valor limite (PV, do tipo INT) para tornar o valor da sua saída (Q, do tipo BOOL) verdadeira. Caso ocorrer o acionamento da variável do tipo BOOL- RESET, o valor do CV será resetado.

Exemplo de aplicação: contar o número de cerâmicas produzidas em uma olaria, ao atingir o valor limite a linha de produção é interrompida para a retirada do lote. Após é reiniciada a contagem.

Os contadores decrescentes (CTD, do inglês Count Down) são representados pelo seguinte esquemático:

                CTD
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CD      Q  ┃┈┈
           ┈┃LOAD       ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

O funcionamento do CTD é o contrário do CTU, o sinal da entrada (associada com a variável CD, do tipo BOOL) deve variar de 1 a 0 fazendo com que o contador decremente um ao seu acumulador (CV, do tipo INT) até alcançar o seu valor mínimo (PV, do tipo INT) para tornar o valor da sua saída (Q) verdadeira. Caso ocorrer o acionamento da variável –do tipo BOOL- LOAD, o valor do CV será resetado.

Exemplo de aplicação: um dispositivo de uma fábrica de doces capaz de trocar as embalagens de pacotes de balas é acionado quando o pacote que está sendo enchido, o qual comporta trinta unidades, estiver cheio.

Os contadores crescentes e decrescentes (CTUD, do inglês Count Up Down) são representados pelo esquemático:

                CTUD
            ╭┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╮                                                     
           ┈┃CU      QU ┃┈┈
           ┈┃CD      QD ┃┈┈    
           ┈┃RESET      ┃
           ┈┃LOAD       ┃
           ┈┃PV       CV┃┈┈ 
            ╰┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈╯

O funcionamento do CTUD é a junção de ambos os contadores (CTU E CTD), no qual as variáveis do tipo BOOL QU e QD representam as saídas do contador crescente e do decrescente.

Exemplo de aplicação: cortar pedaços de madeira com determinados comprimentos.

Contadores em cascata: dependendo a aplicação se faz necessário contar eventos que excedem o máximo permitido pelo contador, sendo assim, é possível interconectar dois ou mais contadores usando em forma de cascata. A técnica consiste em acionar uma instrução de um contador a partir da saída de outro com instrução semelhante.

Exemplo de aplicação: monitoramento de hora usando três contadores, para representar horas, minutos e segundos. [7]

Bobinas SET/RESET

Representadas pela bobina padrão com uma letra S (Set) ou R (Reset), esse tipo de bobina armazena um estado (verdadeiro, se a bobina for SET e falso se a bobina for RESET) em uma variável booleana toda vez que uma borda de subida é identificada. O estado então será mantido mesmo com a desenergização da bobina, até que uma outra chamada futura altere seu valor. Esse tipo de bobina facilita a implementação de sistemas com memória.

Exemplos de Programação Ladder

A linguagem Ladder pode ser entendida como uma série de conexões de contatos e bobinas. O lado esquerdo do diagrama é energizado. Se um caminho puder ser traçado da esquerda para a direita e que conecte alguma bobina, então o valor dessa bobina será verdadeiro. Os contatos representam algum valor de entrada, enquanto o valor da “bobina” poderá ser revertido em uma saída física no CLP ou um bit que será usado em alguma outra parte do programa, utilizando-se o nome da bobina como contato.

 ------| |--------------------( )
      Chave                  Bobina

No diagrama acima, ao acionar a Chave, uma conexão é estabelecida entre o lado energizado e a Bobina, que portanto apresentará estado lógico verdadeiro. A maioria dos aparelhos apresentam algum tipo de lógica como esse para ligar e desligar. Note que é necessário que o botão/chave se mantenha pressionado para a bobina manter o estado lógico verdadeiro.

Portas Lógicas

Ver artigo principal: Porta Lógica

Os contatos e relés simples podem ser utilizados para construir portas lógicas, que servem para facilitar a resolução problemas devido ao fato de ser possível o uso de ferramentas para Álgebra Booleana como o Mapa de Karnaugh e Máquinas de Estados.

Porta Lógica AND

A porta lógica AND pode ser representada por dois contatos em série, já que os dois precisam estar ativos para a bobina ser ativada.

 ------| |--------------| |----------------( )
     Chave 1          Chave 2            Bobina

Porta lógica OR

A porta lógica OR pode ser representada por dois contatos em paralelo, já apenas um estando ativo permite a energização de toda a linha.

 --+-------| |-------+--------------------( )
   |     Chave 1     |                   Bobina
   |                 |
   +-------| |-------+
         Chave 2

Porta Inversora NOT

A porta inversora NOT pode ser representada por um contato ou uma bobina invertida (não ambos).

 ------|/|--------------------( )
      Chave                  Bobina

Porta XOR

Com o auxílio de outras portas lógicas, pode-se criar modelos mais complexos, como a porta XOR (OU exclusivo).

 ------|/|--------------| |--------+-------( )
     Chave 1          Chave 2      |     Bobina
                                   |
                                   |
 ------| |--------------|/|--------+
     Chave 1          Chave 2      

Contato de Selo (Trinco)

O contato de selo (ou trinco), também conhecido como Latch, está geralmente associado à botões de INICIAR e PARAR e possui a característica de se manter ativo mesmo quando a chave de início não está mais pressionada, sendo parado somente quando o botão PARAR (ou alguma outra interrupção) for pressionado.

Ao ativar a chave INICIAR, a Bobina é energizada, que por sua vez fecha a chave Bobina, que representa o estado da Bobina. Desse ponto em diante, o circuito só pode ser parado fechando a chave PARAR, que abre o circuito desenergizando a Bobina e voltando o estado lógico da chave Bobina para falso.

 ------| |---------+----|/|-------------( )
     INICIAR       |   PARAR          Bobina
                   |              
                   |              
 ------| |---------+
      Bobina              

Por medidas de segurança, é comum adicionar um contato de Parada de Emergência (P/E) que poderá ser ativada em alguma outra parte do programa.

 ------| |---------+----|/|------|/|-----( )
     INICIAR       |   PARAR     P/E    Bobina
                   |              
                   |              
 ------| |---------+
      Bobina              

Referências

  1.  All About Circuits. «”Ladder” Diagrams». Consultado em 17 de nov. de 2015
  2.  Rockwell Automation. «What is IEC 1131?». Consultado em 17 de nov. de 2015. Arquivado do original em 20 de novembro de 2015
  3.  Frank D. Petruzella (2014). Controladores Lógicos Programáveis. [S.l.]: AMGH. ISBN: 978850552829
  4.  Marcelo Georgini (2007). Descrição e Implementação de Sistemas Sequenciais com CLP. [S.l.]: Érica. ISBN: 9788571947245
  5.  W. Bolton (2006). Programmable Logic Controllers. [S.l.: s.n.] ISBN: 9780750681124
  6.  «Ladder Elements»http://www.unitronics.com. Consultado em 18 de novembro de 2015. Arquivado do original em 4 de março de 2016
  7.  INDUSTRIAL SYSTEMS. XGK/XGB Instructions and Programming. Disponível em: <http://htmmuh.com/Uploads/Dosyalar/506d4f4d-e026-4eba-aec6-b034d9280125.pdf#page=74>. Acesso em: 19 nov. 2016. PAREDE, Ismael Moura; GOMES, Luiz Eduardo Lemes. Contadores. Eletrônica: automação industrial. São Paulo: Fundação Padre Anchieta: 2011, p. 94-100. PETRUZELLA, Frank D. Programação de contadores. Controladores lógicos programáveis. 4. ed. Porto Alegre: AMGH: 2014, p. 347-351. SILVEIRA, Cristiano Bertulucci. A Função dos Contadores na Lógica LADDER. Disponível em: <https://www.citisystems.com.br/contadores-logica-ladder-clp/>. Acesso em: 19 nov. 2016.

Ligações externas

 

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_ladder

SEL-751A

SEL-751A
Relé de Proteção do Alimentador
O Relé de Proteção de Alimentadores SEL-751A é a solução certa para proteção de alimentadores industriais e de concessionárias de serviços públicos, com opções de E/S flexíveis, montagem fácil e configuração rápida.

O SEL-751A oferece proteção completa do alimentador com elementos de sobrecorrente, sobretensão, subcorrente e frequência. Atualize facilmente a proteção sem cortes ou perfurações de recortes existentes, com um fator de forma pequeno e vários adaptadores de montagem. Integre rapidamente a comunicações seriais ou em Ethernet com IEC 61850, comunicações Mirrored Bits e outros protocolos.

Aplicações
Proteção do alimentador –Proteja completamente a distribuição de circuitos radiais e em loop, incluindo sobrecorrente-tempo, sobrecorrente direcional, religação automática, sub/sobretensão, frequência e muito mais.

Atenuação do arco elétrico –Melhora a segurança pessoal com possibilidade de detecção de arco elétrico opcional. O SEL-751A oferece detecção de arco elétrico em sobrecorrente de alta e baixa velocidade. Essa combinação é a solução ideal para velocidade e segurança.

Automação e Controle –Use o SEL-751A em alimentadores e ofereça mais proteção, automação e controle, tudo em um único pacote. Equações de controle SELogic compatíveis com várias aplicações automatizadas sem a necessidade de controladores de automação adicionais. Os botões configuráveis do painel frontal podem substituir os controles de painéis convencionais e simplificar as aplicações e fiações em geral.

Análises de eventos –Realize análises pós-eventos de maneira mais eficaz com os registros detalhados de eventos disponíveis no SEL-751A. Combine informações oscilográficas e digitais para encontrar a causa raiz. Adicione uma fonte de tempo sincronizada por satélite, como os Relógios Sincronizados por Satélite SEL-2401 ou SEL-2407, para o alinhamento conveniente das informações de eventos fornecidas por vários dispositivos.

Consciência situacional –Aumente a consciência situacional e a utilização dos ativos com a medição dos sincrofasores IEEE C37.118. Combine as informações dos sincrofasores de todo o sistema para compreender as tendências do sistema, tomar decisões com base em medições de estado e não em estimativas, e para obter auxílio na análise de pós-eventos.

Confiável em ambientes adversos –Confie no SEL-751A para aplicações de proteção e controle, mesmo em ambientes adversos e perigosos. O SEL-751A foi projetado e testado para atender e superar os requisitos industriais e das concessionárias de serviços públicos. A faixa de temperatura de operação de -40 °C a +85 °C (-40 °F a +185 °F), bem como aprovação de Classe 1 e Zona 2 e o revestimento conformável opcional, significam que este relé proporciona vários anos de serviço confiável.

Personalize a operação dos botões e LEDs do painel frontal ou use a função de trip/religamento do disjuntor padrão.
Personalize as mensagens no visor LCD usando configurações de ponto de exibição orientada por evento.
Crie um sistema de controle integrado com uma variedade de opções de E/S e de comunicação.
Use os recursos programáveis de lógica de controle e integração com um link de comunicação para controle e proteção de subestações remotas.
Use relatórios abrangentes para compreender eventos, programar manutenção, detectar tendências indesejáveis, modificar cargas e atender aos requisitos de informação dos sistemas de supervisão.
Inclua entradas do resistor variável por temperatura (RTD) como parte da integração do sistema ou para proteção de polarização.
Corrija os perigos de arco elétrico com detecção de arco elétrico.
Analise o desempenho do sistema de proteção contra sobrecorrente usando o Gravador de Eventos Sequenciais (SER) integrado.
Use o software acSELerator QuickSet SEL-5030 ou o software Assistente de Relés SEL-5010 para gerenciar as configurações dos relés.
Instale proteção onde for necessário sem compartimentos ou sistemas de ventilação especiais. A certificação Classe 1, Divisão 2 permite o uso do SEL-751A em locais que podem ser adjacentes a gases, vapores ou líquidos perigosos.

https://docplayer.com.br/17498163-Memoria-de-calculo-para-os-ajustes-do-rele-de-protecao-de-alimentador-sel-751a.html

COMO SE COMPORTA O GRAFENO

  Ao nano revestir o cobre, os impulsos elétricos não passam mais pela superfície do material e sim pelos tubos magnéticos que são criados dentro das nano camadas, pois oferecem menor ou nenhuma resistência. Em contraponto o exterior dessas camadas é um isolante perfeito, pois ao medir a condutividade com o auxílio do multímetro na superfície do cobre, nada é detectado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Arduino Based Home Automation Usando TV Remote

A Arduino Based Home Automation usando TV Remote é um projeto simples, onde um controle remoto de TV antigo é usado para controlar diferentes aparelhos.

Home Automation é um conceito em que um único dispositivo é usado para controlar muitos aspectos de uma casa, como ligar ou desligar aparelhos diferentes, monitoramento de temperatura, alarmes de incêndio, portas de garagem etc. Neste projeto, um controle remoto é usado para controlar (simplesmente ON e OFF) vários aparelhos ou dispositivos, conseguindo assim um sistema de automação residencial simples.

Os controles remotos são um dos dispositivos comumente encontrados em quase todas as casas. Eles nos ajudam a operar um aparelho como TV, Ar-condicionado, VCR, etc. A principal característica de um controle remoto é que ele é específico para um dispositivo. Por exemplo, uma unidade de controle remoto de TV só pode ser usada para essa TV correspondente.

Mas neste projeto, nós criamos uma automação doméstica baseada em Arduino usando TV Remote, onde um único controle remoto é usado para controlar 4 dispositivos diferentes (possível controlar mais dispositivos). O projeto é baseado no Arduino UNO e mais detalhes do projeto são mencionados abaixo.

Diagrama de circuito

Componentes necessários

  • Arduino UNO board
  • TSOP 1738 IR Remote Control Receiver
  • 1 KΩ Resistor X 4
  • 2N2222 NPN Transistor X 4
  • 1N4007 Diodo X 4
  • 12 V Relé X 4
  • Controle remoto
  • Placa de prototipagem (Painel de pão)
  • Fios de conexão
  • 12 V Fonte de alimentação

Descrição do Componente

Arduino UNO

Arduino UNO forma a principal parte controladora do circuito. A UNO tem 13 pinos de E / S digitais e, portanto, é possível controlar 13 dispositivos diferentes ao mesmo tempo. Se o requisito é controlar mais número de dispositivos, placas como Arduino Mega podem ser usadas.

TSOP1738

TSOP1738 é um módulo receptor para controles remotos IR com uma freqüência portadora de 38 KHz. Consiste em um detector de foto e demodulador de sinal em uma única embalagem e a saída pode ser usada diretamente por um microcontrolador.

Placa de relé de 4 canais

Um relé ajuda a controlar um aparelho grande com a ajuda de um microcontrolador. Neste projeto, uma placa de relé de 4 canais é usada para controlar quatro cargas.

Os componentes necessários, como o LED de alimentação, o transistor de comutação, o resistor de limitação de corrente de base, o relé no LED, o diodo flyback e os cabeçalhos macho para conexões de alimentação e entrada já estão incorporados na placa.

 

Cuidado : devemos ter muito cuidado ao usar um relé com alimentação de rede CA.

Controle remoto

Um mini controle remoto padrão é usado neste projeto para fornecer as várias entradas de chave. O controle remoto possui todas as teclas numéricas, volume para cima, baixo, canal para baixo, menu e algumas teclas adicionais.

 

Como projetar a automação residencial baseada em Arduino usando o circuito remoto da TV?

A partir do diagrama de circuito, é claro que o design do circuito é muito simples e requer muita conexão. O design do circuito é explicado abaixo.

O componente principal do projeto é o receptor TSOP1738. É um dispositivo de três pinos, onde os três pinos são GND, VS e OUTPUT. O pino VS está conectado à fonte de 5V. O pino de saída está conectado ao Pino 11 (ou a qualquer outro pino digital) do Arduino UNO.

Estamos usando um módulo de retransmissão de 4 canais neste projeto para controlar 4 cargas diferentes. Uma vez que a placa possui todos os componentes necessários, como transistores, LEDs, etc., tudo o que precisamos fazer é conectar as 4 entradas na placa de relé a 4 pinos de E / S digitais da Arduino. Uma conexão mais detalhada pode ser encontrada no diagrama de circuito.

Trabalho da Arduino baseado em automação residencial usando TV Remote

A automação residencial é um conceito de demanda onde um único dispositivo controlará diferentes aparelhos de uma casa. Além disso, diferentes aspectos como temperatura, umidade, segurança etc. também podem ser monitorados usando esse dispositivo.

Neste projeto, um sistema de automação residencial simples, no qual o sistema controla 4 aparelhos diferentes com a ajuda de um controle remoto de TV. O trabalho do projeto é explicado aqui.

O principal componente do projeto é TSOP1738 IR Receiver Module. Este módulo possui um receptor de foto incorporado, filtro de passagem de banda e desmodulador e a saída do módulo pode ser prontamente lida por um microcontrolador.

TSOP1738 suporta uma freqüência portadora de 38 KHz. Assim, a freqüência portadora da fonte, ou seja, o controle remoto deve estar na faixa de 38 KHz para que ele se desmodule.

Primeiro, descodificaremos os dados do controle remoto usando TSOP1738 e Arduino UNO. Para isso, precisamos usar uma biblioteca especial chamada “IRremote”. Precisamos baixar esta biblioteca em https://github.com/z3t0/Arduino-IRremote e colocá-la na pasta bibliotecas do Arduino.

O próximo passo é decodificar os dados de cada tecla do controle remoto. Para isso, vamos usar algumas funções na biblioteca “IRremote”. O programa a seguir nos ajudará a decodificar os dados de cada chave do controle remoto. NOTA: O seguinte programa é um esboço de exemplo da biblioteca “IRremote”.

#include <IRremote.h>
int RECV_PIN = 11;
IRrecv irrecv(RECV_PIN);
decode_results results;
void setup() {
Serial.begin(9600);
irrecv.enableIRIn();
}
void loop() {
if (irrecv.decode(&results)) {
Serial.println(results.value, HEX);
irrecv.resume();
}
delay(100);
}

https://gist.githubusercontent.com/elktros/59298a69a71bb16cac9c879d08677e9b/raw/9513ce93ca53c42f0b31d98b260c3d0123f0c3f3/Arduino%20based%20Home%20Automation%20using%20TV%20Remote%20

Quando este esboço é executado no Arduino, podemos monitorar os dados no terminal serial para cada tecla pressionada no controle remoto. A seguinte imagem mostra os valores de HEX descodificados das teclas 1 a 9, 0 e a tecla de energia, respectivamente.

 

Quando este esboço é executado no Arduino, podemos monitorar os dados no terminal serial para cada tecla pressionada no controle remoto. A seguinte imagem mostra os valores de HEX descodificados das teclas 1 a 9, 0 e a tecla de energia, respectivamente.

 

#include <IRremote.h>
const int RECV_PIN=11;
IRrecv irrecv(RECV_PIN);
decode_results results;
#define IN1 3
#define IN2 4
#define IN3 5
#define IN4 6
bool i=false;
bool j=false;
bool k=false;
bool l=false;
bool m=false;
void setup()
{
Serial.begin(9600);
pinMode(IN1, OUTPUT);
pinMode(IN2, OUTPUT);
pinMode(IN3, OUTPUT);
pinMode(IN4, OUTPUT);
irrecv.enableIRIn();
irrecv.blink13(true);

}
void loop()
{
if (irrecv.decode(&results))
{
Serial.println(results.value,HEX);
delay(100);
/////////////////////////
if(results.value==0x40BD00FF)
{
i=!i;
digitalWrite(IN1, i);

}
////////////////////////
if(results.value==0x40BD807F)
{
j=!j;
digitalWrite(IN2, j);

// delay(200);
}
if(results.value==0x40BD40BF)
{
k=!k;
digitalWrite(IN3, k);

// delay(200);
}
//////////////////////////////
if(results.value==0x40BDC03F)
{
l=!l;
digitalWrite(IN4, l);

// delay(200);
}
//////////////////////
if(results.value==0x40BD28D7)
{
m=!m;
digitalWrite(IN1, m);
digitalWrite(IN2, m);
digitalWrite(IN3, m);
digitalWrite(IN4, m);

// delay(200);
}
irrecv.resume(); // Receive the next value
//delay(100);
}
}

 

Aplicação

  • Um projeto simples, onde uma automação residencial baseada em Arduino usando TV Remote é projetada aqui, que usa o Arduino UNO, o Relay e o antigo Remote TV.
  • O projeto é demonstrado com 4 cargas, mas pode ser aumentado para ainda mais cargas.
  • Como o dispositivo de controle é um controle remoto de TV, o projeto do projeto é muito simples e a aplicação também é muito fácil.

Vídeo de construção e saída

 

Link: http://www.electronicshub.org/arduino-based-home-automation-using-tv-remote/

Watts to amps calculator

Se você verificar no datasheet do equipamento a potência máxima e encontrar uma fonte com a mesma voltagem, saberá se a amperagem desta, é ou não suportada pelo aparelho.

Segue um excelente site que faz a conversão da potência para a amperagem:

Electric power in watts (W) to electric current in amps (A) calculator.

Select current type, enter power in watts, voltage in volts, power factor for AC circuit and press the Calculate button (DC = Direct Current, AC = Alternating Current):

 

Select current type: DC
AC – Single phase
AC – Three phase
Enter power in watts: W
Enter voltage in volts: V
Current result in amps: A

Amps to watts calculator ►

DC watts to amps calculation

The current I in amps (A) is equal to the power P in watts (W), divided by the voltage V in volts (V):

I(A) = P(W) / V(V)

AC single phase watts to amps calculation

The phase current I in amps (A) is equal to the power P in watts (W), divided by the power factorPF times the RMS voltage V in volts (V):

I(A) = P(W) / (PF × V(V))

The power factor of resistive impedance load is equal to 1.

AC three phase watts to amps calculation

Calculation with line to line voltage

The phase current I in amps (A) is equal to the power P in watts (W), divided by square root of 3 times the power factor PF times the line to line RMS voltage VL-L in volts (V):

I(A) = P(W) / (3 × PF × VL-L(V) )

The power factor of resistive impedance load is equal to 1.

Calculation with line to neutral voltage

The phase current I in amps (A) is equal to the power P in watts (W), divided by 3 times the power factor PF times the line to neutral RMS voltage VL-N in volts (V):

I(A) = P(W) / (3 × PF × VL-N(V) )

The power factor of resistive impedance load is equal to 1.

Typical power factor values

Do not use typical power factor values for accurate calculations.

Device Typical power factor
Resistive load 1
Fluorecent lamp 0.95
Incandescent lamp 1
Induction motor full load 0.85
Induction motor no load 0.35
Resistive oven 1
Synchronous motor 0.9

 

Watts to amps calculation ►

 

Fonte: http://www.rapidtables.com/calc/electric/Watt_to_Amp_Calculator.htm

Como Ligar Motor Trifásico em Rede Monofásica

http://page.saladaeletrica.com.br/coel2 – É muito comum meus alunos e seguidores perguntar como ligar motor trifásico em rede monofásica, e a solução não é tão simples quanto parece.

Em diversos conteúdos observamos pessoas falando sobre a instalação de motor trifásico com capacitor, você já deve ter escutado isso, o problema é que esta ligação não é tecnicamente correta e pode acabar reduzindo a vida útil do motor trifásico.

Eu gravei este vídeo exatamente para você conhecer a minha opinião sobre este assunto e para saber de uma vez por todas como ligar motor trifásico em rede monofásica.

Como pode observar, no vídeo utilizo um inversor de frequência para realizar esta função, não quero aqui colocar em julgamento que fez ou pensou em fazer de outra forma, somente quero que saiba como é a forma correta de partida de motor trifásico na rede monofásica.

A partir de agora, toda vez que algum cliente perguntar: “Como ligar motor trifásico em rede monofásica?”, você saberá exatamente como atendê-lo tecnicamente correto.

Espero que tenha gostado deste vídeo.

Um forte abraço
Everton Moraes

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Disjuntor termomagnético – Veja o funcionamento por dentro


 

O disjuntor termomagnético (ou termo magnético) é um elemento presente na maior parte das instalações elétricas existentes.

Há vários elementos a serem levados em consideração ao calcular o disjuntor correto para sua instalação elétrica. O tipo de disjuntor é uma das variáveis apenas. Outras variáveis ao escolher um disjuntor em catálogo são: bipolar, tripolar, monofásico, bifásico, tipo C, termomagnético, residual, diferencial, etc…

Obviamente é necessário saber o tipo de carga, se é um motor, se é iluminação… e obviamente a corrente necessária. Os disjuntores mais comuns são os disjuntores de 10 amperes, 20A, 30A, 40A… e outros valores nessa faixa de 10 a 60 amperes. Obviamente, existem disjuntores de diversos valores e estes são apenas exemplo.

Dentre as marcas de disjuntores mais conhecidas estão: Siemens, DIN, Scheneider, ABB, Eletromar, GE, Multilig, Unic etc… cada uma com uma faixa de preço, aplicação e qualidade diferentes. A escolha, mais uma vez, depende de uma gama de fatores.

A curva de um disjuntor é a principal informação relativa ao disjuntor, e deve ser utilizada para saber se o disjuntor é adequado à instalação sendo realizada.

Assista ao vídeo e veja como funciona por dentro um disjuntor termomagnético, o tipo mais comum utilizado em instalações residenciais.

 

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