NOVO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE ÒXIDO DE GRAFENO À TEMPERATURA AMBIENTE

NOVO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE ÒXIDO DE GRAFENO À TEMPERATURA
AMBIENTE
FRANCISLEI SANTA ANNA SANTOS1*
1 Msc. em Engenharia Química, UFBA, Salvador-BA, Fone: (71) 99978- 3702,francisleisantos@yahoo.com.br
Apresentado no
Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia – CONTECC’2016
29 de agosto a 1 de setembro de 2016 – Foz do Iguaçu, Brasil

 

 

RESUMO: As tecnologias convencionais de obtenção do óxido de grafeno (OG) são de baixo rendimento e baixa reprodutibilidade. O baixo rendimento aumenta o preço do produto final. O grama do OG chega a ser vendido por $ 150 no mercado internacional. O alto preço do OG restringe as pesquisas aplicadas com esse material a poucos laboratórios especializados em nanotecnologia. O alto preço do óxido de grafeno e as limitações tecnológicas atuais inibem sua aplicação em larga escala pelas indústrias nacionais e estrangeiras. Objetiva-se por este trabalho, apresentar um novo processo de produção de óxido de grafeno (OG) a temperatura ambiente. O novo processo em patente é caracterizado pela oxirredução de uma substância rica em carbono a temperatura ambiente. A nova rota de processo pode ser usada para obtenção do OG nas escalas de laboratório e industrial. O produto obtido pela nova rota de processo de produção de OG foi caracterizado por Espectroscopia Raman, MEV, DRX e Microscopia Óptica. Os resultados mostram a formação de compostos do tipo grafíticos (característicos de OG) e carbono amorfo (aC).
PALAVRAS–CHAVE: óxido de grafeno, métodos de produção, carbono amorfo.

NEW PROCESS FOR PRODUCTION OF GRAPHENE OXIDE AT ROOM TEMPERATURE
ABSTRACT: Conventional technologies for obtaining graphene oxide (OG) are low-income and low reproducibility. The low yield increases the price of the final product. Gram’s OG comes to be sold for $ 150 on the international market. The high price of OG restricts the applied research with this  material a few specialized laboratories in nanotechnology. The high price of the graphene oxide and the current technology limitations inhibit its large-scale application of national industry and foreign. The objective for this work is to present a new graphene oxide production process (GL) at room temperature. The new process is characterized by the patent redox carbon-rich material at room temperature. The new process route can be used for obtaining GL on laboratory and industrial scale. The product obtained by the new route OG production process was characterized by Raman spectroscopy, SEM, XRD and optical microscopy. Results show the formation of graphitic compounds of the type (characteristic OG) and amorphous carbon (aC). KEYWORDS: graphene oxide, production methods, amorphous carbon.

INTRODUÇÃO
Atualmente, tem-se utilizado o termo grafeno de forma um pouco mais ampla, abrangendo não só o material original (formado por uma única folha com espessura monoatômica), mas também a uma família de materiais formados por duas, três, quatro folhas de grafeno empilhadas de forma organizada cujas propriedades são diferentes entre si, devido às diferentes interações entre as várias folhas em
cada estrutura (Mehl, 2014). O óxido de grafeno reduzido ou simplesmente grafeno, como é mais conhecido atualmente, foi o primeiro cristal bidimensional estável isolado, com seu longo sistema pconjugado, onde os elétrons estão confinados em duas dimensões, o que confere propriedades excepcionais (Zarbine et all., 2013) tais como condutividade elétrica, resistência mecânica, leveza entre outras peculiaridades que diversificam a sua aplicação.
O grafeno é o alótropo mais novo da família do carbono ao lado do diamante e do carbono amorfo. O grafeno foi isolado e caracterizado pela primeira vez em 2004, através de sucessivas etapas de PEELING de um pedaço de grafite, com o auxílio de uma fita adesiva. O trabalho rendeu o prêmio Nobel de física de 2010 a seus autores, A. Geim e K. Novoselov, da Universidade de Manchester.
(Zarbine et all, 2013).Outro método muito difundido de obtenção do grafeno a partir do grafite se chama ESFOLIAÇÂO QUÌMICA, onde procura enfraquecer as ligações que unem as folhas de grafeno.Existem mais de uma rota de processo estudada por vários pesquisadores, porém a mais conhecida usa o grafite natural como substância rica em carbono. Esse grafite é aquecido em solução ácida, (H2SO4, HCl entre outros) e ainda utilizando-se do recurso de micro-ondas para produzir o óxido de grafite. Este óxido, já com as folhas de grafeno distanciadas umas das outras, é lavado com água deionizada e submetido a um processo de esfoliação (separação das folhas) utilizando-se
ultrassom ou a expansão térmica. Formando assim, o óxido de grafeno que pode ser reduzido com hidrazina para obtenção do grafeno ou óxido de grafeno reduzido. Neste método, o grafeno é submetido a um processo agressivo que acaba provocando vários defeitos na estrutura molecular. Os defeitos inviabilizam a produção do grafeno em larga escala além de diminuir a qualidade desejada
através da ESFOLIAÇÂO QUÌMICA.

As rotas apresentadas acima são de baixo rendimento e alto impacto ambiental pela extração do grafite natural obtido pelo processo de extração mineral. Outra forma de obter o grafite que é através do processo CVD (Carbon Vapour Deposition). O CVD é um método que sintetiza o grafite a partir de gases ricos em carbono, em especial o etileno que é aquecido a 1400 oC em um forno especial. Nesta etapa, o grafeno se forma em filme único sobre um substrato metálico (cobre), porém ainda não se conseguiu produzir grafeno em larga escala com áreas maiores através do método CVD. Fato este que limita a reprodutibilidade do método em questão. Poucos países, por exemplo: EUA, China e Cingapura, produzem o óxido de grafeno em larga escala e comercializam a altos preços que variam de $50 a $250/ grama a depender da pureza. Esta realidade restringe as pesquisas aplicadas com esse material a poucos laboratórios no mundo e inibem os investimentos em inovação; apesar do comprovado potencial de impacto nos setores de energia, biomedicina, agricultura, industrial,
eletrônicos, energias renováveis, ambiental, aeronáutico, aplicações médicas, têxteis. A importância desse material é proporcional ao alto número de patentes publicadas nos últimos anos. Zarbin et all.(2013) afirma que o principal desafio ainda está no desenvolvimento de métodos massivos de produção de amostras de óxido de grafeno reduzido com qualidade estrutural, e com controle do número de camadas. Afirma Mehl (2014) que há um grande interesse no desenvolvimento de rotas de preparação do grafeno, que sejam viáveis do ponto de vista prático (com alto rendimento e pureza, com e boa qualidade estrutural) e economicamente viável.
Esse trabalho foi resultado do estudo individual sobre eletrólise, nanotecnologia e interação molecular que deram as bases teóricas para a construção do protótipo em funcionamento. O novo método brasileiro, cujo título da patente é “PRODUção de nanopartículas de carbono a temperatura ambiente” (BR 10 2016012475 1) foi denominado de “ROTA NHK” que neste trabalho foi usado para
obtenção de OG. O destaque do novo método está na reprodutibilidade, na baixa emissão de poluentes e controle das etapas de produção. O objetivo desse trabalho é apresentar um novo processo de produção do óxido de grafeno a temperatura ambiente.
MATERIAL E MÉTODOS
A substância rica em carbono usada neste novo processo de produção de óxido de grafeno foi o carbono natural; e constitui o eletrólito de uma célula eletrolítica onde será submetido aos processos de oxidação e redução.Os testes experimentais foram realizados em instalação adaptada a um laboratório que está, atualmente, localizado na cidade de Alagoinhas-BA. As pesquisas foram financiadas com recursos próprios.
O produto obtido pela “ROTA NHK”, foi analisado por espectroscopia Raman empregando-se um espectrômetro Raman Witec (Alpha 500), acoplado a um detector CCD Witec (modelo DV401ABV-352) do Laboratório de Corrosão e Proteção do IPT. A focalização do laser na amostra e a coleta da radiação espalhada foram feitas através de um microscópio óptico Witec (Carl Zeiss, Serien-Nr
334000409). Foi utilizada linha de excitação na região do infravermelho próximo em 785,0 nm de um laser de diodo (XTRA 00222, Toptica) e na região do visível em 532,0 nm de um laser de argônio (WiTec) e em 633,0 nm de um laser de hélio-neônio (Modelo 30584, Optics Inc.). Os espectros são resultado da média de dez espectros obtidos com tempo de integração de 1 s, utilizando-se rede de
difração de 600 linhas/mm; lente de aumento de 100x (número de abertura 0,55, CF Plan). A Figura 1 a seguir representa o novo método de obtenção de óxido de grafeno a temperatura ambiente. Onde mostra uma fonte rica em carbono natural (1), na concentração de 0,576g/ml que constitui o meio reacional. A carga positiva constitui o anodo (3) de prata onde ocorrerá a etapa de
oxidação das partículas de carbono para obtenção do grafito oxidado em suspensão. Em paralelo, o outro eletrodo inerte (ex: Ag, Au) é alimentado com carga negativa e constitui o catodo (3) onde ocorrerá a reação de redução do grafito oxidado a óxido de grafeno reduzido em suspensão. Cada eletrodo é conectado por fios condutores de eletricidade (5) e são imersos no reator (2) de 30ml de capacidade com massa total de 15g aproximadamente. Uma fonte de energia elétrica (4) gera a diferença de potencial (ddp) necessário para o processo de oxirredução. O tempo de reação estimado para esse processo é de 9,0 min/ml de suspensão na CNTP em recipiente fechado, podendo variar em função da concentração. O óxido de grafeno quando exposto à luz excessiva sofre degradação. A Figura 1 representa o sistema da nova rota do processo em narrativa.

Figura 1 – ROTA NHK de produção de óxido de grafeno a temperatura ambiente.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
O novo processo de produção de óxido de grafeno é caracterizado pela reação redox na mistura reacional que origina a formação de nano partículas de óxido de grafeno em suspensão no reator que opera a temperatura ambiente. Toda a carga de carbono é convertida em alótropos. As vantagens são a redução do custo energético, redução na geração de resíduos, controle das etapas de produção e reprodutibilidade do processo. A Figura 2 mostra o produto final em suspensão aquosa (A) cuja concentração mássica do produto obtido foi de aproximadamente de 0,600 g/ml em suspensão, as imagens (B) e (C) são o MEV e o DRX do produto obtido pelo novo método.
Figura 2 – (A) Nanopartículas de OG em suspensão aquosa, (B) MEV e (C) DRX da amostra.

A respeito dos testes para caracterização por espectroscopia Raman da amostra de carbono verificou que amostra apresenta elevada sensibilidade às radiações empregadas, o que resulta em sua degradação durante a irradiação com laser, mesmo em potência mínima (Figura 3) indicando que a amostra é fotossensível e pode formar outros alótropos do carbono a exemplo do carbono amorfo. Figura 3 – Imagens de microscopia óptica em aumento de 100x da Amostra de OG antes e após irradiação por laser para obtenção do espectro Raman nos comprimentos de onda (A) 532,0 nm, (B) 633,0 nm e (C) 785,0 nm.

Devido à sensibilidade da amostra, espectros Raman foram adquiridos com tempo curto de aquisição (50 ms) e 10 acumulações de maneira a diminuir o tempo de exposição à radiação do laser. Desta maneira, a qualidade dos espectros, razão sinal ruído, é baixa (Figura 4). O padrão espectral na página seguinte, para uma mesma radiação excitante, varia de acordo com o ponto de análise, indicando que a amostra não é homogênea (Figuras 4B e 4C) podendo conter óxido de grafeno e outros alótropos do carbono. Os espectros apresentados nas Figuras 4A e 4B apresentam duas bandas largas em aproximadamente 1350 cm-1 e 1580 cm-1 . Estas bandas podem ser atribuídas às bandas G e D de compostos sp2 de carbono como o óxido de grafeno, respectivamente (Dresselhaus et all. , 2010). Estas bandas também são observadas nos espectros de carbono amorfo (Marton et all., 2013). Para os espectros nas radiações 532,0 nm e 633,0 nm (Figura 4A e 4B) a banda D (~1380 cm-1 ) é mais intensa que a banda G (~1350 cm-1 ). Esta razão de intensidade está de acordo com aquela observada para compostos grafíticos, tais como óxidos de grafeno (Stankovich et all., 2007). A elevada largura das bandas G e D indica a presença de carbono amorfo. Os compostos sp2 de carbono (grafite, OG, grafeno, nanotubos de carbono, fulerenos) apresentam efeito Raman ressonante. No efeito Raman ressonante, a energia do fóton da radiação excitante é comparável ou mesmo coincidente com a energia de transição eletrônica da molécula em estudo (cromóforo). Neste caso, ocorre uma intensificação na ordem de 105 vezes das bandas associadas aos modos vibracionais do cromóforo. Por conta disso, não é possível afirmar, a partir dos espectros Raman, qual a proporção entre o óxido de grafeno e o carbono amorfo presentes na amostra analisada.

 

A amostra apresenta elevada sensibilidade ao laser empregado para caracterização por espectroscopia Raman. Os espectros Raman nas radiações excitante 532,0 nm e 633,0 nm apresentam bandas largas em aproximadamente 350 cm-1 e 1580 cm-1 , sendo a segunda mais intensa que a primeira. Tais resultados indicam que a amostra contem compostos do tipo grafítico (característico do óxido de grafeno) e carbono amorfo, porém não permite determinar se as estruturas grafíticas de óxido de grafeno estão presentes em elevada concentração na amostra devido ao efeito Raman ressonante. Este fato mostra a oportunidade de melhoria nas próximas etapas do nosso trabalho.

CONCLUSÕES
O novo método produz óxido de grafeno à temperatura ambiente.
AGRADECIMENTOS
-Deus pelos desafios que a vida impôs.
-Minha Família pelo apoio e confiança depositados neste trabalho.
-IF/UFBA e ao DEQ/UFCG pelas caracterizações do MEV e DRX respectivamente.

REFERÊNCIAS
Dresselhaus, M.S.; Jorio, A.; Hofmann, M.; Dresselhaus, G.; Saito, R. Perspectives on carbono
nanotubes and graphene Raman Spectroscopy. Nano letters, v. 10, p. 751-758, 2010.
Li, X.; Cai, W.; An, J.; Kim, S.; Nah, J.; Yong, D.; Piner, R.; Veldmakanni, A.; Juerg, I.; Tutuk, E.;
Banerjee, S. K.; Colombo, L.; Ruoff, R. S.; Science, p.324 e p.1312, 2009.
Marton, M.; Vojs, M.; Zdravecká, E.; Himmerlich, M.; Haensel, T.; Krishock, S.; Michiniak, P.;
Vesely, M.; Redhammer, R. Raman spectroscopy of amorphous carbono prepared by pulsed arc
discharge in various gas mixture. Journal of Spectroscopy, v. 2013, 6p. 2013.
Mehl, Hiany. The effect of variation of reactional parameters in the preparation of graphene by
oxidation and reduction of graphite. Quím. Nova, vol.37, n.10, pp.1639-1645. 2014.
Stankovich, S.; Dikin, D.A.; Piner, R.D; Kohlhaas, K.A.; Kleinhammes, A.; Jia, Y.; Wu, Y.; Nguyen,
S.T.; Rouff, R.S. Synthesis of graphene-based nanosheets via chemical reduction of exfoliated
grafite oxide. Carbon, v. 45, p. 1558-1565, 2007.
Zarbin, Aldo J. G. e Oliveira, Marcela M.. Carbon nanostructures (nanotubes and graphene): Quo
Vadis?. Quím. Nova, vol.36, n.10, pp.1533-1539. 2013.

 

Fonte: www.confea.org.br/media/contecc2016/quimica/novo%20processo%20de%20produção%20de%20òxido%20de%20grafeno%20à%20temperatura%20ambiente.pdf

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=h5aeVZzsvKY

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Betelgeuse

Alpha Orionis (α Orionis) conhecida como Betelgeuse é uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante das que podem ser vistas da Terra. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion. Apesar de ter a designação α (“alpha”) na Classificação de Bayer, ela não é mais brilhante que Rigel (β Orionis).

Betelgeuse é na verdade mais brilhante do que Rigel no comprimento de onda infravermelho, mas não nos comprimentos de onda visíveis.

Características

Betelgeuse é uma estrela supergigante vermelha, e uma das maiores estrelas conhecidas, sendo de grande interesse para a astronomia. O diâmetro angular de Betelgeuse foi medido pela primeira vez em 19201921 por Michelson e Pease, sendo uma das cinco primeiras a serem medidas usando um interferómetro no telescópio de 100 polegadas do Monte Wilson. O seu diâmetro varia entre 887 ± 203[1] e 1180 vezes o do Sol.[2] No diâmetro máximo, a estrela seria maior que a órbita de Saturno se colocada no lugar do Sol. Apesar de ser apenas 14 vezes mais massiva que o Sol, é cerca de algumas centenas de milhões de vezes maior em volume, como uma bola de futebol comparada a um grande estádio de futebol. A sua proximidade à Terra e o seu enorme tamanho fazem dela a estrela com o terceiro maior diâmetro angular vista da Terra [1], menor apenas que o Sol e R Doradus. É uma das 12 estrelas em que os telescópios atuais podem visualizar o seu disco real. Betelgeuse possui uma temperatura à superfície de cerca de 3.500 K.[3]

Supernova

Os astrónomos prevêem que Betelgeuse pode passar por uma supernova tipo II. No entanto, as opiniões estão divididas quanto ao momento em que isto deve ocorrer. Alguns sugerem que a variabilidade actual como um sinal de que já está na fase de queima de carbono do seu ciclo de vida, e deve sofrer uma explosão supernova aproximadamente nos próximos mil anos. Céticos discordam com esse ponto de vista e afirmam que a estrela deve sobreviver muito mais tempo.

Há consenso de que tal supernova seria um evento astronómico espectacular, mas não seria uma ameaça para a vida na Terra, dada a enorme distância a que se encontra. Mas a estrela vai tornar-se pelo menos 10000 vezes mais brilhante, o que significa um brilho equivalente ao de uma Lua crescente. Entretanto alguns crêem que ela pode chegar ao brilho de uma Lua cheia (mv = -12.5). Esse fenómeno deve durar por alguns meses, parecendo uma pequena Lua cheia com a cor de uma lâmpada incandescente à noite e facilmente visível durante o dia. Após esse período a estrela vai apagar-se gradualmente até que após alguns meses ou anos desapareça completamente e Orion perca o ombro direito.

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Betelgeuse

Nosso Futuro da Memória Cultural Ameaçada

A indústria de manipulação de vídeo é uma bomba de tempo

Apornografia trocada, como muitos desenvolvimentos tecnológicos e sociais de nossa época, parece uma coisa ruim, mas é, de fato, muito, muito pior. Não é difícil concluir que os hobbyists de pornografia sintética, ajudando-se mutuamente ensinar-se a ensinar os computadores a colar as semelhanças de novas pessoas com o video pornográfico existente, estão fazendo algo violador; PornHub declarou que o produto resultante não é consensual e viola seus termos de serviço.

Mesmo que a perspectiva de aparecer involuntariamente em um vídeo de sexo incondicional é perturbadora em seus próprios termos, porém, é muito mais perturbador como um caso de teste, uma versão caseira barata do projeto maior e bem financiado de fazer um video plausível de coisas que nunca aconteceu – o que o Charlie Warzel, da BuzzFeed, descreveu este mês como “um potencial projeto de Manhattan de novidades falsas”.

A diferença entre a manipulação de vídeo e o projeto real de Manhattan é que os cientistas no Projeto Manhattan sabiam que eram membros do esforço de guerra e que seu objetivo era construir o dispositivo de morte mais poderoso do mundo. Uma vez que o construíram, os cientistas entenderam que eles mudaram o mundo de uma forma grave e terrível.

A indústria de manipulação de vídeos parece não ter consciência de tudo o que torna possível. Em uma apresentação do produto Adobe Photoshop a partir do final do ano passado, uma multidão aplaude enquanto os representantes da empresa demonstram como a tecnologia Adobe Cloak do projeto pode remover uma lamparina desagradável de um vídeo de uma catedral russa. Mas espere! Tem mais!

Para novos aplausos, os representantes continuam a exibir imagens de dois caminhantes passando por uma garganta , e o software remove uma correia de uma das suas mochilas. Isso pode remover as pessoas? “Sim, podemos – podemos remover as pessoas”, diz o apresentador. “Sim”. E as pessoas estão envolvidas em um contorno roxo, como um elemento visual indesejável, isolado e removido.

“Tudo o que sabemos sobre a nossa sociedade, ou mesmo sobre o mundo em que vivemos, sabemos através dos meios de comunicação”, escreveu Niklas Luhmann em seu livro The Reality of the Mass Media: Memória cultural no presente (1996). “Isto é verdade não só do nosso conhecimento da ciência e da história, mas também do nosso conhecimento da natureza. O que sabemos sobre a estratosfera é o mesmo que Platão sabe sobre a Atlântida: ouvimos dizer isso. “

Para viver assim, dependemos de palavras, sons e, especialmente, de imagens, em massa distribuídas mecanicamente. As coisas que aparecem no vídeo são mais reais do que as coisas sobre as quais simplesmente somos informados. Havia muitas boas razões para que o executivo de fast food, Andrew Puzder, não se tornasse secretário de trabalho, mas aquele que garantiu a derrota de sua indicação era a aparência de sua ex-esposa, disfarçada de uma peruca e grandes óculos tingidos, em uma fita de vídeo de um antigo episódio de Oprah sobre o abuso do casal.

As alegações de abuso haviam sido relatadas há muito tempo, juntamente com o fato de que ela as recuou no decurso de um acordo de custódia. Mas os visuais fizeram a diferença. Uma estranheza no escândalo, testemunhando o poder sobrenatural do formato, foi que a empresa que originalmente exibira o vídeo se recusou a cooperar com o esforço para encontrá-lo e torná-lo público. Oprah apresentou a imagem da mulher sob um pseudônimo, como representante do problema genérico ou escândalo de “mulheres maltratadas de classe alta”. Agora, porém, era evidência sobre uma pessoa específica e poderosa, uma coisa mais potente do que os produtores já quis criar.

Ele saiu de qualquer jeito, assim como a fita do Access Hollywood de Donald Trump pegou, apesar do desejo da NBC de caminhar lentamente pelas notícias. Nos 22 anos desde que Luhmann descreveu a inescapabilidade dos meios de comunicação de massa, os meios de comunicação de massa perderam um grande controle que eles gozavam como instituições. A produção e a disseminação foram fraturadas e tornaram-se participativas ou criaram novas simulações de alta velocidade de participação.

No entanto, o espaço em que os meios de comunicação funcionam continua sendo o único espaço que existe. Ainda não há outra maneira de saber nada sobre as escalas nas quais as coisas exigem ser conhecidas: a nação, o governo, a economia, o mundo, a cultura. Mas o conhecimento agora está quebrado e desestabilizado. Imagens e histórias podem ser distribuídas para grandes extensões do planeta por qualquer pessoa, ou podem ser distribuídas para um conjunto pequeno e restrito de pessoas. Na parte receptora, eles são vivenciados exatamente da mesma maneira.

Os colegas de rosto entendem isso como uma verdade, seja ou não ao nível de percepção. Para fins de produção de pornografia sintética, um ator de cinema principal e uma pessoa em um clipe de pornografia existem em um único plano de realidade ou irrealidade. Ambos são imagens em movimento, nada mais, para serem recebidos e consumidos. É a lógica amoral das próprias máquinas de aprendizagem: Aqui estão duas versões do mesmo tipo de entrada a serem retrabalhadas para uma nova saída desse mesmo tipo. Qualquer distinção de significado e valor – da realidade subjacente, como as pessoas podem querer entender – equivale a substituir facilmente metadados.

É fácil e sombrio pensar as possibilidades: observações escandalosas que um candidato político nunca pronunciou, confissões falsas, actos falsificados de violência. Tropas em diferentes uniformes, sob várias bandeiras, fazendo as mesmas coisas. As multidões inaugurais transbordam o Mall e empacotaram as várzeas da rota do desfile.

Ninguém realmente se propôs a demolir a realidade. Ninguém estabeleceu para inscrever a população mundial em um sistema de vigilância em tempo integral, também. Eles apenas criaram smartphones, e esses telefones precisavam manter contato com as redes de comunicação em torno deles. E cada vez mais serviços trocaram informações sobre movimento e uso e comportamento e atenção, e os telefones se tornaram plataformas de publicidade, e os anunciantes queriam saber o quanto pudessem sobre potenciais clientes – o que acabou por ser aproximadamente tudo.

E, da mesma forma, mesmo que algumas pessoas estejam construindo ferramentas para fazer vídeos de eventos que nunca aconteceram, outras pessoas estão construindo ferramentas para distribuir esse material através de canais separados, opacos e inexplicáveis. O Facebook funciona como um serviço de microtargeting sob a aparência de um vasto fórum público, para que ninguém possa dizer o que o Facebook de qualquer outra pessoa pode ter. Demorou meses de crise, uma eleição presidencial e as investigações federais antes que a empresa decidiu que começaria a trabalhar em formas de tornar as campanhas publicitárias visíveis e responsáveis . O Twitter oferece anúncios ligados a contas inexistentes do Twitter , por isso é impossível saber de onde elas vieram ou quem mais as viu. O contexto é tão inviável quanto o conteúdo.

Até agora, o susto de notícias falsas concentrou-se principalmente nos remetentes – agentes estrangeiros, russos, um inimigo escondido, mas que pode ser retratado. Mas o remetente está quase ao lado do ponto. O horror está em ser os destinatários, cada um de nós em uma realidade hermética, incapaz de confiar no que vemos ou de saber quais outras realidades podem estar ao nosso lado.

 

Fontehttps://medium.com/s/story/our-future-of-warped-cultural-memory-4598ab103b05

Brasileiro desenvolve nova arquitetura para processadores quânticos

Quando se pensa no conceito de processadores quânticos, logo vem à cabeça um computador ultramoderno, com altíssima tecnologia. Porém, eles ainda não são acessíveis, já que o processo de produção ainda é extremamente difícil e caro.

Porém, pesquisadores australianos e o brasileiro Guilherme Tosi, que trabalham na University of New South Wales, criaram um novo conceito para a construção desses chips, que podem ser desenvolvidos a partir do silício, sendo muito próximo ao uso já existente em outros dispositivos.

O processador quântico de silício funciona em torno de qubits “flip-flop”, ou seja, afastam o elétron do núcleo e usam os eletrodos na parte superior. Isso significa que eles podem ser controlados com sinais elétricos, ao contrário dos conduzidos magneticamente – como acontece hoje.

 

Diferente dos circuitos desenvolvidos pela IBM e pela Google, o novo conceito é construído a uma distância em nanômetros, de maneira que continuem entrelaçados, o que torna o processo mais fácil na hora da produção, e sem interferir no estado dos qubits.

Por sua vez, os circuitos feitos pelas gigantes da tecnologia também contam com a facilidade de condução dos dados, porém podem ter um tamanho maior do que se imagina.

Apesar de ser uma ideia promissora, ela ainda está no papel. Os pesquisadores envolvidos no projeto já estão iniciando a primeira empresa de computação quântica da Austrália e, caso a teoria se aplique, em breve teremos supercomputadores quânticos acessíveis.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/122183-brasileiro-desenvolve-nova-arquitetura-processadores-quanticos.htm

 

Frequência 528hz

Informações sobre frequência 528Hz

A ciência moderna começou a reconhecer o que os antigos místicos e sábios nos disseram há séculos; que tudo está em um estado constante de vibração. Desde a menor partícula física até as coisas que não podemos perceber com nossos (ainda) limitados sentidos.

O estado mais elementar da vibração é a do som. Tudo tem uma faixa ótima de vibração (frequência), cuja taxa é chamado de ressonância. Quando estamos em ressonância, estamos em equilíbrio. Cada órgão e cada célula do nosso corpo precioso absorve e emite som com uma frequência particular de ressonância ideal. Músicas sintonizadas nas frequências 432hz e 528hz criam ressonância em nosso corpo físico, mental, emocional e espiritual.

Todos os áudios e vídeos lançados pelo Clube de Meditação para Pensamentos Poderosos são ajustados para 432 Hz ou 528 Hz.

Comparado ao padrão A = ajuste de 440Hz, 528Hz é 4 Hz acima afinação padrão; A = 444Hz. Quando a música é ajustada para A = 444Hz que ressoa com C = 528Hz.

A frequência 528Hz, também chamada de frequência do amor é a nota “Milagre” da escala musical Solfeggio original. Confirmada por pesquisadores independentes, foram utilizados pelos antigos sacerdotes e curandeiros em civilizações avançadas para criar manifestações miraculosas do que é fielmente imaginado e intencionado. A frequência 528Hz ainda está sendo usada dessa maneira por aqueles que não esqueceram o seu poder.

528Hz é a bioenergia da saúde e longevidade. É a vibração harmônica que levanta seu coração. É a freqüência do Amor. Mais e mais pessoas estão despertando espiritualmente, mentalmente e emocionalmente e escolhendo estar em sintonia com 528Hz. Esta frequência de cura nos ajuda a fluir em perfeito ritmo e harmonia. Dr. Horrowtiz,  especialista nos efeitos da frequência 528Hz , nos encoraja a usar 528 Hz para restaurar a consciência humana ao seu poder e potencial.

528Hz ressoa no coração do Sol (gravada por cientistas da NASA). Raios de sol, arco-íris, flores, grama e até o zumbido de abelhas vibram em 528Hz. Natureza em equilíbrio vibram em 528Hz. É a frequência da própria vida.

Clorofila e sua cor verde / amarelo vibra em 528Hz, e é o mais poderoso pigmento de cura em biologia. O ar que respiramos é preenchido com Prana / Chi – a força vital Universal vibrando em 528Hz que, naturalmente, está restaurando e revigorando cada cordão do DNA e as células de seu corpo – favorecendo o equilíbrio, saúde e harmonia para sistemas dissonantes por falta de energia de elétrons.

 

DNA – cura – Como isso funciona?

A frequência 528 Hz foi usada por bioquímicos para reparar o ADN humano. A frequência de 528 Hz parece influenciar as moléculas de água que circundam a hélice do DNA, provocando assim efeitos de cura sobre o DNA.

Segundo o Dr. Horowitz, toda cura ocorre a partir de ondas sonoras ou vibrações ressonantes em todo o Universo. Ele afirma que as células humanas usam DNA, como rádios usam antenas, para receber as vibrações de nota e sintonizar o ritmo do corpo com o do cosmos. Ele refere-se à nota 528 Hz Solfeggio como “a frequência do amor”, que, além de proporcionar benefícios para a saúde, abre as portas para a transformação espiritual e despertar.

Isto é ecoado pelo Dr. Candice Pert, que afirma que a energia e vibração percorrem todo o caminho até o nível celular, abre os cromossomos e expõe o DNA às frequências.

Experimentos envolvendo DNA in vitro expostas a diferentes gravações de estilos musicais foram realizados por Glen Rein da Biologia Quantum Research Lab em Nova York.

Quatro estilos de música para a saúde, incluindo cantos gregorianos que usam a escala Solfeggio, foram convertidos para ondas de áudio escalares e jogado através de um leitor de CD para tubos de ensaio contendo no DNA in vitro. Os efeitos da música foram determinados através da medição de absorção de luz UV as amostras do tubo de teste de ADN “depois de uma hora de exposição à música. A absorção de luz UV é considerada como um efeito significativo no ADN porque quando a hélice DNA desenrola-se, permite que tal absorção.

Os resultados das experiências de Glen Rein mostrou que os cantos gregorianos causaram um aumento significativo na absorção de luz UV em relação música, que tinham pouco ou nenhum efeito.

 

Solfeggio 528Hz e frequência 528Hz

Há uma certa confusão em torno do 528Hz solfeggio e música sintonizada para 528Hz. Aqui está a diferença:

A frequência de 528Hz Solfeggio é um tom singular puro. Não pulsando como as batidas binaurais (duas frequências diferentes juntos) ou isocrônico (pulsar único tom).

Frequência 528Hz está relacionada com a afinação de todo o pedaço de música de padrão A = 440Hz – a C = 528Hz. Não tem nada a ver com o som do próprio tom de solfeggio (embora eles vibram no mesmo comprimento de onda).

 

Outros fatos fascinantes da frequência 528Hz

De acordo com o Dr. Leonard Horowitz, 528 Hertz é uma frequência que é central para a “matriz matemática musical da criação. 

O cientista matemática Victor Showell descreve que a vibração 528Hz é fundamental para a antiga Pi, Phi, e a média de Ouro evidente em todo o design natural. Vic Showell e John Stuart Reid (um pioneiro na pesquisa acústica e medições cymatic) provaram que 528 é essencial para a geometria sagrada de círculos e espirais consistente com estruturação DNA e reestruturação hydrosonic. Sem 528Hz, não haveria círculos, nem capacidade de medir o espaço / tempo.

528hz resolve para um 6, o ícone para a manifestação física. Isto é, 5 + 2 + 8 = 15; e 1 + 5 = 6 (usando matemática de Pitágoras). O símbolo “6” reflete a “espiral para baixo do céu para a totalidade da terra.” Na verdade, a frequência de amor pode ser fundamental para transmitir toda a matéria e energia em realidade.

…………………… ..

Ouvir música com frequência 528Hz ressoa dentro do nosso corpo, libera bloqueios emocionais e expande nossa consciência. 528Hz nos permite entrar em sintonia com a sabedoria do Universo, Inteligência Divina e nossa alma. Ele cria unidade em vez de separação. Ela amplia nossos corações e nos torna mais compassivos e amorosos. Uma coisa é certa. Uma pessoa que ressoa com amor ter paz interior – está em harmonia com o ponto de partida para um mundo foram vivemos em unidade, paz e harmonia uns com os outros e-Mãe Terra.

 

Fonte: https://clubedemeditacaoparapensamentospoderosos.wordpress.com/2017/01/16/frequencia-528hz/

Elucidando a Natureza da Consciência Humana Através da Arte

Uma entrevista com Greg Dunn

Por Linda Codega

Depois de receber seu doutorado em neurociência em 2011, o artista Greg Dunn tomou uma decisão não convencional: dedicar-se a sua arte. Um observador há muito tempo da consciência humana, suas imagens do cérebro humano foram exibidas em museus em todo os Estados Unidos, incluindo o Instituto Franklin. Ele falou recentemente com o Garrison Institute sobre sua arte, filosofia da mente e por que ele compara seu trabalho com o de artistas zen.

Como você começou como artista profissional?

Meu plano original era seguir a rota acadêmica. Então eu comecei a pintar o primeiro ano no meu grau de neurociência. Em algum momento, percebi que não estava produzindo nada no laboratório que outros não poderiam ter produzido – eu era um cientista decente, mas não um genial. Eu senti que a combinação dos meus interesses que se manifestava na arte estava fazendo mais uma contribuição. Eu realmente me tornei um artista no último ano da escola de graduação. Foi tão surpreendente para mim como qualquer outra pessoa.

Tanto no seu foco científico quanto no seu trabalho artístico, você se concentrou no cérebro humano. Por quê?

Sempre tive dificuldade em escolher o que eu vou passar o meu tempo. O cérebro é o último denominador comum para tudo o que você poderia fazer ou pensar. Todo mundo tem um. Não é mais expansivo do que isso.

Há tantas maneiras de olhar para o cérebro – do ponto de vista bruto, anatômico e funcional ao produto metafórico. Também estou interessado no equilíbrio do que é hardwired e o que é aprendido. Você poderia passar uma vida explorando isso. E, do ponto de vista prático, não há muitas pessoas que pintam o cérebro. E se eles são, eles geralmente não têm doutorado em neurociência.

Então, em certo sentido, o cérebro é uma tela em branco e todas as telas únicas já criadas. Quais são as diferenças entre abordar o cérebro através da arte e da ciência?

É difícil diferenciar. Eu acho que o máximo que eu já aprendi sobre o cérebro estava trabalhando no Self Reflected , que era um projeto de dois anos desse gigante, microetching animado. Quando eu estava tentando envolver a cabeça sobre como comunicar idéias sobre o cérebro, eu decidi realmente enfatizar que o cérebro está ao lado do equilíbrio da faca entre a ordem e o caos. Tornou-se evidente que, quando o cérebro está se diferenciando, há literalmente dezenas de bilhões de coisas acontecendo.

O grau de sofisticação que o cérebro não conseguiu tolerar essa quantidade de aleatoriedade se não tivesse um mecanismo compensatório. Esse aspecto tornou-se muito claro quando eu tentava orquestrar meio milhão de neurônios e como eles se conectam. Tornou-se evidente que este era um problema substancial que a evolução tinha de resolver em algum momento. Ciência e arte tornaram-se inseparáveis.

Auto refletido por Greg Dunn | 2012

Você pode explicar seu processo para criar as imagens usadas no Self Reflected ?

A idéia básica por trás do microetching reflexivo é um modelo gigante e reflexivo que tem o potencial, através de ângulos de corrosão na superfície do ouro, para descrever o movimento. É um primo para o hológrafo. Podemos codificar animações através de matemática muito precisa de onde a luz é e onde os ângulos são gravados em relação a ela.

Primeiro, pesquisamos todas as regiões do cérebro para descobrir o que os neurônios pareciam, o que eles estavam conectados e os padrões de disparo. Essa informação foi compilada em enormes planilhas, que foram usadas como referências para pintar todos os neurônios do cérebro. Pusimos talvez cinco exemplos de nervos no cérebro, então talvez 150 neurônios diferentes, então os digitalizamos no computador e os transformamos em matemática. Eles se tornaram objetos vetoriais, que é uma descrição matemática de um esboço, o que permite que você trabalhe com esse objeto com muito mais flexibilidade do que você poderia em uma imagem feita de pixels.

Nós pintamos todos os neurônios usando esse método e colocamos provavelmente um milhão deles para baixo. E então, desenhamos a questão branca, que são todas as conexões entre os neurônios. Esses são os axônios que viajam ao longo do cérebro em polegadas. Usando imagens de espectro de difusão com um scanner de ressonância magnética, gravamos uma difusão de moléculas de água em voxels, que é um pixel tridimensional no cérebro. Esta varredura produziu um mapa tridimensional de onde todos esses bilhões de axônios vão e o que eles parecem.

Usamos esses dados como um guia para desenhar os axônios e, em seguida, alimentamos nossos dados de axônios e nossos dados de neurônios em um algoritmo. Começou a formar este grupo de neurônios, a se conectar a axônios e depois enviou alguns desses neurônios, conecte-se a este grupo de axônios, e assim por diante para construir essas cadeias de atividade que criam a forma do cérebro. O algoritmo nos ajudou a fazer essas conexões, finalizar o tempo das conexões e, em alguns casos, ajudar a desenhar como são os axônios. Ele basicamente simulou o que a atividade de meio milhão de neurônios parece ao mesmo tempo.

Demorou meses e meses para descobrir muitas coisas. No final, após cerca de dez dias apenas de processamento informático dedicado, cuspiu as imagens dos dados de temporização. São imagens de cor de arco-íris, onde a cor codifica a animação. Os pixels vermelhos seriam visíveis no início da animação, e então você veria os laranja, depois amarelo, verde, azul e, finalmente, violeta.

Acho que uma coisa que é importante dizer é que não é uma varredura. Nós não tiramos fotos através de um microscópio. Nós fizemos essa peça para poder ver a atividade neural na escala de neurônios individuais e para vê-lo no contexto de todo o cérebro. Essa é a razão pela qual colocamos tantos esforços no Self Reflected , porque queríamos mudar a maneira como as pessoas pensam sobre o cérebro. Tivemos que inventar todas essas técnicas para comunicar o que queríamos.

Auto refletido por Greg Dunn | 2012

Qual é a visão microscópica que você achou tão inspiradora?

É incrível o quanto dela surgir. Os próprios neurônios são imensamente lindos. Suas formas são um testemunho de como o caos governa nosso ambiente. Você vê as formas dos neurônios em ramos de árvores, raios e rachaduras no pavimento. Muitas vezes é a forma que você obtém quando você tem alguma força que está causando uma linha alongada. É a energia encontrar o caminho de menor resistência.

Isso é maravilhoso, a capacidade de ver os neurônios exibidos uma e outra na natureza.

É incrível. Você vê formas neurais em superglus galácticos; Milhares de galáxias orientadas no universo. Você está apenas a coçar a cabeça, perguntando o que isso tem a ver conosco? Comigo? É uma idéia muito bizarra. Você vê isso de forma independente da escala. É mais evidência de que o universo se arrumasse nesses tipos de padrões de repetição.

Você disse que há uma qualidade Zen para os neurônios que você captura. O que você quer dizer com isso?

É muito parecido com formas antigas de arte. Muitos pintores de tinta Sumi-e foram monges que praticaram durante muitos anos para poder pintar com apenas alguns traços simples. Uma coisa que é característica dessa forma de arte é o uso de espaço negativo e padrões de ramificação aleatórios. O cérebro sugere fazer coisas aleatórias. É preciso prática para desbloquear sua mente do desejo de fazer padrões. Aprender a pintar como esse é um método para libertar sua mente. É uma das razões pelas quais os mestres da pintura de Sumi-e passam a vida inteira aprendendo a apagar seu contexto, para que a espontaneidade apareça. Isso é o que eu vejo como Zen; criando sem pensar.

Você tem uma prática contemplativa própria?

No meu início dos anos 20, eu estava muito a sério considerando ser um monge. Eu mantive uma prática ao longo dos anos, e eu tenho um tanque de privação sensorial na minha casa. É uma parte importante da minha vida e quem eu sou.

Uma coisa que eu realmente quero fazer é se divorciar do máximo possível do dogma. Eu falo sobre as mesmas idéias, mas não quero que as pessoas reajam ao fato de que está funcionando de uma forma tradicional. O restante secular evita a reação do joelho.

Quando você está criando essas peças, em que tipo de mentalidade você está?

Eu sempre pinto melhor quando meditei de antemão – todas as vezes. Eu esqueço que às vezes, mas isso sempre, sempre ajuda. Francamente, apenas me deixa melhor em tudo. Apenas em termos de silenciar fisicamente seu corpo e limpar sua mente antes de começar a pintar.

Fonte: https://www.garrisoninstitute.org/blog/human-consciousness-art/

NASA CORTA TRANSMISSÃO AO VER FROTA DE “OBJETOS NÃO IDENTIFICADOS” SOBREVOANDO ESTAÇÃO

Uma das maiores curiosidades humanas é se existe ou não vida em outros planetas e universos e se essas vidas, independente de quais sejam, nos observam de longe.
Boatos e imagens de possíveis Ovnis ou objetos estranhos nos céus é o que não faltam na internet, isso sem contar todos os trabalhos de ficção feitos todos os anos, que mexem com o espectador sobre essa possibilidade. Agora, mais um momento pode entrar para a lista das suspeitas se existem ou não ETs e se em alguma hora, eles vão nos fazer uma visita. A NASA estava fazendo a transmissão de uma Estação Internacional no Espaço quando uma frota de objetos não-identificados aparece na imagem. Sem pensar duas vezes, o controlador corta a transmissão.
Ufólogos que estão sempre atrás de evidências para garantir que existe vida fora da Terra conseguiram um trecho da transmissão, que pode se ver ao fundo objetos passando pela Estação Espacial Internacional. Primeiro, um passa sozinho. Em seguida, podem ser observados outros objetos circulares também invadindo a imagem. A NASA sempre afirma qu que pode ser algum objeto espacial, para não entrar no assunto. Mas, ufólogos ficaram impressionados porque os objetos pareciam movimentar-se em uma formação.

 

Vale ainda lembrar que essa não é a primeira vez que a NASA decide cortar transmissões ao vivo quando algo enigmático toma conta da tela. Em outras oportunidades, como em 2014, a agência espacial fez a mesma coisa e não quis dar explicações sobre o que seria aquela “coisa” passeando pelo universo. A gravação foi postada na internet e levantou dúvidas em muitas pessoas. Especialistas no assunto garantem que pelo menos seis objetos são muito maiores do que as partículas de gelo do espaço, que são sempre usadas como explicação pela NASA.
Alguns objetos, como contam os ufólogos, realmente são as partículas de gelo ou pedaços de algum satélite antigo. No entanto, diversas vezes objetos muito estranhos foram vistos e nunca receberam uma explicação plausível do que poderiam ser. Abaixo você confere o vídeo e pode dar a sua opinião, se realmente pode ser outra vida ou se é apenas algum componente perdido do espaço.

 

O Predestinado – Filme completo

 

Um agente temporal encara sua última missão após anos de viagens no tempo caçando criminosos e executando a lei. O desafio final será finalmente capturar seu inimigo mais desafiador, o homem que há muito o intriga e ludibria.

O que é MongoDB e porque usá-lo?

MongoDB é um dos mais populares de banco de dados. E disparado o mais famoso NoSQL no mercado. O mesmo é open-source e escrito em C ++.
Desde fevereiro de 2015, MongoDB ocupa a quarta posição no ranking mundial. Ele foi desenvolvido pela empresa 10gen inicialmente, que é hoje conhecida como MongoDB Inc.
MongoDB é um banco de dados orientado a documentos que armazena dados em documentos JSON com esquema dinâmicoIsso significa que você pode armazenar seus registros sem se preocupar com a estrutura de dados, como o número de campos ou tipos de campos para armazenar valoresOs documentos do MongoDB são semelhantes aos objetos JSON.
MongoDB é um banco de dados multi-plataforma NoSQL, que pode ser executado em Windows, Linux e Mac etc. Ele suporta linguagens de programação mais populares, como C #, Java, PHP, Javascript, NodeJs, Python e muito mais! 

Porque MongoDB?

Como você sabe, RDMS guarda dados em tabelas formatadas e utiliza linguagem de consulta estruturada (SQL)para consulta de banco de dadosRDBMS também tem esquema pré-definido com base nos requisitos e um conjunto de regras para definir as relações entre os campos em tabelas.

Fontehttps://codigosimples.net/2016/03/01/o-que-e-mongodb-e-porque-usa-lo/

Quilombo dos Palmares é reconhecido patrimônio cultural do Mercosul

Em 20 de novembro é comemorado no Brasil o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida para lembrar a morte de Zumbi dos Palmares, uma das principais lideranças negras da história do País. O nome faz referência ao Quilombo dos Palmares, maior espaço de resistência de escravos durante mais de um século no período colonial (1597-1704).

Estátua em homenagem a Zumbi dos Palmares 
Estátua em homenagem a Zumbi dos Palmares

Foto: Agência Brasil

A Serra da Barriga foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1985. Em 2007, foi aberto o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, próximo à cidade de União dos Palmares, a cerca de 80 quilômetros da capital do Estado, Maceió. O projeto envolveu a construção de instalações em referência a Palmares, como a casa de farinha (Onjó de farinha), casa do campo santo (Onjó Cruzambê ) e terreiro de ervas (Oxile das ervas). O espaço ainda é o único parque temático voltado à cultura negra no Brasil e recebe anualmente cerca de 8 mil visitantes.

Visibilidade

Para Marcelo Britto, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o título de patrimônio cultural do Mercosul significa um reconhecimento internacional importante e também pode estimular a visibilidade da área por brasileiros que ainda a desconhecem.

“Um aspecto importante é a dinamização econômica, uma vez que o bem cultural ganha uma visibilidade para uma projeção de caráter nacional e internacional. Isso favorece iniciativas que tendem a promover o turismo cultural, a geração de empregos que podem ocorrer relacionadas a isso”, afirma.

Referência histórica

Zumbi dos Palmares nasceu na Serra da Barriga, em Alagoas, no ano de 1655
Zumbi dos Palmares nasceu na Serra da Barriga, em Alagoas, no ano de 1655

Foto: Agência Brasil

O Quilombo dos Palmares surgiu no século 16. Residiam nele escravos fugidos das capitanias da Bahia e de Pernambuco. O local chegou a reunir até 30 mil pessoas no seu auge, no século 17, e era organizado em pequenos povoados, chamados de mocambos. Os principais eram Cerca Real do Macaco, Subupira, Zumbi e Dandara. O maior deles chegou a ter 6 mil pessoas, quase a mesma população do Rio de Janeiro à época.

Esses mocambos constituíam uma espécie de república. As decisões políticas eram tomadas pela reunião da liderança de cada um deles em conjunto com o chefe supremo. Essa posição de comando foi ocupada por Acotirene, sucedida por Ganga Zumba e, depois, por Zumbi. No tocante às relações afetivas, Palmares era uma sociedade poliândrica, em que mulheres podem ter relação com diversos homens.

Segundo Zezito de Araújo, professor de história e supervisor de Diversidade da Secretaria de Educação do Estado de Alagoas, Palmares ainda é lembrado muito pela dimensão do conflito, mas deveria ser conhecido por ter sido o primeiro grande movimento de resistência das Américas no período colonial e pela sua organização política.

“A Revolução Francesa é tida como o símbolo da liberdade, mas a luta de Zumbi aconteceu antes. Enquanto em Palmares tínhamos propriedade coletiva, produção para subsistência e para troca, na colônia tínhamos atividade agrícola para exportação e escravidão como base do trabalho. São sociedades opostas”, analisa.

Melhorias no espaço

Na opinião do presidente do Conselho de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas, Elcias Pereira, o título de patrimônio cultural será uma oportunidade importante de qualificar o espaço no momento em que o parque memorial completa 10 anos. “Recebendo esse título pode haver a melhoria dos equipamentos. Nestes últimos 10 anos, os investimentos não foram feitos como deviam. O acesso precisa ser arrumado, pois durante boa parte do ano há problema para chegar em razão das chuvas”, aponta Pereira.

Segundo Carolina Nascimento, diretora de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, responsável pelo parque nacional, ajustes e melhorias no espaço serão feitas a partir de um conjunto de iniciativas que já começaram a ser debatidas em uma oficina realizada neste ano em Maceió.

Entre as ações previstas estão a instituir um comitê gestor da Serra da Barriga, analisar a capacidade de recebimento de pessoas, reassentar algumas famílias ainda resistentes na área, implantar unidades de conservação ambiental, elaborar um plano de conservação e criar um centro internacional de referência da cultura negra.

“Neste momento em que casos de racismo estão se acirrando, o reconhecimento deste bem cultural é uma forma de combater a discriminação racial e valorizarmos a cultura afro-brasileira”, diz a diretora da fundação.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/quilombo-dos-palmares-e-reconhecido-patrimonio-cultural-do-mercosul,ebd127a3015da47966add2286c04d7e7989kqhe5.html

Watts to Amps (A) Conversion Calculator

Calculadora watts to amps

Potência elétrica em  watts (W) para corrente elétrica em calculadora de amplificadores (A) .

Selecione o tipo atual, entre em potência em watts, voltagem em volts, fator de potência para circuito alternativo e pressione o botão Calcular (DC = Corrente direta, AC = Corrente alternada):

Selecione o tipo atual: DC
AC – Fase monofásica
AC – trifásico
Digite o poder em watts: W
Digite a tensão em volts: V
 Calcular  Restabelecer  Troca
Resultado atual em amplificadores: UMA

Calculadora de amplificadores a watts ►

CC watts para o cálculo dos amplificadores

A corrente I nos amplificadores (A) é igual à potência P em watts (W), dividida pela tensão V em volts (V):

(A) = (W) (V)

Cálculo de ampères de fase única AC para cálculo de amplificação

A corrente de fase I nos amplificadores (A) é igual à potência P em watts (W), dividida pelo fator de potência PF vezes a tensão RMS V em volts (V):

(A) = (W) / ( PF × (V) )

O fator de potência da carga de impedância resistiva é igual a 1.

AC trifásico watts para amplificação de cálculo

Cálculo com tensão linha a linha

A corrente de fase I nos amplificadores (A) é igual à potência P em watts (W), dividida pela raiz quadrada de 3 vezes o fator de potência PF vezes a linha à linha RMS tensão L-L em volts (V):

(A) = (W) / ( √ 3 × PF × L-L (V) )

O fator de potência da carga de impedância resistiva é igual a 1.

Cálculo com linha para tensão neutra

A corrente de fase I nos amplificadores (A) é igual à potência P em watts (W), dividido por 3 vezes o fator de potência PF vezes a linha à voltagem RMS neutra L-N em volts (V):

(A) = (W) / (3 × PF × L-N (V) )

O fator de potência da carga de impedância resistiva é igual a 1.

Valores típicos do fator de potência

Não use valores típicos do fator de potência para cálculos precisos.

Dispositivo Fator de potência típico
Carga resistiva 1
Lâmpada fluorescente 0,95
Lâmpada incandescente 1
Motor de indução carga total 0,85
Motor de indução sem carga 0,35
Forno resistivo 1
Motor síncrono 0,9

 

 

 

Electric power in Watts (W) to electric current in amps (A) calculator.

Fonte: Watts to amps (A) conversion calculator

Estes brasileiros querem salvar nossos computadores do caos quântico

Nos últimos meses, muitos cientistas reforçaram que a computação quântica baterà à nossa porta. Com ela, você deve saber, muita coisa será redefinida — inclusive a internet. Dentre as várias mudanças, a mais preocupante é a que se refere à criptografia. Do dia para noite, dizem, nossas comunicações seguras podem ficar escancaradas a quem tiver em mãos um computador quântico.

Com isso em vista, a agência de padronização dos Estados Unidos, o NIST (National Institute of Standards and Technology) — equivalente à brasileira ABNT —, abriu chamada pública para envio de novos padrões de criptografia. É a chamada busca pela criptografia pós-quântica. Um dos motivos para o evento foi o aumento da preocupação gerado pelo anúncio de que a NSA (Agência Segurança Nacional dos EUA) estaria trabalhando na criptografia resistente a ataques quânticos e que todos deveriam fazer o mesmo.

Segundo o documento divulgado pelo NIST, os algoritmos de chave privada mais comuns — em que a mesma senha é utilizada para cifrar e decifrar a mensagem — terão sua eficiência reduzida pela metade. Já os padrões de criptografia de chave pública — aquele em que a mensagem é cifrada utilizando uma chave pública e decifrada utilizando uma chave privada — não oferecerão mais segurança nenhuma.

Para o doutor em Ciências da Computação, Diego Aranha, a chamada feita pelo NIST é extremamente relevante, já que os padrões aprovados pela agência acabam sendo adotados em todo o mundo. “Isso é algo que acontece pelo menos desde a década de 1990, quando o padrão de Curvas Elípticas foi amplamente difundido”, disse ao Motherboard Brasil.

Aranha é um dos brasileiros que contribuirá com processo de seleção dos novos padrões de criptografia pós-quântica. Ele e outros professores de sua equipe, do Laboratório de Segurança da Informação e Criptografia da Unicamp — o Lasca —, vão trabalhar no teste da eficiência e dados de desempenho dos novos algoritmos. “Vamos analisar, por exemplo, quantos segundos e energia vou precisar para fazer uma operação”, afirma. “Entender se é possível proteger essa implementação de alguém que consegue monitorar o consumo de energia para ver se ele varia com o tempo e se isso revela alguma informação secreta.”

Paulo Barreto, pesquisador da Universidade de Washington Tacoma, nos EUA, também enviou algoritmos criptográficos para chamada do NIST. Ele afirma que desenvolvimento dos novos padrões foi bastante impulsionado pela declaração da NSA, mas não é de hoje que existe o ímpeto no campo de pesquisa. “Há pelo menos 10 anos atrás é conhecido o algoritmo de Schor para quebrar algoritmos clássicos.”

Apesar do que o nome sugere, afirma Barreto, a criptografia quântica não utiliza poder computacional quântico. “Não têm nada de quântica, na verdade. É só o nome que pegou mesmo”, diz. “É uma criptografia totalmente convencional, em princípio dá pra rodar no notebook, nos celulares, qualquer aparelho totalmente clássico.”

O fator nada quântico não a torna menos importante ou sofisticada. Segundo Barreto, os algoritmos convencionais têm natureza algébrica — como o cálculo de elipses e a fatoração de números primos — enquanto as novas propostas de padrão se baseiam em outros problemas matemáticos. “Existem algumas propostas que se baseiam nesses modelos antigos, mas estas já foram quebradas logo de cara, então acho que não é bem por aí que a gente precisa procurar novas soluções criptográficas”, comentou.

Ele está à frente do desenvolvimento de uma das propostas de algoritmos de chave pública, o Code-based Algorithm for Key Encapsulation(CAKE). Diferentemente do atual padrão, o problema computacional aqui é baseado em análise combinatória, ou seja quais são as formas possíveis de organizar uma informação. “Computadores quânticos são bons para fazer álgebra, mas não são bons para fazer análise combinatória. Estes problemas continuam difíceis mesmo para eles.”

Esta proposta de algoritmo pertence aos chamados algoritmos code-based (baseados em código, tradução livre). “São corretores de erro”, diz Barreto. “Uma informação corrompida têm alguns bits no meio do caminho que estão errados, então o problema é: corrija esses erros.”

Segundo a explicação de Barreto, este é um problema considerado intratável desde 1962, embora existam vários artigos de pesquisa envolvidos sobre o assunto de códigos corretores de erro. “Pouco progrediu nesses 55 anos”, afirma.

Chave simétrica, chave pública

Enquanto a situação é mais complicada com os algoritmos de chave pública, os de chave simétrica estão um pouco mais seguros. É que eles normalmente se baseiam em propriedades estatísticas. “Então existe um problema computacional associado à dificuldade de você quebrar esses algoritmos que um computador quântico não consegue tratar eficientemente”, esclarece Barreto.

O problema a qual eles se refere é conhecido como o Problema da Satisfatibilidade de Circuitos Booleanos, ou CSAT. “Ele foi o primeiro problema que há 50 anos gerou a questão de ‘P vs nP’, ele é um problema chamado ‘nP completo'”, observou o Barreto. O problema de ‘P vs nP’ é considerado um dos maiores questões não resolvidas na Ciências da Computação.

De forma resumida, problemas de complexidade P podem ser resolvidos por um computador em um tempo razoável, enquanto problemas do tipo nP demoram um tempo absurdo para ser resolvidos, tornando a solução praticamente inviável. Apesar de uma urgência menor, ainda é um problema. “Trabalhos mais recentes que foram publicados depois da chamada do NIST e que mostram que alguns algoritmos simétricos são suscetíveis a computadores quânticos”, diz Barreto

Problemas de prazo

Se a confiabilidade do concurso e a existência de possíveis soluções deixaram de ser quetões, o fator tempo é o que mais preocupa no momento. Em uma palestra realizada em 2016 o físico Michele Mosca, da Universidade de Waterloo, nos EUA, apresentou um dos principais problemas relacionados à adoção da criptografia pós-quântica. Em seu “teorema”, descreve que, se o tempo de desenvolvimento somado ao tempo de implementação dos novos padrões forem maiores do que o tempo do surgimento de computadores quânticos potentes, isso significará um tempo totalmente desprotegido.

“Se a gente demorou quinze anos nessa mudança de padrão, então não é provável que consigamos mudar a criptografia do mundo em três anos pra resistir a computação quântica”

Apesar do alerta, ainda há muita especulação na jogada. “É um momento favorável para você conseguir financiamento para pesquisas nessa área, então há quem diga que este prazo é de 10 anos. Já os mais conservadores apostam em 20 ou 30 anos”, observou Diego Aranha.

cronograma divulgado pelo NIST prevê que serão aceitas submissões de algoritmos até o próximo mês de novembro deste ano. A partir desta data, começarão as fases de testes que devem durar entre 3 e 5 anos e, então, haverá a definição dos padrões para implementação, que deve tomar mais dois anos. Após esse intervalo de 5 a 7 anos, começará a adoção dos novos padrões de criptografia por parte de empresas e desenvolvedores. E isso não costuma ser rápido.

Segundo observou Aranha, foram cerca de quinze anos desde a padronização do algoritmo de curvas elípticas até a sua adoção completa no lugar do padrão de algoritmo de chave pública anterior, o RSA. Naquela época, porém, não havia ganho de segurança nessa migração. A justificativa se dava na eficiência do novo padrão. Logo, não era emergencial. “Se a gente demorou quinze anos nessa mudança de padrão, então não é provável que consigamos mudar a criptografia do mundo em três anos pra resistir a computação quântica”, afirma Aranha

Já para Paulo Barreto, o tempo do desenvolvimento não chega a estar folgado. É, diz, adequado. Apesar disso, não é fácil ficar tranquilo. Como aponta Aranha: “Esses novos computadores não precisam nem estar disponíveis no mercado, basta estar no subsolo de uma agência de inteligência que a gente já tem um problemão.”

Fonte: https://www.vice.com/pt_br/article/bjveev/estes-brasileiros-querem-salvar-nossos-computadores-do-caos-quantico

Introdução sobre HTML5 Web Workers e multi threads com javascript

Trabalhar de forma assíncrona e paralela nos demanda cada dia mais na construção de aplicativos web com maior facilidade e performance. A especificação de Web Workers (link em inglês) define uma API para geração de scripts de segundo plano no seu aplicativo da web. O Web Workers permite executar tarefas como disparar scripts de longa…

via Introdução sobre HTML5 Web Workers e multi threads com javascript — Código Simples .NET

A herança de exclusão na história do Brasil

Leonardo Boff

O processo de colonização de ontem e de recolonização atual, imposta pelos países centrais, está tendo o seguinte efeito: a produção, a consolidação e o aprofundamento de nossa dependência e a fragilidade de nossa democracia, sempre ameaçada por algum golpe das elites endinheiradas, quando se dão conta da ascensão das classes populares vistas como ameaça aos altos níveis de sua alta acumulação. Assim foi com o golpe de 2017 atrás do qual estavam e estão os donos do dinheiro.

Há que reconhecer que continuamos periferia de países centrais que desde o século XVI nos mantém a eles atrelados. O Brasil não se sustenta, autonomamente, de pé. Ele jaz, injustamente, “deitado eternamente em berço esplêndido”. A maioria da população é composta de sobreviventes de uma grande tribulação histórica de submetimento e de marginalização.

A Casa grande e a Senzala constituem os gonzos teóricos articuladores de todo o edifício social. A maioria…

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Jetson TX2 – Plaquinha da Nvidia voltada para inteligência artificial

Não é um drone, um robô pequeno ou uma câmera com reconhecimento facial. Mas pode ser: a Nvidia está lançando o Jetson TX2, um computadorzinho que lembra o Raspberry Pi, mas que oferece o grande diferencial de ser focado em inteligência artificial. O dispositivo pode ser empregado em diversos tipos de projetos que precisam de alguma sofisticação, portanto.

Para tanto, o Nvidia Jetson TX2 sai de fábrica uma combinação bastante respeitável de recursos que, por sinal, representa uma grande evolução em relação ao Jetson TX1 (anunciado no final de 2015): processador de 64 bits com dois núcleos Cortex-A57 e outros dois Nvidia Denver 2, GPU de 1,3 GHz com arquitetura Pascal de 256 núcleos, 8 GB de RAM e 32 GB para armazenamento interno.

No aspecto da conectividade, o dispositivo vem com Wi-Fi 802.11ac e Bluetooth 4.1, além de suportar portas USB 2.0, USB 3.0, HDMI 2.0, Gigabit Ethernet, entre outros padrões.

Segundo a Nvidia, o Jetson TX2 tem praticamente o dobro da potência do Jetson TX1. E isso tudo vem acompanhado de mais eficiência no consumo de energia: são 7,5 W contra 10 W da geração anterior.

Com tamanho poder de fogo, essa plaquinha de 50 x 87 mm pode ser empregada em projetos de automação industrial, câmeras inteligentes, drones para filmagens profissionais, sistemas de monitoramento auxiliados por sensores e por aí vai. A Nvidia destaca que o Jetson TX2 consegue, por exemplo, decodificar imagens de duas câmeras trabalhando com 4K e 60 frames por segundo.

Na apresentação do produto, a Nvidia ressaltou que o Jetson TX2 pode atingir a taxa de 1,5 teraflop. De modo geral, a ideia é permitir que o equipamento baseado na placa execute tarefas de inteligência artificial, redes neurais, reconhecimento de voz e afins in loco, ou seja, sem depender exclusivamente de servidores externos ou serviços nas nuvens.

Não é por acaso que a Nvidia também anunciou o JetPack 3.0, um SDK para desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial que traz suporte aos drivers gráficos mais recentes e a APIs para redes neurais, como TensorRT 1.0 e cuDNN 5.1.

É lógico que tudo isso faz o Jetson TX2 ser bem mais caro que outras plaquinhas que encontramos por aí: o kit do dispositivo entrou em pré-venda nos Estados Unidos pelo preço de US$ 599. As entregas começam neste mês.

AZURE – Coloque suas Plataformas e Serviços no cloud

A quem se destina este livro?

Este livro é destinado principalmente aos desenvolvedores familiarizados com a plataforma .NET e aos que querem aprender autilizar a plataforma de computação em nuvem Microsoft Azure.Não se preocupe caso você ainda não tenha muita experiência, isso se adquire com prática e, com algum tempo de estudo, você já conseguirá publicar seus aplicativos web no Azure e usufruir dos serviços integrados que ele oferece.Os códigos foram escritos em C# utilizando a versão 2.5 doSDK. Programadores Java, PHP, Node.js, Python e Ruby poderão usufruir destes exemplos, dado que todas essas linguagens possuem SDK para Azure, disponível gratuitamente para download em

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JQUERY – Desenvolva Interfaces para Múltiplos Dispositivos

Esta obra tem como objetivo abordar o uso da biblioteca jQuery Mobile, que é amplamente utilizada para o desenvolvimento de websites que são visualizados em um dispositivo móvel, geralmente um celular ou tablet. Apesar de termos ferramentas para o
desenvolvimento nativo, como Android e iOs, existem sites e sistemas que devem ser visualizados no browser, e este livro aborda esse processo como criar sistemas para serem exibidos no navegador.
Como biblioteca escolhemos o jQuery Mobile que possui recursos suficientes para a criação de sistemas, além de ser mantido pela mesma equipe que contribuiu com um dos maiores avanços na web nos dias de hoje, que é o jQuery.
O livro possui como principal público-alvo os desenvolvedores que desejam criar websites e aplicações para dispositivos mobile, utilizando as linguagens HTML e JavaScript para o desenvolvimento.
Como pré-requisitos, o leitor deve conhecer um pouco de HTML, CSS e JavaScript. Alguns programas também serão utilizados ao longo desta obra, como o Node e o npm, então é
necessário que você tenha um pouco de conhecimento no console do Windows/Linux/Mac.

jquery-desenvolva-telas

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Senha: JQUERY